quarta-feira, setembro 10, 2008
Programa Nacional de Barragens: Gouvães
No entanto, esta barragem será "alimentada" por três outras barragens, instaladas nos rios Viduedo, Alvadia e Olo, que através de um circuito hidráulico, desviarão a água para a Barragem de Gouvães, onde estará instalada a central de produção de energia.
Multiplicam-se agora as notícias que atestam o fim da maior queda de portuguesa: as Fisgas de Ermelo.
Tal como no caso de Fridão, também aqui, os alertas não surtiram qualquer tipo de efeito. Reinou a descrença. Talvez agora com as bombas lançadas nas RTP, nas LUSA ou nos IOL a informação mereça outro crédito. Pena que de lá até cá, alguns meses tenham passado.
Por razões de afinidade ao rio Tâmega, que sempre foi a minha praia de eleição, muito me custa "engolir" a Barragem de Fridão. Mas de olhos no futuro do nosso concelho, (o futuro é o turismo não é?), acredito ser possível ultrapassar os prejuízos que advêm desta primeira obra.
O mesmo não posso afirmar em relação ao impacto do desvio da água do rio Olo. Acredito seriamente que a importância do rio Olo no futuro de um Mondim direccionado ao Turismo vai muito além das Fisgas de Ermelo. Será uma ancora para um Turismo activo, de lazer em contacto com a Natureza.
Artigos sobre o assunto:
- RTP
- IOL Diário
- Esquerda
- Público
segunda-feira, setembro 08, 2008
Programa Nacional de Barragens: Fridão
Continua difícil de perceber a aceitação que a construção da Barragem de Fridão continua a ter na nossa comunidade. O filme acima, é o registo de uma imagem, que qualquer mondinense atento, tem a possibilidade de visualizar quando faz a viagem Porto-Mondim pela A4, logo depois de passar a portagem de Amarante.
Barragem é sinónimo de alteração positiva na paisagem. Pisões, Alqueva, entre outros, são os exemplos a que nos agarramos, sem admitir as diferenças biológicas, geológicas e geográficas que farão desta barragem algo completamente distinto. Toda a informação que aponte para os impactos negativos desta obra para o nosso concelho, que ultrapassem a questão do nevoeiro, são vistos como boatos.
Aos alertas lançados, continuamos a reagir com uma típica atitude, "esperar para ver", mesmo que os sinais sejam de todo inequívocos. O Projecto Programa refere a elevada probabilidade do fenómeno de eutrofização (tal como se vê no vídeo) acontecer na bacia de Fridão. Probabilidade transformada em certeza, quando poucos quilómetros a jusante, em condições tudo idênticas às nossas o fenómeno é uma realidade.
Não sou propriamente contra a construção de uma barragem que, ao que tudo indica, serve em grande medida os interesses nacionais (mesmo este ponto é colocado em causa num artigo recente). No entanto, entendo que Mondim deve assumir uma postura de sacrificado em prol deste interesse exigindo ser reconhecido (recompensado) pelos danos que vai certamente sofrer.
quarta-feira, janeiro 30, 2008
Mondim na cauda da tabela dos concelhos com melhor qualidade de vida em Portugal...
O Índice Concelhio de Qualidade de Vida, elaborado pelo Observatório para o Desenvolvimento Económico e Social daquela universidade, coloca nas últimas posições os concelhos de Vinhais e Sabugal, no Norte e Centro do país.
O índice baseia-se no anuário estatístico de 2004 do Instituto Nacional de Estatística sobre o qual foi aplicada «uma metodologia original e inovadora», segundo Pires Manso, professor catedrático da UBI e responsável pelo ODES, autor do trabalho juntamente com Nuno Simões, técnico do Observatório.
«O índice tem em conta centenas de variáveis quantitativas, como o Produto Interno Bruto (PIB) ou o consumo, e variáveis qualitativas como a disponibilidade de bens culturais e outros de difícil medição», explica.
Através de «técnicas estatísticas mais simples e outras mais elaboradas, como as multivariadas, caso da análise factorial», o índice avalia cada concelho em três factores: educação e mercado de emprego; infra-estruturas; ambiente económico e habitacional.
Lisboa lidera a tabela com um Indicador de Qualidade de Vida (IQV) de 205,07 pontos enquanto Sabugal (Guarda) ocupa a última posição (278ª) com um IQV de 5,29.
«Da análise do ranking, e começando pelo topo, é de realçar a posição dos municípios de área da Grande Lisboa e os do Algarve, que ocupam, no seu conjunto, 14 das primeiras 20 posições da lista ordenada», destaca Pires Manso.
«Surgem igualmente bem classificados», no grupo dos 20 primeiros, «os municípios de São João da Madeira (3º) e Porto (4º), ambos na região Norte, os municípios de Aveiro (10º), Coimbra (15º) e Marinha Grande (16º), na região Centro, e Sines (20º), o município melhor representado do Alentejo», sublinha.
«Olhando para fundo do ranking, a grande conclusão que se tira é que os últimos lugares são maioritariamente ocupados por municípios do Norte e Centro do país: dos últimos 50 lugares, 43 pertencem a municípios destas duas regiões», acrescenta o investigador.
Para além do ranking, Pires Manso coloca a ênfase do trabalho no facto de mostrar «como é importante a selecção dos indicadores quando se pretende medir a qualidade de vida. Apesar dos resultados, no geral ,não diferirem muito do esperado, permitem detectar casos particulares de sucesso».
Os primeiros 20 classificados por IQV: Lisboa 205,07; Albufeira 181,04; São João da Madeira 168,57; Porto 161,05; Sintra 158,73; Lagos 158,51; Cascais 148,57; Lagoa 143,95; Vila Franca de Xira 142,82; Aveiro 142,81; Loulé 141,43; Portimão 140,04; Oeiras 135,78; Faro 134,13; Coimbra 133,45; Marinha Grande 131,56; Vila Real de Santo António 130,86; Amadora 130,32; Palmela 128,77; Sines 128,65.
Os últimos 20 classificados por IQV: Murça 32,55; Figueira de Castelo Rodrigo 31,71; Penedono 30,35; Idanha-a-Nova 30,16; Mondim de Basto 28,97; Cinfães 28,42; Vila Flor 27,98; Carrazeda de Ansiães 27,46; Valpaços 26,56; Vila Nova de Foz Côa 25,09; Alcoutim 23,56; Penamacor 21,89; Boticas 19,34; Terras de Bouro 18,33; Aguiar da Beira 14,97; Penalva do Castelo 14,43; Pampilhosa da Serra 13,69; Resende 12,72; Vinhais 5,32; Sabugal 5,29.
terça-feira, novembro 13, 2007
Presidente da autarquia justifica o endividamento, mas não o contestou na altura apropriada.
Inicialmente, a lista era composta por 74 municípios, mas à medida que foram sendo notificados e apresentado o contraditório por parte dos autarcas, foi sendo reduzida.
Em Setembro foram notificados os 22 municípios, mas só 20 responderam: Mondim de Basto e Nazaré não apresentaram qualquer resposta.
Notícia Completa - Diário Digital
Notícia 2
O presidente da Câmara de Mondim de Basto, incluída na lista das que poderão ser penalizadas por excesso de endividamento, disse hoje à Lusa que a autarquia vai conseguir pagar algumas das suas dívidas nos próximos tempos.
O social-democrata Pinto de Moura sustentou que a situação de ultrapassagem dos limites de endividamento se deveu «a atrasos na chegada de fundos comunitários destinados a pagar projectos em curso no concelho».
«Mal as dívidas à autarquia sejam pagas, nós poderemos também pagar o dinheiro que devemos», afirmou o autarca.
Notícia Completa - Diário Digital
Doze autarquias confirmadas com excesso de dívidas
Na sequência do processo de apuramento de valores finais, foram notificados em Setembro 22 municípios que teriam ultrapassado o limite de endividamento líquido de 2006 e pelo menos um dos limites de endividamento de 2007.
Daquela lista, restam agora 19 municípios no processo, uma vez que três saíram, sete viram os valores revistos e 12 confirmados.
Para estes 12 municípios estão previstas reduções de dez por cento no valor mensal a transferir do Fundo de Equilíbrio Financeiro (FEF), mas a situação será reapreciada no primeiro semestre de 2008, após análise da evolução do endividamento municipal verificado em 2007.
São os seguintes os 12 municípios e respectivos valores:
Ansião (PSD) - excesso de endividamento 1.269.956,46 euros. Valor da redução mensal 37.600 euros. Número de reduções do FEF 34.
Castelo de Paiva (PSD) - Excesso endividamento 1.082.085,26 euros. Redução mensal do FEF 40.687 euros. Números de reduções 27.
Fornos de Algodres (PSD) - Excesso endividamento 3.064.311,31 euros. Redução mensal 31.238 euros. Reduções 99.
Guarda (PS) - Excesso endividamento 1.448.033,86 euros. Redução mensal 90.699 euros. Reduções 16.
Lisboa (PS) - Excesso endividamento 10.044.461,04 euros. Redução mensal 261.402 euros. Reduções 39.
Lourinhã (PS) - Excesso endividamento 1.264.972,17 euros. Redução mensal 31.302 euros. Reduções 41.
Mondim de Basto (PSD) - Excesso endividamento 496.031,67 euros. Redução mensal 42.283 euros. Reduções 12.
Ourique (PS) - Excesso endividamento 103.941,08 euros. Redução mensal 48.067 euros. Reduções 3.
Santarém (independente/PSD) - Excesso endividamento 3.806.923,61 euros. Redução mensal 79.147 euros. Reduções 49.
São Pedro do Sul (PSD) - Excesso endividamento 1.561.700,13 euros. Redução mensal 58.357 euros. Reduções 27.
Vila Nova de Gaia (PSD) - Excesso endividamento 11.929.661,12 euros. Redução mensal 106.480 euros. Reduções 113.
e por fim Vouzela (PSD) - Excesso endividamento 740.905,41 euros. Redução mensal 38.851 euros. Reduções 20.
terça-feira, novembro 06, 2007
Estamos a comprometer o futuro.
Uma região com um território despovoado e envelhecido. E marcado por fortes assimetrias entre o litoral e o interior. Foi este o diagnóstico traçado, ontem, pela professora Teresa Sá Marques, na síntese final do debate promovido pelo Instituto de Sociologia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP) e subordinada ao tema "A Região Norte de Portugal: dinâmicas de mudança social e recentes processos de desenvolvimento".
Escutaram-se notas de pessimismo sobre a região "Somos das regiões com piores indicadores ao nível europeu", disse a investigadora do departamento de Geografia da FLUP que, socorrendo-se do estudo realizado, fez um paralelismo entre a década de 80 e os tempos actuais: "Vive-se melhor do que há 20 anos, mas as dinâmicas não foram suficientes. Numa sociedade marcada pela globalização, quem ficar para trás fica ainda mais atrasado", concluiu.
Em sua opinião, a região Norte continua caracterizada pelo envelhecimento e aumento do número de idosos e, como tal, a exigir uma resposta concertada no âmbito social. Na sinopse final deste estudo, a oradora falou do Vale do Tâmega e implicitamente criticou as políticas dos últimos anos. "Andamos a falar do vale do Tâmega há mais de 20 anos. É o maior problema ao nível nacional. É uma das sub-regiões com maior densidade demográfica, mas onde são registados os piores indicadores. Estamos a comprometer o futuro", avisou Teresa Sá Marques. Sem adiantar receitas para mudar este estado de coisas, a investigadora alertou "Tem de existir uma nova ambição para aquele território", concluiu.
Sem dinâmica cultural
O sociólogo João Teixeira Lopes, da FLUP, abordou a dicotomia entre políticas e práticas culturais no Norte do país e, ao JN, fez uma retrato negativo.
Em sua opinião, a região Norte tem equipamentos culturais sub-aproveitados e, na maioria dos casos, sem um projecto cultural consentâneo com as realidades. A política de apoios das autarquias também mereceu reparos"As despesas municipais são marcadas por uma concepção tradicionalista, isto é, muitas câmaras limitam-se a apoiar os jogos e associações desportivas, mas sem um projecto. Em muitos casos, os pavilhões estão vazios", lamentou.
Já o investigador Carlos Manuel Gonçalves, coordenador do projecto e igualmente professor da FLUP, abordou as "dinâmicas do mercado de trabalho" e, em declarações ao JN, mostrou-se igualmente céptico quanto ao desenvolvimento desejado para a região "Nos últimos 20 anos, a mulher entrou mais facilmente no mercado de trabalho, mas registou-se um decréscimo no sector agrícola e terciário. O desemprego continua a atingir mais os jovens e as pessoas com idades superiores a 45 anos", concluiu o investigador da FLUP.
Manuel Vitorino
quarta-feira, outubro 10, 2007
Barragem de Fridão

Aqui fica uma imagem, proveniente do PROGRAMA NACIONAL DE BARRAGENS COM ELEVADO POTENCIAL HIDROELÉCTRICO, onde é possível ficar com uma ideia da nova bacia do rio Tâmega.
A laranja a localização das duas actuais travessias do Rio Tâmega e Cabril.
terça-feira, outubro 09, 2007
Autarquia Mondinense está na "Net"
http://www.cm-mondimdebasto.pt/
O sítio apresenta bastante informação sobre o município e de forma muito bem estruturada. É de fácil navegabilidade e interessante. Esta simplicidade (o google também o é) torna-o no entanto pouco apelativo. Algo que só preocupa se o principal objectivo do espaço for a promoção do concelho. Não me parece e a opção não merece contestação. Seria necessário começar por algum lado e a prestação de serviços aos munícipes é tão, ou mais importante, que a dita promoção.
É de aguardar agora com mais expectativa a evolução deste projecto, e algo que o complemente, no que à promoção do concelho diz respeito.
Parabéns!!!
quinta-feira, junho 28, 2007
Autarquias desperdiçam mais de um quarto da água na rede
Para divulgar modalidade no norte do país - Circuito inédito de Beach Polo
“É uma ideia antiga que surgiu quando se realizaram os primeiros torneios de beach polo e aí nasceu a ideia de criar um circuito regional com várias etapas, essencial para manter os atletas em actividade durante o Verão e divulgar o pólo aquático no Norte do País”, afirma Álvaro Monteiro, vice-presidente da ANNP, que critica ainda a Federação Portuguesa de Natação de “nunca ter tido a iniciativa de criar um Circuito Nacional”.
A primeira etapa do Circuito Beach Polo da ANNP, Jopel Beach Polo, está agendada para os dias 20 e 21 de Julho na Piscina Municipal de Espinho, a partir das 19h00. A segunda etapa, Basto Beach Polo, realiza-se a 25 de Agosto em Mondim de Basto, a partir das 9h30. A terceira etapa, Fafe Beach Polo, decorre na Barragem da Queimadela, em Fafe, no dia 1 de Setembro, a partir das 09h30.
sexta-feira, junho 08, 2007
Carro quase atropelava mãe e filhos dentro de casa
A condutora , uma mulher na casa dos 40 anos, saiu ilesa e não ganhou para o susto. Conseguiu abrir a porta da mala do Renaul Clio e sair por ali. Porém, ao que apurámos, o seu carro teria sido abalroado por um outro, o que lhe teria provocado o despiste. A GNR de Mondim de Basto ainda fez várias diligências para encontrar o veículo (um Peugeot, ao que se diz), mas até agora não foi encontrado o seu paradeiro. De referir que, na altura do acidente, Célia Ferreira tinha uma fogueira acesa para um churrasco e o carro ficou a poucos metros das chamas. Este desastre é o terceiro ocorrido naquele local, cuja curva é sinuosa. Antes, um automóvel tinha vindo parar a um silvado. Outro tinha batido no poste. Esta situação levou a que Carlos Ferreira, marido de Célia, tivesse, já em Setembro de 1993, feito o pedido à Câmara Municipal de Mondim de Basto, para a instalação de um rail de protecção no local. Daí a sua revolta.
" É um desejo antigo. Estamos aqui num perigo e este acidente demonstra que temos razão no nosso pedido", observou. Ontem, elementos da Câmara Municipal de Mondim de Basto estiveram no local e, ao que apurámos, em breve serão colocados rails de protecção naquele local.
quarta-feira, maio 30, 2007
Eleitores votam orçamento
"Queremos promover uma grande participação dos cidadãos nas decisões", afirma o presidente da Câmara Municipal de Sesimbra, Augusto Pólvora, adiantando que "a Autarquia vai ter a obrigação de cumprir e fazer cumprir as deliberações".
A Autarquia acredita que as escolhas da população irão recair sobre pequenos investimentos. "Muitas aldeias vão optar por realizar obras como abrigos, parques infantis ou arranjos de estradas", considera Augusto Pólvora.
As mesas de voto do concelho vão servir de palco para 12 foros territoriais, que vão eleger um total de 41 delegados até ao final de Junho. Os delegados vão auscultar a população da sua área de residência até Setembro, para depois apresentar e decidir nas assembleias de delegados quais os investimentos prioritários para a população.
A primeira sessão do Orçamento Participativo do Município de Sesimbra para 2008 realiza-se hoje, pelas 21.30 horas, no Auditório Conde de Ferreira, com o Foro Territorial de Sesimbra, para o qual foram afectos cerca de 79 mil euros, tendo em conta a área geográfica e o número de eleitores.
terça-feira, abril 24, 2007
Hotel de luxo cria 50 empregos
O empreendimento representa uma espécie de "oásis" na economia local, pois prevê-se a criação de "mais de 50 postos de trabalho", segundo o presidente da Câmara de Mondim de Basto, Pinto Moura.
O investimento, a cargo da empresa Simões e Martins, com sede em Lagoa, no Algarve, vai custar cerca de cinco milhões de euros e foi co-financiado pela União Europeia, com fundos do Programa Prime (Programa Incentivos à Modernização da Economia), via Ministério da Economia e Inovação, no valor de 1,7 milhões. Segundo Adriano Martins, investidor de origem transmontana que tem apostado sobretudo no Algarve, onde é co-proprietário de outras unidades de turismo em sociedade com o conhecido empresário Paulo China e o futebolista Luís Figo, este hotel "vai ter 44 quartos e cinco apartamentos T2, equipados com kitchnet, mais vocacionadas para as famílias ou grupos". O Mondim Tâmega Park (uma designação provisória, que vai ser alterada) terá, assim, 108 camas, o que "significa pelo menos três vezes mais a oferta actual do município", acrescentou o responsável.
Os principais mercados alvo serão a Galiza e toda a vizinha Espanha e os países do Norte da Europa. "A oferta passará também pelo turismo de montanha, pelo desporto e pela aventura, muito ligados ao rio, sem esquecer os desportos radicais, para os quais a zona possui excelentes potencialidades", referiu o empresário.
Praia fluvial e jardim
O Mondim Tâmega Park vai ter campos para prática dos mais diversos desportos, um armazém de apoio às modalidades como canoagem ou rafting, entre outros. O novo hotel terá duas piscinas, uma interior e outra exterior, ambas aquecidas e com vista para o rio Tâmega, e uma pequena praia fluvial. Os terrenos circundantes vão ser alvo de uma intervenção em que será criado um jardim botânico com certificação internacional, onde os hóspedes podem plantar a sua própria árvore, que poderão "visitar" sempre que quiserem ao longo da vida.
quarta-feira, abril 11, 2007
Alunos devedores ficam sem refeições
Segundo o presidente da CPC e vereador da Oposição, Humberto Cerqueira, "esta é uma atitude repudiável, tanto mais que os alunos em questão foram deslocados das escolas das suas aldeias na recente reorganização do Ensino Básico, sendo portanto forçados a almoçar na escola que frequentam agora".
Humberto Cerqueira acusa o vereador da Educação, Francisco Ribeiro, e a Autarquia de "assumir um papel empresarial, cobrando de forma agressiva o mesmo a tudo e a todos, não olhando a ricos e pobres". O PS apresenta, ainda, como justificação, "a lei do menor esforço", porque até agora não foi efectuado qualquer levantamento socioeconómico, obrigatório por lei, que permita identificar quais os alunos que ficarão isentos do pagamento. Esta situação é ilegal e injusta", refere.
O vereador do PSD Francisco Ribeiro explicou, ao JN, que "todos os alunos pagam um euro por refeição", lembrando que "a comparticipação do Estado é de apenas 58 cêntimos, o que é manifestamente insuficiente".
Aquele responsável lembra que "com a reorganização escolar, a Câmara teve de contratar 18 funcionários, adquirir duas carrinhas e fazer obras nas escolas, que também neste caso tiveram uma comparticipação irrisória do Ministério da Educação", acrescenta.
Francisco Ribeiro refere que os alunos que estão referenciados pela comissão de protecção de menores estão isentos, e outros casos pontuais têm sido resolvidos. Os casos que foram notificados são de pessoas que têm capacidade económica para tal e são meia dúzia de situações".
A Câmara fornece 400 refeições por dia, num universo de 600 alunos.
terça-feira, abril 10, 2007
Cães de outros concelhos abandonados na vila
Esta situação tem levado a um aumento de animais no canil e à implementação, por parte da edilidade, de um conjunto de medidas para fazer face ao problema. Nomeadamente a constituição de uma equipa formada por uma engenheira zootécnica e um técnico veterinário, bem como a "realização duma campanha junto de várias escolas do concelho para a promoção da adopção de animais que se encontram no canil municipal". Tudo para evitar o abate de alguns cães, o que acontece em caso de "padecerem de doenças ou outra mazela qualquer que afectem a vida do cão". Porém, isto "raramente acontece", pois, segundo Francisco Ribeiro, "há muita gente que procura animais para adoptar".
O autarca refere ainda outros procedimentos. "Faz-se a recolha de animais vadios. Cumprimos a lei neste aspecto. Ou seja, aguardamos os dias necessários (cinco), ou mesmo mais, para os cães eventualmente serem acolhidos pelos seus novos donos", acrescentou.
Para o futuro, uma outra solução pode acontecer. "Temos um canil municipal, embora de futuro estejamos a pensar numa outra estrutura incluída na Comunidade Urbana do Tâmega."Precisamente esta estrutura admite construir um canil intermunicipal para recolher os animais abandonados que erram pelos concelhos de Amarante, Baião, Celorico de Basto, Marco de Canaveses e Mondim de Basto".
A própria ComUrb decidiu iniciar o processo de escolha da localização do futuro canil intermunicipal, tendo em vista a sua inclusão no Programa de Acção Intermunicipal de Serviços Colectivos Territoriais de Proximidade da NUT III - Tâmega. Destes, o concelho do Marco de Canaveses é aquele que provavelmente mais necessita da infra-estrutura, atendendo ao número elevado de animais que vagueiampelas ruas da cidade.
Agora um pouco mais a sério... preocupa-me o facto de a escolha da localização do futuro canil intermunicipal ainda não estar definida. Se atendermos às condições oferecidas pelo nosso Município... parece-me que temos grandes hipóteses de apanhar esta infra-estrutura da ComUrb.!!! :D
Agora realmente sério!!! Se está já definido uma solução ComUrb para o problema... para que a constituição uma equipa formada por uma engenheira zootécnica e um técnico veterinário?
quarta-feira, outubro 04, 2006
OBTER OS LOURES A CUSTA DAS NOVAS REFORMAS DO ENSINO
Refere o variador Francisco Ribeiro que ?iniciou o novo ano lectivo sem grandes incidentes e com as com todas as obras exigidas efectuadas nas escolas?, como pai digo que até a data da leitura do jornal as actividades extra curriculares ainda não iniciaram como o Música, Inglês e a Educação Física, que existem alunos a almoçarem nos halls da entrada da Escola e ainda existem escolas que ainda não servem as refeições devido ao atraso nas obras.
Mais informo que o facto de o Município fornecer os livros a todos os alunos do 1º ciclo não é a iniciativa mais correcta, já que tenho a certeza que no concelho existem alunos com mais necessidades do que os meus filhos na obtenção dos livros escolares, para quem não sabe até os filhos os senhores doutores e engenheiros recebem os manuais escolares, mas não se importa das casas de banhos sem condições de higiene, pergunto eu ao Sr. Variador da Educação Francisco Ribeiro não seria melhor fornecer os livros a quem necessita realmente através e um subsidio controlado e com o resto das verbas apetrechar as escolas com mais e melhores materiais didácticos? Não me pergunte como porque por aquilo que sei não faltam funcionários no Município e é para isso que eles lá estão, para a elaborarem programas de apoios escolares justos e dignos, de forma a apoiar as crianças mais necessitadas, não só com livros mas também com mais material escolar, tais como cadernos lápis etc. Como pai sou a favor do auxílio as famílias mais necessitadas mas não com o tipo de politica actual, que se dê a quem mais necessita, ou será que o somos um município tão rico que nos podemos dar ao luxo de fornecer os livros a todos os alunos refiro mais uma vez, mesmo a quem não necessita dê-se apoio.
Relativamente a um outro ponto a minha surpresa quando o Sr. variador refere os gastos acrescidos com as obras e o transporte escolar, para quem não sabe o Ministério da Educação financiou todas as obras nas escolas menos na do meu filho que tem que almoçar no all de entrada e não pode fazer as suas necessidades fisiológicas já que as casas de banho não possuem condições, onde foram feitas as obras que o Sr. Variador refere? Relativamente a alimentação também aqui o ministério subsidia, as actividades extra curriculares para quem não sabe são os gastos são todos eles suportados pelo ministério com a contribuição de 250 euros por cada aluno, para quem não sabe o subsídio que a Município de Mondim de Basto obteve é só multiplicar 250Euros por cada aluno. Será que também não chega para cobrir as despesas de transporte?
Sr. Variador não queira obter os louros a custa da novas politicas do governo, se à mérito de certeza que não é seu, ou será que já se esta a preparar para as autarquias que se avizinham?
Texto publicado tal como enviado por: Eternamente Mondinense
terça-feira, setembro 26, 2006
Jovens atletas têm transporte gratuito
Serão cerca de 170 jovens, que frequentam sobretudo o Clube Desportivo Celoricense, o Mota Futebol Clube, o Sport Clube Fermilense e o Basket Clube de Celorico de Basto, que vão beneficiar da medida.
Para o vereador, "está a apostar-se num apoio directo à formação", em detrimento da "atribuição de subsídios financeiros que não devem servir para pagar salários a jogadores porque os dinheiros públicos não devem ser aplicados dessa maneira".
Já não é a primeira vez que vimos um dirigente político ter a coragem (ou a percepção de que afinal esta é cada vez mais a posição que melhores resultados políticos lhe trará) de assumir estas posições. Uma coisa é certa, pode demorar mais ou menos tempo, mas algo terá que mudar na gestão dos clubes para que possam continuar a ser suportados por dinheiros públicos. Safar-se-ão os que se anteciparem, passando a prestar realmente serviço público às comunidades onde se inserem.
Por outro lado, vemos uma autarquia "olhar" para o tansporte como um investimento em vez de uma despesa insuportável como muitas vezes é classificada por estes lados. Com esta atitude, a autarquia promove a dinamização dos clubes, levando até eles mais atletas, e corrige assimetrias na oferta desportiva do seu concelho permitindo a uma criança que resida fora da sede do concelho (e fora do concelho) ter acesso às mesmas actividades desportivas.
domingo, setembro 24, 2006
Governo divulga câmaras impedidas de recorrer a créditos
A ANMP acusa o Governo de querer barrar o acesso ao crédito a 205 municípios até 2014, mas o secretário de Estado da Administração Local, Eduardo Cabrita, assegurou que são apenas 70.
Do total das câmaras impedidas de recorrer a créditos, Marco de Canaveses foi a que mais ultrapassou o limite de endividamento: 267%.
O Correio da Manhã publica hoje a lista das 70 autarquias que perdem capacidade de endividamento:
Alpiarça, 157%; Amares, 171%; Ansião, 112%; Armamar, 170%; Aveiro, 216%; Barreiro, 117%; Calheta (São Jorge), 196%; Carrazeda De Ansiães, 169%; Castanheira De Pêra, 181%; Castelo De Paiva, 195%; Celorico Da Beira, 181%; Chamusca, 109%; Condeixa-A-Nova, 108%; Covilhã, 227%; Espinho, 101%; Faro, 101%; Figueira Da Foz, 147%; Fornos De Algodres, 137%; Fundão, 168%; Gouveia, 161%; Guarda, 136%; Lajes Das Flores, 205%; Lisboa, 158%; Machico, 198%; Maia, 180%; Manteigas, 120%; Marco De Canaveses, 267%; Mesão Frio, 104%; Moimenta Da Beira, 104%; Monção, 124%; Monchique, 117%; Mondim De Basto, 175%; Montemor-O-Velho, 173%; Mourão, 177%; Murça, 120%; Nazaré, 107%; Odivelas, 157%; Oliveira De Azeméis, 133%; Oliveira De Frades, 107%; Ourém, 110%; Ourique, 178%; Ovar, 101%; Paredes De Coura, 122%; Portalegre, 115%; Porto Moniz, 113%; Povoação, 107%; Reguengos De Monsaraz, 119%; Ribeira Grande, 116%; Rio Maior, 125%; Santa Comba Dão, 150%; Santarém, 159%; São Pedro Do Sul, 194%; Sátão, 127%; Seia, 164%; Seixal, 121%; Sesimbra, 130%; Setúbal, 131%; Sines, 192%; Soure, 112%; Tarouca, 102%; Torre De Moncorvo, 114%; Torres Novas, 144%; Trancoso, 124%; Vale De Cambra, 185%; Velas, 180%; Vila Da Praia Da Vitória, 131%; Vila Do Conde, 164%; Vila Franca Do Campo, 194%; Vila Nova De Poiares, 172% e Vouzela, 147%.