quinta-feira, março 26, 2009
Radiohead - All I Ned
quarta-feira, março 18, 2009
Recenseamento Eleitoral mudou!
segunda-feira, março 09, 2009
Mondinense de volta a casa ... em casa nova!
Depois de meia época a jogar "fora", o Mondinense voltou a jogar no Estádio Municipal, com novo piso e com uma cara nova. Jogou contra o Prado e venceu por 3-1.
O estádio estava bem composto ... os Mondinenses sempre gostaram de bola e apoiam sempre a equipa sempre!
quinta-feira, março 05, 2009
Sutentável e Barato! Coisa de Minhoca!
Não é que as danadas das minhocas, se propõem reciclar mais de 80% dos resíduos urbanos, que doutra forma seriam depositados nos aterros sanitários?
Melhor!!! A venda do húmus, que resulta da matéria orgânica digerida pelas ditas, associada aos baixos custos de manutenção desta colónia de devoradoras de lixo, permitirá, dizem eles, baixar a curto prazo as tarifas aos seus concidadãos!
Recorremos à natureza para minimizar as nossas agressões à natureza! Será isto sustentabilidade! Quero acreditar que sim!
Mais informação aqui, aqui e aqui!
quarta-feira, março 04, 2009
quinta-feira, fevereiro 26, 2009
Recuperação de pequenos e médios centros urbanos
Segundo a Lusa, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N) aprovou o investimento de 118,5 milhões de euros na recuperação de vilas e cidades do Norte de Portugal, numa iniciativa de reabilitação inédita no país, que abrange 44 concelhos.
“Esta é a operação de reabilitação urbana mais vasta e mais ambiciosa que jamais se fez em Portugal ao nível dos centros urbanos de pequena e média dimensão”, anunciou hoje Carlos Lage, presidente da CCDR-N, em conferência de imprensa.
Este “mini-programa Polis” abrange 49 projectos e mais de metade dos concelhos da região (44), contando com o apoio de 83 milhões de euros (70 por cento) de fundos estruturais disponíveis no Programa Operacional Regional do Norte.
...
Este programa vai abranger os concelhos de Arcos de Valdevez, Alfândega da Fé, Alijó, Armamar, Arouca, Baião, Boticas, Cabeceiras de Basto, Caminha, Celorico de Basto, Felgueiras, Freixo de Espada à Cinta, Lousada, Macedo de Cavaleiros, Melgaço, Mesão Frio, Miranda do Douro, Mogadouro, Moimenta da Beira, Monção, Mondim de Basto, Murça, Paredes de Coura, Ponte da Barca, Ponte de Lima, Póvoa de Lanhoso, Resende, Ribeira de Pena, Sabrosa, Santa Marta de Penaguião, São João da Pesqueira, Tabuaço, Tarouca, Terras de Bouro, Torre de Moncorvo, Valença, Valpaços, Vieira do Minho, Vila Nova de Cerveira, Vila Nova de Foz Côa, Vila Pouca de Aguiar, Vila Verde, Vimioso e Vinhais.
Ver mais em:
quinta-feira, fevereiro 19, 2009
De Mondim para o Tribunal de Alexandria
Nascido na freguesia rural de S. Pedro de Atei, Pereira e Cunha (1855-1937) evidenciou-se curiosamente num período muito conturbado da História de Portugal, entre o ultimato inglês e a implantação da República. Foi governador civil de Faro, Porto e Lisboa. Na capital, conseguiu a democratização do Carnaval, abrindo-o ao povo, ao passo que recusou sempre a pasta de ministro, apesar dos convites.
Pereira estava para D. Carlos como o padre Vítor Melícias para o antigo primeiro-ministro António Guterres. Quando o monarca morreu assassinado em 1908, a rainha D. Amélia deixou uma frase célebre: "Se o Pereira cá estivesse, não tínhamos feito esta viagem [Vila Viçosa-Lisboa]". Junto da sepultura do conselheiro estão, aliás, os retratos do casal régio, que lhe entregou as Comenda e Grã-Cruz da Ordem Militar da Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa.
António Pinheiro Torres, sobrinho-neto do retratado e patrocinador do livro evocativo, distingue-o como uma referência da sua geração: "A corte, os políticos, os senhores procuravam-no nos momentos mais críticos do país; o seu parecer era indiscutível e a vida avessa a honras e títulos". O autarca mondinense Fernando Pinto de Moura mal conhecia a personalidade, "tal como a maioria" dos concidadãos, e pretende eternizá-la em S. Pedro de Atei ou na vila, faltando definir se tal será feito em estátua ou nome de artéria. "Mercê da humildade, generosidade e lealdade, Pereira e Cunha silenciava os seus feitos, mas hoje transmite auto-estima às nossas gentes".
Como jurista no Egipto (1903-1925) e aí líder do Tribunal Internacional (1918-25), o ilustre de S. Pedro de Atei "nunca teve uma decisão sua alvo de recurso". A dedicação e sapiência valeram-lhe ainda as medalhas de Comendador e Grã-Cruz das ordens militares de Cristo e de Avis.
quarta-feira, fevereiro 11, 2009
E a nós também nos falta?
Podem ver o trabalho completo em águeda21?
Desde cedo que neste blogue se falou em Agenda 21 e na necessidade de pensar a longo prazo. Crescimento sustentável é hoje um termo "in". Se assim é... Mondim continua "demodé"!
Fica portanto uma chamada de atenção para o bom gosto e para a pertinência do tema.
E já agora: "Também a nós nos falta uma Agenda21!"
Agenda 21
Agenda 21 chega ao Nordeste
sexta-feira, janeiro 30, 2009
Grandes causas!
Contrastando então com o que apelidam de "grandes causas", não foi necessário sequer deixar o mês acabar, para se sucederem as notícias a darem conta do paupérrimo desempenho autárquico na área social, numas situações directa noutras indirectamente.
No apoio social juvenil, pela segunda vez neste ano lectivo, fomos visitados pelas três cadeias de televisão, no mesmo dia, para noticiarem a indignação dos pais com os horários de transporte dos seus filhos. Recordo que há mais de um ano já a SIC nos tinha visitado para abordar o mesmo assunto.
Na mesma altura, num artigo da autoria do Executivo da Junta de Freguesia de Mondim de Basto, somos alertados para mais um flagelo social no nosso concelho: Triste Morte de um Idoso em Mondim de Basto. Já antes, havíamos sido notícia num jornal de expressão nacional que alertava para o problema idéntico: Caso de miséria total.
Choca portanto ler "grandes causas", quando afinal, comparadas com as necessidades alarmantes do concelho, nem causas se deveriam chamar.
Mondim precisa urgentemente de uma autarquia que assuma no âmbito das suas responsabilidades o combate às desigualdades num concelho que tende a melhorar a qualidade de vida somente na Vila. É essa uma missão essencial.
Precisa também de uma autarquia que trabalhe efectivamente no terreno e assuma a sua responsabilidade na identificação das carências. Duma autarquia que seja capaz de criar condições para a dinamização de uma verdadeira rede social, que diversifique a oferta, que aumente as respostas, que regulamente e divulgue o apoio, para que quem necessita usufrua sabendo que é um direito que lhe assiste. Porque é de um direito que falamos.
É certo que em grande medida o apoio social, está entregue no nosso País ao associativismo. Associativismo esse, que no nosso concelho, tal como em outras áreas, é pouco expressivo. Se realmente acreditamos na virtude do sistema e confiamos no concelho que gerimos, então o desafio de tentar motivar os mondinenses para que o panorama se altere merece ser assumido.
sexta-feira, janeiro 23, 2009
Ambiente: Fisgas do Ermelo "vão continuar"
quarta-feira, janeiro 21, 2009
Bruxelas investiga Programa de Barragens
"A Comissão Europeia está a investigar a possibilidade de o Programa Nacional de Barragens de Elevado Potencial Hídrico, que envolve a construção de dez novos aproveitamentos em Portugal, violar a directiva-quadro comunitária sobre a água."
terça-feira, janeiro 20, 2009
“Paisagens Milenares”
A notícia corre por diversos órgãos de informação. É a primeira grande iniciativa da Associação de Municípios do baixo Tâmega.
in Público
Em momento oportuno, discutimos aqui no blog a opção de Mondim de Basto pela NUT Ave.
Coisas de "NUTs"!
NUTs novamente!
Mesmo considerando que este é somente um primeiro passo, e que até ao momento pouco se conhece sobre as iniciativas da AMAVE, entendo ser muito difícil a apresentação de candidaturas que se enquadrem tanto com a nossa realidade. As "Paisagens Milenares" que se apresentam como potencial a valorizar pelos municípios que integram o Baixo Tâmega, são também o grande desafio/oportunidade do nosso concelho, nesta luta que visa retirar-nos do top da tabela dos concelhos mais pobres (até aqui o ponto é comum!).
Aguardo pacientemente pelos resultados da nossa adesão ao Ave, sabendo que qualquer candidatura irá atender às especificidades da maioria dos concelhos que compõem esta associação, que tem somente dois concelhos caracteristicamente rurais.
terça-feira, janeiro 06, 2009
Vale do Ave Região Digital com projecto aprovado
Foi aprovado mais um projecto no âmbito da implementação do programa Vale do Ave Digital.
O projecto no valor de dois milhões e 900 mil euros vai permitir executar diversos subprojectos em áreas diversas, nomeadamente do governo electrónico autárquico, redes municipais de banda larga, plataforma electrónica de compras, ambulância tecnológica e agente móvel.
O Gestor do Vale do Ave Região Digital diz que a concretização deste projecto vai resultar em vantagem para o cidadão que poderá aceder on-line a diversa informação dos Municípios da NUT 3 do Ave.
terça-feira, dezembro 23, 2008
Pardelhas - "Nenhuma terra é bonita, quando nela se vive mal"
sexta-feira, dezembro 19, 2008
Centro Escolar de Mondim já se encontra em construção
Como não poderia deixar de ser, também nós seremos contemplados com este novo equipamento, que vem no seguimento da política do actual governo, que aposta forte da renovação do parque escolar, associado a uma série de medidas que "revolucionaram" o ensino primário do nosso país.
A construção desta infraestrutura, que vem no seguimento da já referida renovação do parque escolar imposta pelo governo, vem oferecer definitivamente as condições necessárias para a escola a tempo inteiro, medida esta também lançada pelo actual governo. Ficamos também a saber, que demonstra bem a nova forma do município encarar a educação. Perfeita sintonia!
Estranho o facto, de por alturas do encerramento das escolas, primeira iniciativa no âmbito desta por demais referida requalificação, não se ver os Vereadores a oferecer o peito às balas. Incompreensões na altura certamente!
Ironias à parte, gostaria de dar as boas vindas a este investimento, comparticipado a 75%, que certamente permitirá elevar a qualidade do ensino básico dos alunos do Mondim de Basto e Paradança. Desejar que finda esta primeira fase, todos os esforços sejam feitos para que, de imediato, se concretizem os restantes projectos apontados pela nossa Carta Educativa, conscientes que, na impossibilidade de os ver concretizados, aumenta de novo o fosso da qualidade de vida entre Mondim e as restantes Freguesias.
sexta-feira, dezembro 12, 2008
Acção Social Escolar e Solidariedade.
Lido o comunicado, percebe-se que para o PSD, o apoio social escolar atribuído em função dos rendimentos das famílias é um erro. Para o PSD, não fosse o facto de existir uma lei que os obriga a agir dessa forma, a solução passava por cobrar o mesmo valor a todas as famílias independentemente dos seus rendimentos. Ricos ou Pobres, todos pagariam 1Euro por refeição.
É triste ver no comunicado, que para sustentarem a sua opção, alegam que há uma injustiça na atribuição de escalões, já que os mesmos, assentando no IRS, só acabam por ser justas para os trabalhadores por conta de outrem. Admitindo que existem declarações de IRS que não espelham o verdadeiro rendimento das famílias:
1 - O estado coloca à disposição da autarquia os instrumentos que lhe permite levar avante as suspeitas.
2 - Se realmente existe uma percentagem de declarações fraudulentas, também não deixa de ser verdade, que no caso das famílias realmente carenciadas essa declaração é bem real. Levando por isso a justiça a casa de quem necessita.
Para o PSD, o facto de existirem algumas famílias a receberem o apoio sem dele necessitarem é motivo para que as famílias que realmente necessitam deixem também de o receber, passando todos, à luz do seu conceito de justiça, a pagarem o mesmo.
Pessoalmente, prefiro permitir-me aceitar que algumas famílias recebam sem dele necessitar, sabendo com toda a certeza, que aqueles que necessitam estão hoje isentos de um pagamento que ao final de o ano, lhes permitirá poupar no mínimo 200 euros por cada filho que têm na escola.
Como remate, permitam-me confrontar estas duas ideologias laranjas:
Por um lado, vemos a JSD, a avançar para uma nobre campanha de solidariedade onde se propõem levar um brinquedo à casa das famílias carenciadas, certos de que este gesto, fará a diferença neste Natal. Pelo outro lado, vemos o PSD, reafirmar novamente, que à luz da sua ideia de justiça, 1Euro por dia não faria qualquer diferença a estas famílias. Em que ficamos?
terça-feira, dezembro 09, 2008
JSD apresenta campanha de solidariedade (???)
Do congresso nacional, pouca política saiu, o destaque foi todo para as acções de solidariedade.
O objectivo nobre das campanhas de solidariedade, obriga a que este assunto seja tratado com o maior dos cuidados. E é aí, nessa fragilidade que a JSD aposta. É difícil a qualquer entidade manifestar-se. Facilmente se confunde a crítica à Juventude Partidária como uma crítica à Campanha de Solidariedade.
A JSD decide enveredar por este caminho, justificam a sua opção com a necessidade de encontrar formas distintas de motivar os jovens para a actividade político-partidária. Contra senso, digo eu!! Os partidos políticos não são associações. Motivar jovens para a actividade política com actividades de cariz associativo é "enganar meninos". O caso piora, quando se "mistura" acção social, que deve ser mantida a todo custo longe da actividade política. A posição do "Banco Alimentar" perante a oferta da JSD de duas toneladas de alimentos não deixa dúvidas quanto isso.
Assumindo o risco, entendo ser criticável esta atitude da JSD. São competências das juventudes políticas, lutar para que os diferentes órgãos executivos onde estão representados, criem condições para o trabalho das associações. Não as deve tentar substituir, correndo o risco de ser julgado pelas suas intenções, o que é de todo compreensível.
terça-feira, novembro 04, 2008
quarta-feira, setembro 10, 2008
Programa Nacional de Barragens: Gouvães
No entanto, esta barragem será "alimentada" por três outras barragens, instaladas nos rios Viduedo, Alvadia e Olo, que através de um circuito hidráulico, desviarão a água para a Barragem de Gouvães, onde estará instalada a central de produção de energia.
Multiplicam-se agora as notícias que atestam o fim da maior queda de portuguesa: as Fisgas de Ermelo.
Tal como no caso de Fridão, também aqui, os alertas não surtiram qualquer tipo de efeito. Reinou a descrença. Talvez agora com as bombas lançadas nas RTP, nas LUSA ou nos IOL a informação mereça outro crédito. Pena que de lá até cá, alguns meses tenham passado.
Por razões de afinidade ao rio Tâmega, que sempre foi a minha praia de eleição, muito me custa "engolir" a Barragem de Fridão. Mas de olhos no futuro do nosso concelho, (o futuro é o turismo não é?), acredito ser possível ultrapassar os prejuízos que advêm desta primeira obra.
O mesmo não posso afirmar em relação ao impacto do desvio da água do rio Olo. Acredito seriamente que a importância do rio Olo no futuro de um Mondim direccionado ao Turismo vai muito além das Fisgas de Ermelo. Será uma ancora para um Turismo activo, de lazer em contacto com a Natureza.
Artigos sobre o assunto:
- RTP
- IOL Diário
- Esquerda
- Público
segunda-feira, setembro 08, 2008
Programa Nacional de Barragens: Fridão
Continua difícil de perceber a aceitação que a construção da Barragem de Fridão continua a ter na nossa comunidade. O filme acima, é o registo de uma imagem, que qualquer mondinense atento, tem a possibilidade de visualizar quando faz a viagem Porto-Mondim pela A4, logo depois de passar a portagem de Amarante.
Barragem é sinónimo de alteração positiva na paisagem. Pisões, Alqueva, entre outros, são os exemplos a que nos agarramos, sem admitir as diferenças biológicas, geológicas e geográficas que farão desta barragem algo completamente distinto. Toda a informação que aponte para os impactos negativos desta obra para o nosso concelho, que ultrapassem a questão do nevoeiro, são vistos como boatos.
Aos alertas lançados, continuamos a reagir com uma típica atitude, "esperar para ver", mesmo que os sinais sejam de todo inequívocos. O Projecto Programa refere a elevada probabilidade do fenómeno de eutrofização (tal como se vê no vídeo) acontecer na bacia de Fridão. Probabilidade transformada em certeza, quando poucos quilómetros a jusante, em condições tudo idênticas às nossas o fenómeno é uma realidade.
Não sou propriamente contra a construção de uma barragem que, ao que tudo indica, serve em grande medida os interesses nacionais (mesmo este ponto é colocado em causa num artigo recente). No entanto, entendo que Mondim deve assumir uma postura de sacrificado em prol deste interesse exigindo ser reconhecido (recompensado) pelos danos que vai certamente sofrer.
quarta-feira, janeiro 30, 2008
Mondim na cauda da tabela dos concelhos com melhor qualidade de vida em Portugal...
O Índice Concelhio de Qualidade de Vida, elaborado pelo Observatório para o Desenvolvimento Económico e Social daquela universidade, coloca nas últimas posições os concelhos de Vinhais e Sabugal, no Norte e Centro do país.
O índice baseia-se no anuário estatístico de 2004 do Instituto Nacional de Estatística sobre o qual foi aplicada «uma metodologia original e inovadora», segundo Pires Manso, professor catedrático da UBI e responsável pelo ODES, autor do trabalho juntamente com Nuno Simões, técnico do Observatório.
«O índice tem em conta centenas de variáveis quantitativas, como o Produto Interno Bruto (PIB) ou o consumo, e variáveis qualitativas como a disponibilidade de bens culturais e outros de difícil medição», explica.
Através de «técnicas estatísticas mais simples e outras mais elaboradas, como as multivariadas, caso da análise factorial», o índice avalia cada concelho em três factores: educação e mercado de emprego; infra-estruturas; ambiente económico e habitacional.
Lisboa lidera a tabela com um Indicador de Qualidade de Vida (IQV) de 205,07 pontos enquanto Sabugal (Guarda) ocupa a última posição (278ª) com um IQV de 5,29.
«Da análise do ranking, e começando pelo topo, é de realçar a posição dos municípios de área da Grande Lisboa e os do Algarve, que ocupam, no seu conjunto, 14 das primeiras 20 posições da lista ordenada», destaca Pires Manso.
«Surgem igualmente bem classificados», no grupo dos 20 primeiros, «os municípios de São João da Madeira (3º) e Porto (4º), ambos na região Norte, os municípios de Aveiro (10º), Coimbra (15º) e Marinha Grande (16º), na região Centro, e Sines (20º), o município melhor representado do Alentejo», sublinha.
«Olhando para fundo do ranking, a grande conclusão que se tira é que os últimos lugares são maioritariamente ocupados por municípios do Norte e Centro do país: dos últimos 50 lugares, 43 pertencem a municípios destas duas regiões», acrescenta o investigador.
Para além do ranking, Pires Manso coloca a ênfase do trabalho no facto de mostrar «como é importante a selecção dos indicadores quando se pretende medir a qualidade de vida. Apesar dos resultados, no geral ,não diferirem muito do esperado, permitem detectar casos particulares de sucesso».
Os primeiros 20 classificados por IQV: Lisboa 205,07; Albufeira 181,04; São João da Madeira 168,57; Porto 161,05; Sintra 158,73; Lagos 158,51; Cascais 148,57; Lagoa 143,95; Vila Franca de Xira 142,82; Aveiro 142,81; Loulé 141,43; Portimão 140,04; Oeiras 135,78; Faro 134,13; Coimbra 133,45; Marinha Grande 131,56; Vila Real de Santo António 130,86; Amadora 130,32; Palmela 128,77; Sines 128,65.
Os últimos 20 classificados por IQV: Murça 32,55; Figueira de Castelo Rodrigo 31,71; Penedono 30,35; Idanha-a-Nova 30,16; Mondim de Basto 28,97; Cinfães 28,42; Vila Flor 27,98; Carrazeda de Ansiães 27,46; Valpaços 26,56; Vila Nova de Foz Côa 25,09; Alcoutim 23,56; Penamacor 21,89; Boticas 19,34; Terras de Bouro 18,33; Aguiar da Beira 14,97; Penalva do Castelo 14,43; Pampilhosa da Serra 13,69; Resende 12,72; Vinhais 5,32; Sabugal 5,29.
terça-feira, novembro 13, 2007
Presidente da autarquia justifica o endividamento, mas não o contestou na altura apropriada.
Inicialmente, a lista era composta por 74 municípios, mas à medida que foram sendo notificados e apresentado o contraditório por parte dos autarcas, foi sendo reduzida.
Em Setembro foram notificados os 22 municípios, mas só 20 responderam: Mondim de Basto e Nazaré não apresentaram qualquer resposta.
Notícia Completa - Diário Digital
Notícia 2
O presidente da Câmara de Mondim de Basto, incluída na lista das que poderão ser penalizadas por excesso de endividamento, disse hoje à Lusa que a autarquia vai conseguir pagar algumas das suas dívidas nos próximos tempos.
O social-democrata Pinto de Moura sustentou que a situação de ultrapassagem dos limites de endividamento se deveu «a atrasos na chegada de fundos comunitários destinados a pagar projectos em curso no concelho».
«Mal as dívidas à autarquia sejam pagas, nós poderemos também pagar o dinheiro que devemos», afirmou o autarca.
Notícia Completa - Diário Digital
Doze autarquias confirmadas com excesso de dívidas
Na sequência do processo de apuramento de valores finais, foram notificados em Setembro 22 municípios que teriam ultrapassado o limite de endividamento líquido de 2006 e pelo menos um dos limites de endividamento de 2007.
Daquela lista, restam agora 19 municípios no processo, uma vez que três saíram, sete viram os valores revistos e 12 confirmados.
Para estes 12 municípios estão previstas reduções de dez por cento no valor mensal a transferir do Fundo de Equilíbrio Financeiro (FEF), mas a situação será reapreciada no primeiro semestre de 2008, após análise da evolução do endividamento municipal verificado em 2007.
São os seguintes os 12 municípios e respectivos valores:
Ansião (PSD) - excesso de endividamento 1.269.956,46 euros. Valor da redução mensal 37.600 euros. Número de reduções do FEF 34.
Castelo de Paiva (PSD) - Excesso endividamento 1.082.085,26 euros. Redução mensal do FEF 40.687 euros. Números de reduções 27.
Fornos de Algodres (PSD) - Excesso endividamento 3.064.311,31 euros. Redução mensal 31.238 euros. Reduções 99.
Guarda (PS) - Excesso endividamento 1.448.033,86 euros. Redução mensal 90.699 euros. Reduções 16.
Lisboa (PS) - Excesso endividamento 10.044.461,04 euros. Redução mensal 261.402 euros. Reduções 39.
Lourinhã (PS) - Excesso endividamento 1.264.972,17 euros. Redução mensal 31.302 euros. Reduções 41.
Mondim de Basto (PSD) - Excesso endividamento 496.031,67 euros. Redução mensal 42.283 euros. Reduções 12.
Ourique (PS) - Excesso endividamento 103.941,08 euros. Redução mensal 48.067 euros. Reduções 3.
Santarém (independente/PSD) - Excesso endividamento 3.806.923,61 euros. Redução mensal 79.147 euros. Reduções 49.
São Pedro do Sul (PSD) - Excesso endividamento 1.561.700,13 euros. Redução mensal 58.357 euros. Reduções 27.
Vila Nova de Gaia (PSD) - Excesso endividamento 11.929.661,12 euros. Redução mensal 106.480 euros. Reduções 113.
e por fim Vouzela (PSD) - Excesso endividamento 740.905,41 euros. Redução mensal 38.851 euros. Reduções 20.
terça-feira, novembro 06, 2007
Estamos a comprometer o futuro.
Uma região com um território despovoado e envelhecido. E marcado por fortes assimetrias entre o litoral e o interior. Foi este o diagnóstico traçado, ontem, pela professora Teresa Sá Marques, na síntese final do debate promovido pelo Instituto de Sociologia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP) e subordinada ao tema "A Região Norte de Portugal: dinâmicas de mudança social e recentes processos de desenvolvimento".
Escutaram-se notas de pessimismo sobre a região "Somos das regiões com piores indicadores ao nível europeu", disse a investigadora do departamento de Geografia da FLUP que, socorrendo-se do estudo realizado, fez um paralelismo entre a década de 80 e os tempos actuais: "Vive-se melhor do que há 20 anos, mas as dinâmicas não foram suficientes. Numa sociedade marcada pela globalização, quem ficar para trás fica ainda mais atrasado", concluiu.
Em sua opinião, a região Norte continua caracterizada pelo envelhecimento e aumento do número de idosos e, como tal, a exigir uma resposta concertada no âmbito social. Na sinopse final deste estudo, a oradora falou do Vale do Tâmega e implicitamente criticou as políticas dos últimos anos. "Andamos a falar do vale do Tâmega há mais de 20 anos. É o maior problema ao nível nacional. É uma das sub-regiões com maior densidade demográfica, mas onde são registados os piores indicadores. Estamos a comprometer o futuro", avisou Teresa Sá Marques. Sem adiantar receitas para mudar este estado de coisas, a investigadora alertou "Tem de existir uma nova ambição para aquele território", concluiu.
Sem dinâmica cultural
O sociólogo João Teixeira Lopes, da FLUP, abordou a dicotomia entre políticas e práticas culturais no Norte do país e, ao JN, fez uma retrato negativo.
Em sua opinião, a região Norte tem equipamentos culturais sub-aproveitados e, na maioria dos casos, sem um projecto cultural consentâneo com as realidades. A política de apoios das autarquias também mereceu reparos"As despesas municipais são marcadas por uma concepção tradicionalista, isto é, muitas câmaras limitam-se a apoiar os jogos e associações desportivas, mas sem um projecto. Em muitos casos, os pavilhões estão vazios", lamentou.
Já o investigador Carlos Manuel Gonçalves, coordenador do projecto e igualmente professor da FLUP, abordou as "dinâmicas do mercado de trabalho" e, em declarações ao JN, mostrou-se igualmente céptico quanto ao desenvolvimento desejado para a região "Nos últimos 20 anos, a mulher entrou mais facilmente no mercado de trabalho, mas registou-se um decréscimo no sector agrícola e terciário. O desemprego continua a atingir mais os jovens e as pessoas com idades superiores a 45 anos", concluiu o investigador da FLUP.
Manuel Vitorino
quarta-feira, outubro 10, 2007
Barragem de Fridão

Aqui fica uma imagem, proveniente do PROGRAMA NACIONAL DE BARRAGENS COM ELEVADO POTENCIAL HIDROELÉCTRICO, onde é possível ficar com uma ideia da nova bacia do rio Tâmega.
A laranja a localização das duas actuais travessias do Rio Tâmega e Cabril.
terça-feira, outubro 09, 2007
Autarquia Mondinense está na "Net"
http://www.cm-mondimdebasto.pt/
O sítio apresenta bastante informação sobre o município e de forma muito bem estruturada. É de fácil navegabilidade e interessante. Esta simplicidade (o google também o é) torna-o no entanto pouco apelativo. Algo que só preocupa se o principal objectivo do espaço for a promoção do concelho. Não me parece e a opção não merece contestação. Seria necessário começar por algum lado e a prestação de serviços aos munícipes é tão, ou mais importante, que a dita promoção.
É de aguardar agora com mais expectativa a evolução deste projecto, e algo que o complemente, no que à promoção do concelho diz respeito.
Parabéns!!!
quinta-feira, junho 28, 2007
Autarquias desperdiçam mais de um quarto da água na rede
Para divulgar modalidade no norte do país - Circuito inédito de Beach Polo
“É uma ideia antiga que surgiu quando se realizaram os primeiros torneios de beach polo e aí nasceu a ideia de criar um circuito regional com várias etapas, essencial para manter os atletas em actividade durante o Verão e divulgar o pólo aquático no Norte do País”, afirma Álvaro Monteiro, vice-presidente da ANNP, que critica ainda a Federação Portuguesa de Natação de “nunca ter tido a iniciativa de criar um Circuito Nacional”.
A primeira etapa do Circuito Beach Polo da ANNP, Jopel Beach Polo, está agendada para os dias 20 e 21 de Julho na Piscina Municipal de Espinho, a partir das 19h00. A segunda etapa, Basto Beach Polo, realiza-se a 25 de Agosto em Mondim de Basto, a partir das 9h30. A terceira etapa, Fafe Beach Polo, decorre na Barragem da Queimadela, em Fafe, no dia 1 de Setembro, a partir das 09h30.
sexta-feira, junho 08, 2007
Carro quase atropelava mãe e filhos dentro de casa
A condutora , uma mulher na casa dos 40 anos, saiu ilesa e não ganhou para o susto. Conseguiu abrir a porta da mala do Renaul Clio e sair por ali. Porém, ao que apurámos, o seu carro teria sido abalroado por um outro, o que lhe teria provocado o despiste. A GNR de Mondim de Basto ainda fez várias diligências para encontrar o veículo (um Peugeot, ao que se diz), mas até agora não foi encontrado o seu paradeiro. De referir que, na altura do acidente, Célia Ferreira tinha uma fogueira acesa para um churrasco e o carro ficou a poucos metros das chamas. Este desastre é o terceiro ocorrido naquele local, cuja curva é sinuosa. Antes, um automóvel tinha vindo parar a um silvado. Outro tinha batido no poste. Esta situação levou a que Carlos Ferreira, marido de Célia, tivesse, já em Setembro de 1993, feito o pedido à Câmara Municipal de Mondim de Basto, para a instalação de um rail de protecção no local. Daí a sua revolta.
" É um desejo antigo. Estamos aqui num perigo e este acidente demonstra que temos razão no nosso pedido", observou. Ontem, elementos da Câmara Municipal de Mondim de Basto estiveram no local e, ao que apurámos, em breve serão colocados rails de protecção naquele local.
quarta-feira, maio 30, 2007
Eleitores votam orçamento
"Queremos promover uma grande participação dos cidadãos nas decisões", afirma o presidente da Câmara Municipal de Sesimbra, Augusto Pólvora, adiantando que "a Autarquia vai ter a obrigação de cumprir e fazer cumprir as deliberações".
A Autarquia acredita que as escolhas da população irão recair sobre pequenos investimentos. "Muitas aldeias vão optar por realizar obras como abrigos, parques infantis ou arranjos de estradas", considera Augusto Pólvora.
As mesas de voto do concelho vão servir de palco para 12 foros territoriais, que vão eleger um total de 41 delegados até ao final de Junho. Os delegados vão auscultar a população da sua área de residência até Setembro, para depois apresentar e decidir nas assembleias de delegados quais os investimentos prioritários para a população.
A primeira sessão do Orçamento Participativo do Município de Sesimbra para 2008 realiza-se hoje, pelas 21.30 horas, no Auditório Conde de Ferreira, com o Foro Territorial de Sesimbra, para o qual foram afectos cerca de 79 mil euros, tendo em conta a área geográfica e o número de eleitores.
terça-feira, abril 24, 2007
Hotel de luxo cria 50 empregos
O empreendimento representa uma espécie de "oásis" na economia local, pois prevê-se a criação de "mais de 50 postos de trabalho", segundo o presidente da Câmara de Mondim de Basto, Pinto Moura.
O investimento, a cargo da empresa Simões e Martins, com sede em Lagoa, no Algarve, vai custar cerca de cinco milhões de euros e foi co-financiado pela União Europeia, com fundos do Programa Prime (Programa Incentivos à Modernização da Economia), via Ministério da Economia e Inovação, no valor de 1,7 milhões. Segundo Adriano Martins, investidor de origem transmontana que tem apostado sobretudo no Algarve, onde é co-proprietário de outras unidades de turismo em sociedade com o conhecido empresário Paulo China e o futebolista Luís Figo, este hotel "vai ter 44 quartos e cinco apartamentos T2, equipados com kitchnet, mais vocacionadas para as famílias ou grupos". O Mondim Tâmega Park (uma designação provisória, que vai ser alterada) terá, assim, 108 camas, o que "significa pelo menos três vezes mais a oferta actual do município", acrescentou o responsável.
Os principais mercados alvo serão a Galiza e toda a vizinha Espanha e os países do Norte da Europa. "A oferta passará também pelo turismo de montanha, pelo desporto e pela aventura, muito ligados ao rio, sem esquecer os desportos radicais, para os quais a zona possui excelentes potencialidades", referiu o empresário.
Praia fluvial e jardim
O Mondim Tâmega Park vai ter campos para prática dos mais diversos desportos, um armazém de apoio às modalidades como canoagem ou rafting, entre outros. O novo hotel terá duas piscinas, uma interior e outra exterior, ambas aquecidas e com vista para o rio Tâmega, e uma pequena praia fluvial. Os terrenos circundantes vão ser alvo de uma intervenção em que será criado um jardim botânico com certificação internacional, onde os hóspedes podem plantar a sua própria árvore, que poderão "visitar" sempre que quiserem ao longo da vida.
quarta-feira, abril 11, 2007
Alunos devedores ficam sem refeições
Segundo o presidente da CPC e vereador da Oposição, Humberto Cerqueira, "esta é uma atitude repudiável, tanto mais que os alunos em questão foram deslocados das escolas das suas aldeias na recente reorganização do Ensino Básico, sendo portanto forçados a almoçar na escola que frequentam agora".
Humberto Cerqueira acusa o vereador da Educação, Francisco Ribeiro, e a Autarquia de "assumir um papel empresarial, cobrando de forma agressiva o mesmo a tudo e a todos, não olhando a ricos e pobres". O PS apresenta, ainda, como justificação, "a lei do menor esforço", porque até agora não foi efectuado qualquer levantamento socioeconómico, obrigatório por lei, que permita identificar quais os alunos que ficarão isentos do pagamento. Esta situação é ilegal e injusta", refere.
O vereador do PSD Francisco Ribeiro explicou, ao JN, que "todos os alunos pagam um euro por refeição", lembrando que "a comparticipação do Estado é de apenas 58 cêntimos, o que é manifestamente insuficiente".
Aquele responsável lembra que "com a reorganização escolar, a Câmara teve de contratar 18 funcionários, adquirir duas carrinhas e fazer obras nas escolas, que também neste caso tiveram uma comparticipação irrisória do Ministério da Educação", acrescenta.
Francisco Ribeiro refere que os alunos que estão referenciados pela comissão de protecção de menores estão isentos, e outros casos pontuais têm sido resolvidos. Os casos que foram notificados são de pessoas que têm capacidade económica para tal e são meia dúzia de situações".
A Câmara fornece 400 refeições por dia, num universo de 600 alunos.
terça-feira, abril 10, 2007
Cães de outros concelhos abandonados na vila
Esta situação tem levado a um aumento de animais no canil e à implementação, por parte da edilidade, de um conjunto de medidas para fazer face ao problema. Nomeadamente a constituição de uma equipa formada por uma engenheira zootécnica e um técnico veterinário, bem como a "realização duma campanha junto de várias escolas do concelho para a promoção da adopção de animais que se encontram no canil municipal". Tudo para evitar o abate de alguns cães, o que acontece em caso de "padecerem de doenças ou outra mazela qualquer que afectem a vida do cão". Porém, isto "raramente acontece", pois, segundo Francisco Ribeiro, "há muita gente que procura animais para adoptar".
O autarca refere ainda outros procedimentos. "Faz-se a recolha de animais vadios. Cumprimos a lei neste aspecto. Ou seja, aguardamos os dias necessários (cinco), ou mesmo mais, para os cães eventualmente serem acolhidos pelos seus novos donos", acrescentou.
Para o futuro, uma outra solução pode acontecer. "Temos um canil municipal, embora de futuro estejamos a pensar numa outra estrutura incluída na Comunidade Urbana do Tâmega."Precisamente esta estrutura admite construir um canil intermunicipal para recolher os animais abandonados que erram pelos concelhos de Amarante, Baião, Celorico de Basto, Marco de Canaveses e Mondim de Basto".
A própria ComUrb decidiu iniciar o processo de escolha da localização do futuro canil intermunicipal, tendo em vista a sua inclusão no Programa de Acção Intermunicipal de Serviços Colectivos Territoriais de Proximidade da NUT III - Tâmega. Destes, o concelho do Marco de Canaveses é aquele que provavelmente mais necessita da infra-estrutura, atendendo ao número elevado de animais que vagueiampelas ruas da cidade.
Agora um pouco mais a sério... preocupa-me o facto de a escolha da localização do futuro canil intermunicipal ainda não estar definida. Se atendermos às condições oferecidas pelo nosso Município... parece-me que temos grandes hipóteses de apanhar esta infra-estrutura da ComUrb.!!! :D
Agora realmente sério!!! Se está já definido uma solução ComUrb para o problema... para que a constituição uma equipa formada por uma engenheira zootécnica e um técnico veterinário?
quarta-feira, outubro 04, 2006
OBTER OS LOURES A CUSTA DAS NOVAS REFORMAS DO ENSINO
Refere o variador Francisco Ribeiro que ?iniciou o novo ano lectivo sem grandes incidentes e com as com todas as obras exigidas efectuadas nas escolas?, como pai digo que até a data da leitura do jornal as actividades extra curriculares ainda não iniciaram como o Música, Inglês e a Educação Física, que existem alunos a almoçarem nos halls da entrada da Escola e ainda existem escolas que ainda não servem as refeições devido ao atraso nas obras.
Mais informo que o facto de o Município fornecer os livros a todos os alunos do 1º ciclo não é a iniciativa mais correcta, já que tenho a certeza que no concelho existem alunos com mais necessidades do que os meus filhos na obtenção dos livros escolares, para quem não sabe até os filhos os senhores doutores e engenheiros recebem os manuais escolares, mas não se importa das casas de banhos sem condições de higiene, pergunto eu ao Sr. Variador da Educação Francisco Ribeiro não seria melhor fornecer os livros a quem necessita realmente através e um subsidio controlado e com o resto das verbas apetrechar as escolas com mais e melhores materiais didácticos? Não me pergunte como porque por aquilo que sei não faltam funcionários no Município e é para isso que eles lá estão, para a elaborarem programas de apoios escolares justos e dignos, de forma a apoiar as crianças mais necessitadas, não só com livros mas também com mais material escolar, tais como cadernos lápis etc. Como pai sou a favor do auxílio as famílias mais necessitadas mas não com o tipo de politica actual, que se dê a quem mais necessita, ou será que o somos um município tão rico que nos podemos dar ao luxo de fornecer os livros a todos os alunos refiro mais uma vez, mesmo a quem não necessita dê-se apoio.
Relativamente a um outro ponto a minha surpresa quando o Sr. variador refere os gastos acrescidos com as obras e o transporte escolar, para quem não sabe o Ministério da Educação financiou todas as obras nas escolas menos na do meu filho que tem que almoçar no all de entrada e não pode fazer as suas necessidades fisiológicas já que as casas de banho não possuem condições, onde foram feitas as obras que o Sr. Variador refere? Relativamente a alimentação também aqui o ministério subsidia, as actividades extra curriculares para quem não sabe são os gastos são todos eles suportados pelo ministério com a contribuição de 250 euros por cada aluno, para quem não sabe o subsídio que a Município de Mondim de Basto obteve é só multiplicar 250Euros por cada aluno. Será que também não chega para cobrir as despesas de transporte?
Sr. Variador não queira obter os louros a custa da novas politicas do governo, se à mérito de certeza que não é seu, ou será que já se esta a preparar para as autarquias que se avizinham?
Texto publicado tal como enviado por: Eternamente Mondinense
terça-feira, setembro 26, 2006
Jovens atletas têm transporte gratuito
Serão cerca de 170 jovens, que frequentam sobretudo o Clube Desportivo Celoricense, o Mota Futebol Clube, o Sport Clube Fermilense e o Basket Clube de Celorico de Basto, que vão beneficiar da medida.
Para o vereador, "está a apostar-se num apoio directo à formação", em detrimento da "atribuição de subsídios financeiros que não devem servir para pagar salários a jogadores porque os dinheiros públicos não devem ser aplicados dessa maneira".
Já não é a primeira vez que vimos um dirigente político ter a coragem (ou a percepção de que afinal esta é cada vez mais a posição que melhores resultados políticos lhe trará) de assumir estas posições. Uma coisa é certa, pode demorar mais ou menos tempo, mas algo terá que mudar na gestão dos clubes para que possam continuar a ser suportados por dinheiros públicos. Safar-se-ão os que se anteciparem, passando a prestar realmente serviço público às comunidades onde se inserem.
Por outro lado, vemos uma autarquia "olhar" para o tansporte como um investimento em vez de uma despesa insuportável como muitas vezes é classificada por estes lados. Com esta atitude, a autarquia promove a dinamização dos clubes, levando até eles mais atletas, e corrige assimetrias na oferta desportiva do seu concelho permitindo a uma criança que resida fora da sede do concelho (e fora do concelho) ter acesso às mesmas actividades desportivas.
domingo, setembro 24, 2006
Governo divulga câmaras impedidas de recorrer a créditos
A ANMP acusa o Governo de querer barrar o acesso ao crédito a 205 municípios até 2014, mas o secretário de Estado da Administração Local, Eduardo Cabrita, assegurou que são apenas 70.
Do total das câmaras impedidas de recorrer a créditos, Marco de Canaveses foi a que mais ultrapassou o limite de endividamento: 267%.
O Correio da Manhã publica hoje a lista das 70 autarquias que perdem capacidade de endividamento:
Alpiarça, 157%; Amares, 171%; Ansião, 112%; Armamar, 170%; Aveiro, 216%; Barreiro, 117%; Calheta (São Jorge), 196%; Carrazeda De Ansiães, 169%; Castanheira De Pêra, 181%; Castelo De Paiva, 195%; Celorico Da Beira, 181%; Chamusca, 109%; Condeixa-A-Nova, 108%; Covilhã, 227%; Espinho, 101%; Faro, 101%; Figueira Da Foz, 147%; Fornos De Algodres, 137%; Fundão, 168%; Gouveia, 161%; Guarda, 136%; Lajes Das Flores, 205%; Lisboa, 158%; Machico, 198%; Maia, 180%; Manteigas, 120%; Marco De Canaveses, 267%; Mesão Frio, 104%; Moimenta Da Beira, 104%; Monção, 124%; Monchique, 117%; Mondim De Basto, 175%; Montemor-O-Velho, 173%; Mourão, 177%; Murça, 120%; Nazaré, 107%; Odivelas, 157%; Oliveira De Azeméis, 133%; Oliveira De Frades, 107%; Ourém, 110%; Ourique, 178%; Ovar, 101%; Paredes De Coura, 122%; Portalegre, 115%; Porto Moniz, 113%; Povoação, 107%; Reguengos De Monsaraz, 119%; Ribeira Grande, 116%; Rio Maior, 125%; Santa Comba Dão, 150%; Santarém, 159%; São Pedro Do Sul, 194%; Sátão, 127%; Seia, 164%; Seixal, 121%; Sesimbra, 130%; Setúbal, 131%; Sines, 192%; Soure, 112%; Tarouca, 102%; Torre De Moncorvo, 114%; Torres Novas, 144%; Trancoso, 124%; Vale De Cambra, 185%; Velas, 180%; Vila Da Praia Da Vitória, 131%; Vila Do Conde, 164%; Vila Franca Do Campo, 194%; Vila Nova De Poiares, 172% e Vouzela, 147%.sexta-feira, agosto 25, 2006
NUTs novamente!
"Nós vivemos no Vale do Tâmega, portanto custa-me às vezes comprender que outras pessoas não sigam esta filosofia. Celorico de Basto está encaixado no Vale do Tâmega. Mondim, do lado de lá, também está, pronto, mas vai para o Ave."
Questionado sobre os possiveis motivos do abandono dos outros concelhos respondeu:
"Não sei, sairam por causa de interesses. Há pessoas que procuram petiscar num lado e noutro. Se a pessoa puder jogar em vários tabuleiros..."
Mais à frente explica um pouco o porquê de defender uma NUT Tâmega com os concelhos da região de basto:
"Nós somos das zonas mais carenciadas e mais pobres do país. Eu acho que se este Governo tiver bons propósitos de querer acudir e ajudar a que as zonas mais desfavorecidas de desenvolvam, tem aqui uma boa oportunidade. E para isso devemos estar juntos." "Porque se Mondim vai para o Ave, Cabeceiras vai para o Ave, Celorico vai para o Ave, então vamos é, com base na nossa pobreza, ajudar a que os ricos vão buscar um quinhão maior. Normalmente é sempre assim que acontece."
Parece-me no entanto que este continua a ser um caso que deveria merecer outro tipo de atenção de todos os mondinenses. Esta opção pela NUT, já se percebeu, irá reflectir-se na forma como serão distribuidos os fundos do próximo quadro comunitário a iniciar no princípio do próximo ano. É-me dificil imaginar onde cabe Mondim nas candidaturas de uma NUT Ave. Acessibilidades? Agricultura? Educação? Saúde? Ecónomia?
Lançado o desafio pelo presidende de Celorico, não seria esta uma boa oportunidade para o nosso Presidente explicar aos mondinenses os motivos desta opção?
quarta-feira, julho 26, 2006
JÁ CHEGA...
concelho, assim como não estarei presente na feira da terra. Mas como
Mondinense apaixonado que sou, estou sempre atento ao que por ai se passa. E
ao ler o programa da feira da terra, tive a ligueira impressão que alguma
coisa era repetida... então reflecti um pouco e verefiquei a repetição; ( O
Pranto de Maria Parda ), texto levado a cena pela companhia de teatro
filandorra. Ora para os mais destraidos este espectáculo já visitou a Vila
de Mondim no minimo 3 vezes, e da última vez assistiram 14 pessoas... As
questões que ponho são as seguintes; 1 - Será que a companhia de teatro não
tens mais espectáculos???; 2 - Será este espectáculo apropriado para o
certame???; 3 - Será que vale a pena a C.M. manter o protocolo com a
referida companhia???; 4 - Será que não existem mais companhias no país, com
novos espectáculos???
Não é desta forma que se educa e forma públicos...É triste não existir uma
politica cultural.
UM grande abraço e boas festas
segunda-feira, julho 17, 2006
Recuperar capelas e criar um circuito
O autarca Francisco Ribeiro diz que "a ideia vai ser apresentada aos padres. Estamos a falar de três capelas recuperadas e uma não recuperada. Numa primeira fase, partimos para as situadas em Mondim de Basto".
Segundo o autarca, o "Instituto Português do Património Arquitectónico também se pronunciará sobre o assunto".
As capelas em causa são as mais antigas, como a do Souto e a do Senhor da Ponte. As candidaturas não serão feitas pela Câmara Municipal, já que as capelas são propriedade das várias comissões fabriqueiras das diversas freguesias, mas terão o apoio técnico do município para os programas e na ajuda a obter o respectivo financiamento comunitário.
Uma das que fará parte do circuito é a do Souto, o maior investimento feito no concelho de Mondim de Basto. De referir que o custo, em média, da recuperação de outras capelas rondará os 50 mil euros.
Espero ansiosamente por ouvir mais novidades sobre este projecto autárquico.
sexta-feira, julho 14, 2006
Coisas de "NUTs"!
"Primeiro uma maior proximidade com a restante comunidade. A NUT do Tâmega é muito grande e tem uma extensão territorial na qual a maior parte dos concelhos pouca afinidade tinham connosco. Nós tínhamos afinidade naturalmente com Celorico, Cabeceiras, Amarante, Marco de Canavezes e Baião. Agora, acrescentando Paços de Ferreira, Penafiel, Paredes, Lousada, Felgueiras, Castelo de Paiva, Cinfães e Resende, concelhos com os quais temos pouca afinidade ao contrário da relação com Fafe ou com Guimarães. Por sua vez, dada a nossa proximidade com essa zona do Ave, pode ser que advenham daí alguns benefícios."
Ora bem, para melhor pereber a afinidade de que fala o nosso Presidente, arranjei um mapa das duas NUTs:

Facilmente se percebe com o mapa que a questão da afinidade não se coloca. Por outro lado afirmar que "pode ser que advenham daí alguns benefícios",(pode?) também não me parece argumento válido. Era bom que esta opção fosse tomada de forma transparente. A ser verdade, não o será certamente pelos motivos enunciados.
terça-feira, julho 11, 2006
Desenvolver para não Desertificar.
Fernando Pinto de Moura é há 24 anos presidente da Câmara Municipal de Mondim de Basto e conhece como ninguém as necessidades e preocupações da população que representa.
"O nosso concelho faz fronteira com o Minho e Trás-os-Montes, pelo que podemos identificá-lo com ambas as regiões. Por um lado, beneficiamos de uma zona ribeirinha ao Tâmega que é tipicamente minhota, onde podemos observar um aglomerado disperso da população. Na zona alta da montanha encontramos os aldeamentos especificamente transmontanos, pequenos e juntos. A própria agricultura é dissemelhante e, por isso, dentro destas características, situamo-nos no Centro Norte do País", relata o presidente.
O turismo é uma das alternativas de que a região dispõe para combater a desertificação que afecta, essencialmente, o Interior do País. A beleza torna-se evidente à medida que percorremos os caminhos que nos indicam Mondim de Basto.
O verde dos montes combina na perfeição com a serenidade que tipifica um povo de semblante afável e que ao mesmo tempo exige a elevação da vila e freguesias contíguas a algo maior e mais digno. "Praticamente metade da nossa população de dez mil habitantes reside na vila. As aldeias começam a desertificar-se pelo pouco investimento que se efectua por estas paragens", realçou o autarca.
Para o desenvolvimento da vertente turística na região, prevê-se a criação de uma unidade hoteleira de quatro estrelas. "No entanto, isto não é suficiente, o turismo será a única hipótese de nos impulsionarmos e contrariarmos o processo de desertificação. É necessário realizarem-se investimentos nesse sentido".
Dentro do que é humanamente possível, a Câmara Municipal luta por trazer à terra algum progresso. Os investimentos ao nível da aplicação de infraestruturas serão uma realidade para o presente ano.
O saneamento básico e o abastecimento de água serão projectos que, durante o actual mandato, representarão seguranças para a população de Mondim de Basto: "No momento, só a sede de concelho é que dispõe de saneamento básico, pelo que este se impõe como uma urgência para nós. Entrámos já em conversações com as Águas do Ave para completar a rede".
Outras obras existem para implementar e que se constituem como a remodelação do edifício dos paços do concelho, assim como toda a zona envolvente exterior.
As várias infraestruturas que servem já o concelho estão aptas para continuar a funcionar e, também, para evoluir. "Na educação possuímos bons recursos físicos, inclusive, a Escola EB 2,3/S foi renovada há três anos. O edifício do centro de saúde, já construído durante a minha presidência, tem boas condições, o único problema é que os médicos têm dificuldade em fixar-se. Temos médicos competentes, mas infelizmente são poucos", realçou.
A cultura é outra área que não passa ao lado da Câmara Municipal de Mondim de Basto, que tem vindo a apoiar diversas iniciativas de apreciável valor: "Possuímos uma óptima casa da cultura onde funciona a escola de música, uma associação que coloca em prática diversas actividades, como a pintura e a dança. Temos ainda o espaço Internet e outras colectividades".
Talvez o maior obstáculo que permanece na terra seja o facto de as acessibilidades serem fracas e deficientes, pelo que o presidente refere, "temos um concelho onde só existe uma estrada nacional que nos liga a Vila Real, todas as outras são municipais. No entanto, temos já a indicação e um projecto já feito da continuidade da variante do Tâmega que liga Celorico de Basto a Amarante. Com a ligação a Mondim de Basto ficaremos mais bem servidos em termos de acessibilidades".
Fernando Pinto de Moura aponta a ingenuidade como o factor decisivo para ter enveredado pelo caminho autárquico, mas o seu amor pela terra que o viu nascer, levou a que alterasse em muito as condições e o modo de vida desta população.
Apesar de muitos anos terem passado e de as dificuldades serem também bastantes, a luta é a palavra de ordem num concelho que se quer melhor aproveitado e dignificado.
Sendo esta uma publicação com distribuição nacional, não posso de forma alguma discordar com o seu conteúdo. Em causa está a imagem e promoção do nosso concelho. E essa tem que ser obrigatóriamente positiva.
Se analisado domésticamente, aí o caso muda de figura. Quando lemos o diagnóstico traçado pelo nosso presidente, ficamos sempre com a impressão que este é o seu primeiro mandato. Aponta a falta de investimento nas aldeias como factor de desertificação, situação que, até dá titulo da entrevista. Será que só agora passou a prioridade? Mas passou mesmo? Se passou é caso para dizer que se trata de um mal menor, mais vale tarde que nunca. Congratulo essa recente tomada de consciência. De concreto ficamos a saber que essa nova prioridade se materializa em dois investimentos, sem margem para dúvidas importantissimos. Abastecimento de água e sanemento. Sobra o abastecimento de água se atendermos que o sanemento passará a ser coisa de privados. Venha ele!
Solução para a desertificação... o Turismo. Sem dúvida! É necessário investimento. Correcto! Mas quais? Esperemos para ver o trabalho do novo pelouro do Turismo! Facto importante também. Aconselho a rever algumas das propostas apresentadas há um ano no fórum da Feira da Terra com o tema: "A Afirmação de Mondim de Basto na área do Turismo"
Por fim destaque para o que é dito sobre a Casa da Cultura e para aquela que parece ser uma batalha finalmente assumida, a dos acessos.
Para que ninguém passe ao lado!
sexta-feira, julho 07, 2006
46 mil euros para projecto arqueológico
O projecto, que visa a valorização do património arqueológico da vertente oeste do monte da Senhora da Graça, tem a duração de quatro anos e será realizado por arqueólogos e outros especialistas. Refira-se ainda que no âmbito do protocolo assinado entre a Câmara e a Universidade do Minho, tem início, na segunda-feira e até 4 de Agosto, a VIII campanha de escavações arqueológicas no Crastoeiro, em Mondim de Basto
quinta-feira, junho 29, 2006
Novo mapa judicial reduzido a 30 circunscrições
José Conde Rodrigues explicou que esta é a proposta do Governo para a reorganização do mapa judicial e do novo modelo de gestão dos tribunais, que deverá entrar em vigor até ao final do ano, começa a ser discutida com os parceiros já hoje, numa conferência em Lisboa. Nesta conferência, o Ministério da Justiça vai apresentar a magistrados, autarcas, entre outros convidados, as linhas mestras desta reforma, que assenta na agregação de recursos, sem que para já esteja previsto o encerramento de algum dos 208 tribunais comuns existentes no País, segundo garantiu o governante.
?A ideia não é fazer desaparecer tribunais, é agregar esses tribunais e geri-los de um modo diferente?, afirmou.
De acordo com o secretário de Estado, o modelo está ainda dependente de sugestões, mas certo é, para já, o desaparecimento das actuais circunscrições: comarcas, círculos e distritos judiciais.
A nova divisão territorial do mapa judicial assentará em circunscrições mais alargadas, que deverão corresponder às delimitações territoriais utilizadas para a distribuição de fundos comunitários, as chamadas NUTs III; Nomenclaturas Unitárias Territoriais.
Seguindo o exemplo das NUTs, na região Norte poderiam surgir as seguintes circunscrições judiciais: Minho-Lima, Cávado, Ave, Grande Porto, Tâmega, Entre Douro e Vouga, Douro e Alto de Trás-os-Montes.
Segundo o secretário de Estado, ainda não existe uma denominação para as novas circunscrições, que terão, cada uma, um responsável pela gestão e um juiz presidente, a quem competirá definir a localização e distribuição dos recursos, tendo em conta factores como o volume de processos, mas também a proximidade do cidadão à justiça.
Actualmente a matriz assenta na comarca (espaço geográfico mais ou menos coincidente com os concelhos). Esta matriz vai desaparecer. Admite--se que a futura unidade de referência venha a ser o tribunal de círculo (que engloba várias comarcas). Mas esta informação não foi confirmada por Conde Rodrigues.
Segundo o secretário de Estado, esta alteração vai afectar, sobretudo, o modelo de gestão dos recursos humanos e não tanto o encerramento de tribunais. O nova unidade de referência vai permitir, designadamente, uma maior mobilidade dos juízes e dos funcionários judiciais. Actualmente, são inamovíveis. Ou seja, a lei limita-os à comarca, mesmo que esteja vazia e a do vizinho a abarrotar.
sexta-feira, junho 23, 2006
O Maior Tapete de Granito do Mundo
O comentário era a transcrição de uma notícia do JN de 22 de Junho de 2006:
"Tapete" de granito de olho no Guinness
Cinco calceteiros da Câmara fizeram o "tapete" durante uma semana
Chamam-lhe "tapete de granito" porque está na porta de entrada da quinta edição da Feira do Granito de Vila Pouca de Aguiar, que, de hoje a domingo, está patente ao público, junto ao pavilhão gimnodesportivo do Dr. Francisco Gomes da Costa. A verdade é que cinco calceteiros da Câmara suaram as estopinhas, durante uma semana, para concretizar um gigante quadrado com paralelepípedos , com cinco centímetros de aresta, em granito, "riqueza do concelho" que agora pode merecer candidatura ao Guinness, caso se consiga provar que é o "maior tapete em granito do mundo".
O quadrado, que conjuga três espécies de granito certificado (real, amarelo real e cinzento real), pesa várias toneladas e tem, gravada, a frase "capital do granito", desígnio que a Câmara reclama para o concelho. Com dez metros de comprimento e seis de largura, o "tapete", que cobre parte do passeio, foi uma ideia da Câmara de Vila Pouca de Aguiar, que, pela voz do seu presidente, Domingos Dias, "poderá ser o maior do mundo, poderá merecer candidatura ao Guinness, mas, o que é importante, serve para divulgar a principal riqueza do concelho". A indústria de exploração e de transformação de granito emprega, no município, cerca de três mil pessoas.
Visto já como um "ex-líbris", o quadrado em granito servirá, por ora, como ponto de atracção para a feira, que pretende ser também uma festa, onde são esperados 50 mil visitantes. Para além da promoção do granito, e do concelho propriamente dito, o certame tem programados vários espectáculos de circo, musicais e pirotécnicos, bem como provas desportivas. Prevista está, também e para amanhã, a realização das primeiras Jornadas do Granito, que têm como pontos de discussão a recuperação ambiental e paisagística das pedreiras.
O sucesso de eventos como este assentam em grande parte na originalidade. Por isso mesmo, mais que passar a ideia do evento, é importante realçar os objectivos a que ele se propõe.
Também dependemos económicamente da mesma indústria. Por isso mesmo, é necessário qualificar, certificar e promover o que temos de exclusivo. Hoje é possivel encontrar diversas casas que oferecem o granito "Amarelo Mondim". Dizem-no sem por vezes se aperceberem que Mondim é o nome de um Concelho. Dizem-no como se de uma marca se tratasse. Porque não certificar e registar esta marca? Só posteriormente se poderia promover algo de concreto e com isto oferecer um produto com valor acrescentado.
A quem competiria essa responsabilidade de criar as condições para a promoção e qualificação? Em Mondim estamos habituados a ver a autarquia distinguir muito bem o público do privado. Veja-se a atitude da Câmara de Vila Pouca com a realização desta Feira. Quem fica a ganhar? Quem chama a si o desígnio de "Capital do Granito" ou o ónus das três certificações? Numa altura em que se fala da imagem do município acredito que a certificação do nosso granito seria bem mais benéfico para esse objectivo. Não quero com isto retirar responsabilidade aos industriais, mas não podemos vê-los como principais interessados a partir do momento que são a base da sustentabilidade de um número significativo de familias do nosso concelho. Este argumento, é diversas vezes usado pelos próprios industriais quando nos deparamos com algum problema no sector. Pois bem, a autarquia poderá usa-lo do mesmo modo para sustentar qualquer conselho ou orientação que ache melhor para a rentabilização desta indústria. Afinal, quem ganharia com esta atitude mais interventiva serião todos os mondinenses.
Nota: Abrigado ao anónimo pela ideia, para o blog ou para a autarquia, para a próxima não hesite envie a ideia directamente para casadoeiro@gmail.com
sexta-feira, junho 16, 2006
Vinte Mil
De positivo assinalo a sua continuidade pós eleições autárquicas, algo que muitos visitantes duvidaram. Houve mesmo na altura quem atestasse o seu fim, alegando que a sua missão se esgotava aí. Pois bem, o casadoeiro continuou, contando actualmente com 163 artigos, e aproximadamente 3000 comentários.
De negativo assinalo o "desaparecimento" dos nossos colaboradores, facto que se reflecte na "riqueza" do blog. Cada vez mais, o projecto fica associado a uma opinião, ganhando com isso uma conotação "naturalmente" tendenciosa. Se por um lado houve colaboradores que "desistiram", também é criticavel o facto de ninguém aceitar o desafio para colaborar. Somos confrontados todos os dias com opiniões, que esbarram na apatia dos autores que nada fazem para inverter a situação. Da nossa parte, só nos resta repetir o apelo e mostrar-nos disponiveis para colocar os artigos que nos cheguem.
O casadoeiro conta com uma média de visitas diárias assinalavel. Não querendo perder os visitantes e participantes "fieis", e conscientes da necessidade de o "refrescar", prevemos aproveitar o primeiro aniversário para alterar um pouco as "regras do jogo". Pretendemos acima de tudo, encontrar uma solução que permita elevar a qualidade da discução sem colocar em causa a continuidade do projecto.
A todos os que contribuiram para esta marca, fica o nosso agradecimento.
quinta-feira, junho 08, 2006
Bons sinais!!!
- Connecting People
- Andar 12 quilometros em vez de 800 Metros
Apraz registar a forma decidida como neste momento se está a pressionar as entidades que poderão concluir uma obra essencial para as gentes do Barreiro. Esperemos que seja uma atitude para manter. Desta forma, é de acreditar que a ligação terá o fim desejado.
Desta vez coube aos Bombeiros Voluntários assumir as expensas:
Oitocentos metros de estrada para concluir
A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Mondim de Basto, «em nome dos doentes que transporta, todos os dias», em carta dirigida à Câmara Municipal de Vila Real, reclama a conclusão de oitocentos metros de estrada da ligação entre Barreiro, freguesia de Mondim de Basto, a Lamas de Olo (Vila Real). Esta posição surge na sequência do pedido de um grupo de cidadãos, Junta de Freguesia de Ermelo e outras entidades e cuja petição, com mais de trezentas assinaturas, já foi enviada ao Presidente da República, Governo e Assembleia da República. Na missiva, enviada à autarquia de Vila Real, é pedida "compreensão, ao Presidente da Autarquia, para a conclusão das obras", acrescentando: "os doentes das povoações limítrofes que, diariamente, transportamos, nas nossas ambulâncias, para o Hospital de Vila Real, seriam os grandes beneficiados, já que o actual transporte é feito com grande dificuldade, devido ao estado do caminho, ou, então, muitas vezes correndo o risco do socorro ser prestado tardiamente, utilizando outros percursos, mais distantes". Por sua vez, a Câmara Municipal de Vila Real justifica com aquilo que vem sustentando, há muito, através do seu Presidente, Manuel Martins: "se o Estado financiar, com 70% do custo da obra, nós daremos o resto. Se não, não temos possibilidades. Há prioridades, no concelho, em termos de investimento"- concluiu. Reconstrução dos Paços do Concelho
Reconstrução dos Paços do Concelho
Já começaram os trabalhos de reconstrução do edifício dos Paços do Concelho de Mondim de Basto. Estas as obras terão duas fases na primeira, o projecto prevê a ampliação das instalações da Câmara Municipal e a reabilitação da Casa do Eirô de Cima. Esta empreitada terá a duração aproximada de um ano.
A segunda fase consistirá na transformação do actual armazém da Câmara Municipal e na sua adaptação para edifício da Assembleia Municipal, com auditório de 98 lugares sentados e instalações de apoio.
A intervenção inclui o tratamento dos espaços exteriores, confirmando a ideia de transformar em zona essencialmente pedonal o Largo Conde de Vila Real.
A Câmara classifica estes trabalhos como "essenciais, quer para a imagem que o município pretende passar para o exterior, quer para a funcionalidade dos seus serviços". Permitirá, por outro lado, melhorar as condições de trabalho dos funcionários da Autarquia e, "consequentemente, um melhor atendimento aos munícipes".
A primeira fase da obra tem um orçamento global de cerca de um milhão de euros, enquanto para a segunda será de 1,8 milhões de euros.
Pois bem, num concelho que conta anualmente com aproximadamente 1,5 milhões de euros de fundos próprios para investir, a prioridade parece ser uma obra que custará no final 2,8 milhões, comparticipada somente a 30%, segundo o orçamento, o que deixa a Autarquia com um encargo de 1,96 milhões de Euros. Ou seja, um ano do dinheiro reservado para investimentos é consumido por esta obra.
Percebe-se na notícia que os objectivos deste enorme sacrifício são:
- Melhorar as condições de trabalho dos funcionérios da Autarquia. (Entre outras coisas a obra incluí um parque de estacionamento para os ditos funcionários. Não será isto um luxo????)
- Melhorar a imagem para o exterior.
- Melhorar as condições de trabalho dos deputados da Assembleia Municipal.
Não tenho dúvidas de que poderemos estar prestes a assistir a uma remodelação que cumprirá os objectivos a que se propõe. Mas serão estes objectivos, tendo em conta os recursos que irá consumir, prioritários nesta fase?
sexta-feira, junho 02, 2006
O camionista não sabe em que dia é a Feira?
Iniciou-se recentemente uma obra que visa recuperar e alargar o edifício da Câmara Municipal (para breve um artigo sobre o assunto). Não é que hoje estava previsto um descarregamento de matéria prima para a obra?
- Ohhh Sr Camionista!!!! Então você não sabe que hoje é dia de Feira? Pois é!!! Toca a pegar nesse "cimentinho fresco" e vá colocá-lo noutra obra ou devolva-o ao destino.
Visto bem as coisas, os homens não devem ter achado mesmo solução. Não existe! Em dias de Feira não há camião que ali chegue.
Dá vontade de fazer a pergunta que tanto se houve em Mondim: E se fosse uma ambulância? Essa sempre teria mais sorte... ia por Pedra Vedra. Enquanto isso continuamos com o novo Espaço de Feira a servir só um dos seus propósitos: Parque de Estacionamento. Porquê?
