terça-feira, outubro 09, 2007
Autarquia Mondinense está na "Net"
http://www.cm-mondimdebasto.pt/
O sítio apresenta bastante informação sobre o município e de forma muito bem estruturada. É de fácil navegabilidade e interessante. Esta simplicidade (o google também o é) torna-o no entanto pouco apelativo. Algo que só preocupa se o principal objectivo do espaço for a promoção do concelho. Não me parece e a opção não merece contestação. Seria necessário começar por algum lado e a prestação de serviços aos munícipes é tão, ou mais importante, que a dita promoção.
É de aguardar agora com mais expectativa a evolução deste projecto, e algo que o complemente, no que à promoção do concelho diz respeito.
Parabéns!!!
quinta-feira, junho 28, 2007
Autarquias desperdiçam mais de um quarto da água na rede
Para divulgar modalidade no norte do país - Circuito inédito de Beach Polo
“É uma ideia antiga que surgiu quando se realizaram os primeiros torneios de beach polo e aí nasceu a ideia de criar um circuito regional com várias etapas, essencial para manter os atletas em actividade durante o Verão e divulgar o pólo aquático no Norte do País”, afirma Álvaro Monteiro, vice-presidente da ANNP, que critica ainda a Federação Portuguesa de Natação de “nunca ter tido a iniciativa de criar um Circuito Nacional”.
A primeira etapa do Circuito Beach Polo da ANNP, Jopel Beach Polo, está agendada para os dias 20 e 21 de Julho na Piscina Municipal de Espinho, a partir das 19h00. A segunda etapa, Basto Beach Polo, realiza-se a 25 de Agosto em Mondim de Basto, a partir das 9h30. A terceira etapa, Fafe Beach Polo, decorre na Barragem da Queimadela, em Fafe, no dia 1 de Setembro, a partir das 09h30.
sexta-feira, junho 08, 2007
Carro quase atropelava mãe e filhos dentro de casa
A condutora , uma mulher na casa dos 40 anos, saiu ilesa e não ganhou para o susto. Conseguiu abrir a porta da mala do Renaul Clio e sair por ali. Porém, ao que apurámos, o seu carro teria sido abalroado por um outro, o que lhe teria provocado o despiste. A GNR de Mondim de Basto ainda fez várias diligências para encontrar o veículo (um Peugeot, ao que se diz), mas até agora não foi encontrado o seu paradeiro. De referir que, na altura do acidente, Célia Ferreira tinha uma fogueira acesa para um churrasco e o carro ficou a poucos metros das chamas. Este desastre é o terceiro ocorrido naquele local, cuja curva é sinuosa. Antes, um automóvel tinha vindo parar a um silvado. Outro tinha batido no poste. Esta situação levou a que Carlos Ferreira, marido de Célia, tivesse, já em Setembro de 1993, feito o pedido à Câmara Municipal de Mondim de Basto, para a instalação de um rail de protecção no local. Daí a sua revolta.
" É um desejo antigo. Estamos aqui num perigo e este acidente demonstra que temos razão no nosso pedido", observou. Ontem, elementos da Câmara Municipal de Mondim de Basto estiveram no local e, ao que apurámos, em breve serão colocados rails de protecção naquele local.
quarta-feira, maio 30, 2007
Eleitores votam orçamento
"Queremos promover uma grande participação dos cidadãos nas decisões", afirma o presidente da Câmara Municipal de Sesimbra, Augusto Pólvora, adiantando que "a Autarquia vai ter a obrigação de cumprir e fazer cumprir as deliberações".
A Autarquia acredita que as escolhas da população irão recair sobre pequenos investimentos. "Muitas aldeias vão optar por realizar obras como abrigos, parques infantis ou arranjos de estradas", considera Augusto Pólvora.
As mesas de voto do concelho vão servir de palco para 12 foros territoriais, que vão eleger um total de 41 delegados até ao final de Junho. Os delegados vão auscultar a população da sua área de residência até Setembro, para depois apresentar e decidir nas assembleias de delegados quais os investimentos prioritários para a população.
A primeira sessão do Orçamento Participativo do Município de Sesimbra para 2008 realiza-se hoje, pelas 21.30 horas, no Auditório Conde de Ferreira, com o Foro Territorial de Sesimbra, para o qual foram afectos cerca de 79 mil euros, tendo em conta a área geográfica e o número de eleitores.
terça-feira, abril 24, 2007
Hotel de luxo cria 50 empregos
O empreendimento representa uma espécie de "oásis" na economia local, pois prevê-se a criação de "mais de 50 postos de trabalho", segundo o presidente da Câmara de Mondim de Basto, Pinto Moura.
O investimento, a cargo da empresa Simões e Martins, com sede em Lagoa, no Algarve, vai custar cerca de cinco milhões de euros e foi co-financiado pela União Europeia, com fundos do Programa Prime (Programa Incentivos à Modernização da Economia), via Ministério da Economia e Inovação, no valor de 1,7 milhões. Segundo Adriano Martins, investidor de origem transmontana que tem apostado sobretudo no Algarve, onde é co-proprietário de outras unidades de turismo em sociedade com o conhecido empresário Paulo China e o futebolista Luís Figo, este hotel "vai ter 44 quartos e cinco apartamentos T2, equipados com kitchnet, mais vocacionadas para as famílias ou grupos". O Mondim Tâmega Park (uma designação provisória, que vai ser alterada) terá, assim, 108 camas, o que "significa pelo menos três vezes mais a oferta actual do município", acrescentou o responsável.
Os principais mercados alvo serão a Galiza e toda a vizinha Espanha e os países do Norte da Europa. "A oferta passará também pelo turismo de montanha, pelo desporto e pela aventura, muito ligados ao rio, sem esquecer os desportos radicais, para os quais a zona possui excelentes potencialidades", referiu o empresário.
Praia fluvial e jardim
O Mondim Tâmega Park vai ter campos para prática dos mais diversos desportos, um armazém de apoio às modalidades como canoagem ou rafting, entre outros. O novo hotel terá duas piscinas, uma interior e outra exterior, ambas aquecidas e com vista para o rio Tâmega, e uma pequena praia fluvial. Os terrenos circundantes vão ser alvo de uma intervenção em que será criado um jardim botânico com certificação internacional, onde os hóspedes podem plantar a sua própria árvore, que poderão "visitar" sempre que quiserem ao longo da vida.
quarta-feira, abril 11, 2007
Alunos devedores ficam sem refeições
Segundo o presidente da CPC e vereador da Oposição, Humberto Cerqueira, "esta é uma atitude repudiável, tanto mais que os alunos em questão foram deslocados das escolas das suas aldeias na recente reorganização do Ensino Básico, sendo portanto forçados a almoçar na escola que frequentam agora".
Humberto Cerqueira acusa o vereador da Educação, Francisco Ribeiro, e a Autarquia de "assumir um papel empresarial, cobrando de forma agressiva o mesmo a tudo e a todos, não olhando a ricos e pobres". O PS apresenta, ainda, como justificação, "a lei do menor esforço", porque até agora não foi efectuado qualquer levantamento socioeconómico, obrigatório por lei, que permita identificar quais os alunos que ficarão isentos do pagamento. Esta situação é ilegal e injusta", refere.
O vereador do PSD Francisco Ribeiro explicou, ao JN, que "todos os alunos pagam um euro por refeição", lembrando que "a comparticipação do Estado é de apenas 58 cêntimos, o que é manifestamente insuficiente".
Aquele responsável lembra que "com a reorganização escolar, a Câmara teve de contratar 18 funcionários, adquirir duas carrinhas e fazer obras nas escolas, que também neste caso tiveram uma comparticipação irrisória do Ministério da Educação", acrescenta.
Francisco Ribeiro refere que os alunos que estão referenciados pela comissão de protecção de menores estão isentos, e outros casos pontuais têm sido resolvidos. Os casos que foram notificados são de pessoas que têm capacidade económica para tal e são meia dúzia de situações".
A Câmara fornece 400 refeições por dia, num universo de 600 alunos.
terça-feira, abril 10, 2007
Cães de outros concelhos abandonados na vila
Esta situação tem levado a um aumento de animais no canil e à implementação, por parte da edilidade, de um conjunto de medidas para fazer face ao problema. Nomeadamente a constituição de uma equipa formada por uma engenheira zootécnica e um técnico veterinário, bem como a "realização duma campanha junto de várias escolas do concelho para a promoção da adopção de animais que se encontram no canil municipal". Tudo para evitar o abate de alguns cães, o que acontece em caso de "padecerem de doenças ou outra mazela qualquer que afectem a vida do cão". Porém, isto "raramente acontece", pois, segundo Francisco Ribeiro, "há muita gente que procura animais para adoptar".
O autarca refere ainda outros procedimentos. "Faz-se a recolha de animais vadios. Cumprimos a lei neste aspecto. Ou seja, aguardamos os dias necessários (cinco), ou mesmo mais, para os cães eventualmente serem acolhidos pelos seus novos donos", acrescentou.
Para o futuro, uma outra solução pode acontecer. "Temos um canil municipal, embora de futuro estejamos a pensar numa outra estrutura incluída na Comunidade Urbana do Tâmega."Precisamente esta estrutura admite construir um canil intermunicipal para recolher os animais abandonados que erram pelos concelhos de Amarante, Baião, Celorico de Basto, Marco de Canaveses e Mondim de Basto".
A própria ComUrb decidiu iniciar o processo de escolha da localização do futuro canil intermunicipal, tendo em vista a sua inclusão no Programa de Acção Intermunicipal de Serviços Colectivos Territoriais de Proximidade da NUT III - Tâmega. Destes, o concelho do Marco de Canaveses é aquele que provavelmente mais necessita da infra-estrutura, atendendo ao número elevado de animais que vagueiampelas ruas da cidade.
Agora um pouco mais a sério... preocupa-me o facto de a escolha da localização do futuro canil intermunicipal ainda não estar definida. Se atendermos às condições oferecidas pelo nosso Município... parece-me que temos grandes hipóteses de apanhar esta infra-estrutura da ComUrb.!!! :D
Agora realmente sério!!! Se está já definido uma solução ComUrb para o problema... para que a constituição uma equipa formada por uma engenheira zootécnica e um técnico veterinário?
quarta-feira, outubro 04, 2006
OBTER OS LOURES A CUSTA DAS NOVAS REFORMAS DO ENSINO
Refere o variador Francisco Ribeiro que ?iniciou o novo ano lectivo sem grandes incidentes e com as com todas as obras exigidas efectuadas nas escolas?, como pai digo que até a data da leitura do jornal as actividades extra curriculares ainda não iniciaram como o Música, Inglês e a Educação Física, que existem alunos a almoçarem nos halls da entrada da Escola e ainda existem escolas que ainda não servem as refeições devido ao atraso nas obras.
Mais informo que o facto de o Município fornecer os livros a todos os alunos do 1º ciclo não é a iniciativa mais correcta, já que tenho a certeza que no concelho existem alunos com mais necessidades do que os meus filhos na obtenção dos livros escolares, para quem não sabe até os filhos os senhores doutores e engenheiros recebem os manuais escolares, mas não se importa das casas de banhos sem condições de higiene, pergunto eu ao Sr. Variador da Educação Francisco Ribeiro não seria melhor fornecer os livros a quem necessita realmente através e um subsidio controlado e com o resto das verbas apetrechar as escolas com mais e melhores materiais didácticos? Não me pergunte como porque por aquilo que sei não faltam funcionários no Município e é para isso que eles lá estão, para a elaborarem programas de apoios escolares justos e dignos, de forma a apoiar as crianças mais necessitadas, não só com livros mas também com mais material escolar, tais como cadernos lápis etc. Como pai sou a favor do auxílio as famílias mais necessitadas mas não com o tipo de politica actual, que se dê a quem mais necessita, ou será que o somos um município tão rico que nos podemos dar ao luxo de fornecer os livros a todos os alunos refiro mais uma vez, mesmo a quem não necessita dê-se apoio.
Relativamente a um outro ponto a minha surpresa quando o Sr. variador refere os gastos acrescidos com as obras e o transporte escolar, para quem não sabe o Ministério da Educação financiou todas as obras nas escolas menos na do meu filho que tem que almoçar no all de entrada e não pode fazer as suas necessidades fisiológicas já que as casas de banho não possuem condições, onde foram feitas as obras que o Sr. Variador refere? Relativamente a alimentação também aqui o ministério subsidia, as actividades extra curriculares para quem não sabe são os gastos são todos eles suportados pelo ministério com a contribuição de 250 euros por cada aluno, para quem não sabe o subsídio que a Município de Mondim de Basto obteve é só multiplicar 250Euros por cada aluno. Será que também não chega para cobrir as despesas de transporte?
Sr. Variador não queira obter os louros a custa da novas politicas do governo, se à mérito de certeza que não é seu, ou será que já se esta a preparar para as autarquias que se avizinham?
Texto publicado tal como enviado por: Eternamente Mondinense
terça-feira, setembro 26, 2006
Jovens atletas têm transporte gratuito
Serão cerca de 170 jovens, que frequentam sobretudo o Clube Desportivo Celoricense, o Mota Futebol Clube, o Sport Clube Fermilense e o Basket Clube de Celorico de Basto, que vão beneficiar da medida.
Para o vereador, "está a apostar-se num apoio directo à formação", em detrimento da "atribuição de subsídios financeiros que não devem servir para pagar salários a jogadores porque os dinheiros públicos não devem ser aplicados dessa maneira".
Já não é a primeira vez que vimos um dirigente político ter a coragem (ou a percepção de que afinal esta é cada vez mais a posição que melhores resultados políticos lhe trará) de assumir estas posições. Uma coisa é certa, pode demorar mais ou menos tempo, mas algo terá que mudar na gestão dos clubes para que possam continuar a ser suportados por dinheiros públicos. Safar-se-ão os que se anteciparem, passando a prestar realmente serviço público às comunidades onde se inserem.
Por outro lado, vemos uma autarquia "olhar" para o tansporte como um investimento em vez de uma despesa insuportável como muitas vezes é classificada por estes lados. Com esta atitude, a autarquia promove a dinamização dos clubes, levando até eles mais atletas, e corrige assimetrias na oferta desportiva do seu concelho permitindo a uma criança que resida fora da sede do concelho (e fora do concelho) ter acesso às mesmas actividades desportivas.
domingo, setembro 24, 2006
Governo divulga câmaras impedidas de recorrer a créditos
A ANMP acusa o Governo de querer barrar o acesso ao crédito a 205 municípios até 2014, mas o secretário de Estado da Administração Local, Eduardo Cabrita, assegurou que são apenas 70.
Do total das câmaras impedidas de recorrer a créditos, Marco de Canaveses foi a que mais ultrapassou o limite de endividamento: 267%.
O Correio da Manhã publica hoje a lista das 70 autarquias que perdem capacidade de endividamento:
Alpiarça, 157%; Amares, 171%; Ansião, 112%; Armamar, 170%; Aveiro, 216%; Barreiro, 117%; Calheta (São Jorge), 196%; Carrazeda De Ansiães, 169%; Castanheira De Pêra, 181%; Castelo De Paiva, 195%; Celorico Da Beira, 181%; Chamusca, 109%; Condeixa-A-Nova, 108%; Covilhã, 227%; Espinho, 101%; Faro, 101%; Figueira Da Foz, 147%; Fornos De Algodres, 137%; Fundão, 168%; Gouveia, 161%; Guarda, 136%; Lajes Das Flores, 205%; Lisboa, 158%; Machico, 198%; Maia, 180%; Manteigas, 120%; Marco De Canaveses, 267%; Mesão Frio, 104%; Moimenta Da Beira, 104%; Monção, 124%; Monchique, 117%; Mondim De Basto, 175%; Montemor-O-Velho, 173%; Mourão, 177%; Murça, 120%; Nazaré, 107%; Odivelas, 157%; Oliveira De Azeméis, 133%; Oliveira De Frades, 107%; Ourém, 110%; Ourique, 178%; Ovar, 101%; Paredes De Coura, 122%; Portalegre, 115%; Porto Moniz, 113%; Povoação, 107%; Reguengos De Monsaraz, 119%; Ribeira Grande, 116%; Rio Maior, 125%; Santa Comba Dão, 150%; Santarém, 159%; São Pedro Do Sul, 194%; Sátão, 127%; Seia, 164%; Seixal, 121%; Sesimbra, 130%; Setúbal, 131%; Sines, 192%; Soure, 112%; Tarouca, 102%; Torre De Moncorvo, 114%; Torres Novas, 144%; Trancoso, 124%; Vale De Cambra, 185%; Velas, 180%; Vila Da Praia Da Vitória, 131%; Vila Do Conde, 164%; Vila Franca Do Campo, 194%; Vila Nova De Poiares, 172% e Vouzela, 147%.sexta-feira, agosto 25, 2006
NUTs novamente!
"Nós vivemos no Vale do Tâmega, portanto custa-me às vezes comprender que outras pessoas não sigam esta filosofia. Celorico de Basto está encaixado no Vale do Tâmega. Mondim, do lado de lá, também está, pronto, mas vai para o Ave."
Questionado sobre os possiveis motivos do abandono dos outros concelhos respondeu:
"Não sei, sairam por causa de interesses. Há pessoas que procuram petiscar num lado e noutro. Se a pessoa puder jogar em vários tabuleiros..."
Mais à frente explica um pouco o porquê de defender uma NUT Tâmega com os concelhos da região de basto:
"Nós somos das zonas mais carenciadas e mais pobres do país. Eu acho que se este Governo tiver bons propósitos de querer acudir e ajudar a que as zonas mais desfavorecidas de desenvolvam, tem aqui uma boa oportunidade. E para isso devemos estar juntos." "Porque se Mondim vai para o Ave, Cabeceiras vai para o Ave, Celorico vai para o Ave, então vamos é, com base na nossa pobreza, ajudar a que os ricos vão buscar um quinhão maior. Normalmente é sempre assim que acontece."
Parece-me no entanto que este continua a ser um caso que deveria merecer outro tipo de atenção de todos os mondinenses. Esta opção pela NUT, já se percebeu, irá reflectir-se na forma como serão distribuidos os fundos do próximo quadro comunitário a iniciar no princípio do próximo ano. É-me dificil imaginar onde cabe Mondim nas candidaturas de uma NUT Ave. Acessibilidades? Agricultura? Educação? Saúde? Ecónomia?
Lançado o desafio pelo presidende de Celorico, não seria esta uma boa oportunidade para o nosso Presidente explicar aos mondinenses os motivos desta opção?
quarta-feira, julho 26, 2006
JÁ CHEGA...
concelho, assim como não estarei presente na feira da terra. Mas como
Mondinense apaixonado que sou, estou sempre atento ao que por ai se passa. E
ao ler o programa da feira da terra, tive a ligueira impressão que alguma
coisa era repetida... então reflecti um pouco e verefiquei a repetição; ( O
Pranto de Maria Parda ), texto levado a cena pela companhia de teatro
filandorra. Ora para os mais destraidos este espectáculo já visitou a Vila
de Mondim no minimo 3 vezes, e da última vez assistiram 14 pessoas... As
questões que ponho são as seguintes; 1 - Será que a companhia de teatro não
tens mais espectáculos???; 2 - Será este espectáculo apropriado para o
certame???; 3 - Será que vale a pena a C.M. manter o protocolo com a
referida companhia???; 4 - Será que não existem mais companhias no país, com
novos espectáculos???
Não é desta forma que se educa e forma públicos...É triste não existir uma
politica cultural.
UM grande abraço e boas festas
segunda-feira, julho 17, 2006
Recuperar capelas e criar um circuito
O autarca Francisco Ribeiro diz que "a ideia vai ser apresentada aos padres. Estamos a falar de três capelas recuperadas e uma não recuperada. Numa primeira fase, partimos para as situadas em Mondim de Basto".
Segundo o autarca, o "Instituto Português do Património Arquitectónico também se pronunciará sobre o assunto".
As capelas em causa são as mais antigas, como a do Souto e a do Senhor da Ponte. As candidaturas não serão feitas pela Câmara Municipal, já que as capelas são propriedade das várias comissões fabriqueiras das diversas freguesias, mas terão o apoio técnico do município para os programas e na ajuda a obter o respectivo financiamento comunitário.
Uma das que fará parte do circuito é a do Souto, o maior investimento feito no concelho de Mondim de Basto. De referir que o custo, em média, da recuperação de outras capelas rondará os 50 mil euros.
Espero ansiosamente por ouvir mais novidades sobre este projecto autárquico.
sexta-feira, julho 14, 2006
Coisas de "NUTs"!
"Primeiro uma maior proximidade com a restante comunidade. A NUT do Tâmega é muito grande e tem uma extensão territorial na qual a maior parte dos concelhos pouca afinidade tinham connosco. Nós tínhamos afinidade naturalmente com Celorico, Cabeceiras, Amarante, Marco de Canavezes e Baião. Agora, acrescentando Paços de Ferreira, Penafiel, Paredes, Lousada, Felgueiras, Castelo de Paiva, Cinfães e Resende, concelhos com os quais temos pouca afinidade ao contrário da relação com Fafe ou com Guimarães. Por sua vez, dada a nossa proximidade com essa zona do Ave, pode ser que advenham daí alguns benefícios."
Ora bem, para melhor pereber a afinidade de que fala o nosso Presidente, arranjei um mapa das duas NUTs:

Facilmente se percebe com o mapa que a questão da afinidade não se coloca. Por outro lado afirmar que "pode ser que advenham daí alguns benefícios",(pode?) também não me parece argumento válido. Era bom que esta opção fosse tomada de forma transparente. A ser verdade, não o será certamente pelos motivos enunciados.
terça-feira, julho 11, 2006
Desenvolver para não Desertificar.
Fernando Pinto de Moura é há 24 anos presidente da Câmara Municipal de Mondim de Basto e conhece como ninguém as necessidades e preocupações da população que representa.
"O nosso concelho faz fronteira com o Minho e Trás-os-Montes, pelo que podemos identificá-lo com ambas as regiões. Por um lado, beneficiamos de uma zona ribeirinha ao Tâmega que é tipicamente minhota, onde podemos observar um aglomerado disperso da população. Na zona alta da montanha encontramos os aldeamentos especificamente transmontanos, pequenos e juntos. A própria agricultura é dissemelhante e, por isso, dentro destas características, situamo-nos no Centro Norte do País", relata o presidente.
O turismo é uma das alternativas de que a região dispõe para combater a desertificação que afecta, essencialmente, o Interior do País. A beleza torna-se evidente à medida que percorremos os caminhos que nos indicam Mondim de Basto.
O verde dos montes combina na perfeição com a serenidade que tipifica um povo de semblante afável e que ao mesmo tempo exige a elevação da vila e freguesias contíguas a algo maior e mais digno. "Praticamente metade da nossa população de dez mil habitantes reside na vila. As aldeias começam a desertificar-se pelo pouco investimento que se efectua por estas paragens", realçou o autarca.
Para o desenvolvimento da vertente turística na região, prevê-se a criação de uma unidade hoteleira de quatro estrelas. "No entanto, isto não é suficiente, o turismo será a única hipótese de nos impulsionarmos e contrariarmos o processo de desertificação. É necessário realizarem-se investimentos nesse sentido".
Dentro do que é humanamente possível, a Câmara Municipal luta por trazer à terra algum progresso. Os investimentos ao nível da aplicação de infraestruturas serão uma realidade para o presente ano.
O saneamento básico e o abastecimento de água serão projectos que, durante o actual mandato, representarão seguranças para a população de Mondim de Basto: "No momento, só a sede de concelho é que dispõe de saneamento básico, pelo que este se impõe como uma urgência para nós. Entrámos já em conversações com as Águas do Ave para completar a rede".
Outras obras existem para implementar e que se constituem como a remodelação do edifício dos paços do concelho, assim como toda a zona envolvente exterior.
As várias infraestruturas que servem já o concelho estão aptas para continuar a funcionar e, também, para evoluir. "Na educação possuímos bons recursos físicos, inclusive, a Escola EB 2,3/S foi renovada há três anos. O edifício do centro de saúde, já construído durante a minha presidência, tem boas condições, o único problema é que os médicos têm dificuldade em fixar-se. Temos médicos competentes, mas infelizmente são poucos", realçou.
A cultura é outra área que não passa ao lado da Câmara Municipal de Mondim de Basto, que tem vindo a apoiar diversas iniciativas de apreciável valor: "Possuímos uma óptima casa da cultura onde funciona a escola de música, uma associação que coloca em prática diversas actividades, como a pintura e a dança. Temos ainda o espaço Internet e outras colectividades".
Talvez o maior obstáculo que permanece na terra seja o facto de as acessibilidades serem fracas e deficientes, pelo que o presidente refere, "temos um concelho onde só existe uma estrada nacional que nos liga a Vila Real, todas as outras são municipais. No entanto, temos já a indicação e um projecto já feito da continuidade da variante do Tâmega que liga Celorico de Basto a Amarante. Com a ligação a Mondim de Basto ficaremos mais bem servidos em termos de acessibilidades".
Fernando Pinto de Moura aponta a ingenuidade como o factor decisivo para ter enveredado pelo caminho autárquico, mas o seu amor pela terra que o viu nascer, levou a que alterasse em muito as condições e o modo de vida desta população.
Apesar de muitos anos terem passado e de as dificuldades serem também bastantes, a luta é a palavra de ordem num concelho que se quer melhor aproveitado e dignificado.
Sendo esta uma publicação com distribuição nacional, não posso de forma alguma discordar com o seu conteúdo. Em causa está a imagem e promoção do nosso concelho. E essa tem que ser obrigatóriamente positiva.
Se analisado domésticamente, aí o caso muda de figura. Quando lemos o diagnóstico traçado pelo nosso presidente, ficamos sempre com a impressão que este é o seu primeiro mandato. Aponta a falta de investimento nas aldeias como factor de desertificação, situação que, até dá titulo da entrevista. Será que só agora passou a prioridade? Mas passou mesmo? Se passou é caso para dizer que se trata de um mal menor, mais vale tarde que nunca. Congratulo essa recente tomada de consciência. De concreto ficamos a saber que essa nova prioridade se materializa em dois investimentos, sem margem para dúvidas importantissimos. Abastecimento de água e sanemento. Sobra o abastecimento de água se atendermos que o sanemento passará a ser coisa de privados. Venha ele!
Solução para a desertificação... o Turismo. Sem dúvida! É necessário investimento. Correcto! Mas quais? Esperemos para ver o trabalho do novo pelouro do Turismo! Facto importante também. Aconselho a rever algumas das propostas apresentadas há um ano no fórum da Feira da Terra com o tema: "A Afirmação de Mondim de Basto na área do Turismo"
Por fim destaque para o que é dito sobre a Casa da Cultura e para aquela que parece ser uma batalha finalmente assumida, a dos acessos.
Para que ninguém passe ao lado!
sexta-feira, julho 07, 2006
46 mil euros para projecto arqueológico
O projecto, que visa a valorização do património arqueológico da vertente oeste do monte da Senhora da Graça, tem a duração de quatro anos e será realizado por arqueólogos e outros especialistas. Refira-se ainda que no âmbito do protocolo assinado entre a Câmara e a Universidade do Minho, tem início, na segunda-feira e até 4 de Agosto, a VIII campanha de escavações arqueológicas no Crastoeiro, em Mondim de Basto
