As promessas são para cumprir. E assim será em Paredes, onde o actual presidente prometeu em campanha que cortaria o financiamento ao futebol senior dos clubes da região. Pretendo pegar neste exemplo não pelo corte no financiamento mas sim pelos argumentos que os dirigentes dos clubes alegam para evitar o corte.
Nenhum presidente vem para a praça dizer que não se pode cortar o financiamento porque o futebol senior promove o concelho, ou porque oferece momentos de lazer ao domingo de tarde a quem quer assistir ao espectáculo. Não!! O único argumento prende-se com as camadas jovens:
O União de Paredes alega que não é só futebol senior:"Temos ATL, academia de dança, escolinha de futebol e formadores dos mais reputados que há no mercado desportivo", frisa Fernando Valente, director-geral do clube.
"Joaquim Barbosa, dirigente do Futebol Clube de Rebordosa, reclama que seja mantida a mesma verba de 60 mil euros por época. "Estamos com 150 jovens na formação e preocupamo-nos com a educação deles. Se o presidente cortar a verba, não teremos condições para andar com isto para a frente", lamenta-se."
Nos "Aliados de Lordelo", terra-natal de Celso Ferreira, a medida é aceite incondicionalmente. "Concordo em absoluto porque o dinheiro servia, apenas, para os clubes pagarem a jogadores de futebol. Não queremos dinheiro, queremos infra-estruturas, porque temos um campo pelado e um único balneário para as escolas, atletas e para a comunidade", afirma Manuel Ribeiro, dirigente do clube. Este ùltimo concorda inclusivé com o corte.
Conclusão, se há argumento que justifica a atribuição de verbas municipais a um clube, esse argumento é a formação. Formação enquanto ocupação de tempos livres e educação a vários níveis. Depois as infraestruturas. Justica-se o investimento em infraestruturas, mas... infraestruturas que sirvam os atletas e a comunidade. E menos importante, mas aceitável, justifica-se o investimento no futebol senior como veículo de promoção do concelho (parece que esta semana aparecemos no boletim do totobola).
Depois disto resta-me desejar um bom resultado para o MFC este fim-de-semana, lá estarei a apoiar, certo de que para o ano teremos um MFC novamente na 3º divisão, com um plantel senior de contenção, realista, e uma aposta séria nas camadas jovens. Justificando desta forma os apoios das entidades locais, obviamente!!!
sexta-feira, maio 19, 2006
terça-feira, maio 09, 2006
A gestão dos NOSSOS impostos
Na última Assembleia Municipal, que decorreu no dia 28 de Abril foi solicitado um pedido de esclarecimento, por parte do Membro António Luís (ex Presidente da Junta de Ermelo), dado que tinha que recebido uma nota de culpa do PSD, tendo esta origem numa participação ao Partido Social Democrata dos autarcas da Câmara e por todos os elementos da Assembleia Municipal do PSD, tendo sido enviada em envelope da Câmara Municipal e com o respectivo pagamento a ser realizado pela Câmara de Mondim.

Na nota de culpa enviada ao referido Membro, foi-lhe também enviada a cópia do envelope e do recibo de envio do Express Mail, no valor 9,66 Euros, conforme se comprova nas imagens.

Podem consultar a data em que foi enviado o objecto ED160069079PT (canto superior direito, por baixo do código de barras) e verificar a data de envio e recepção na página dos CTT - pesquisa de objectos.
Tendo em conta, que a referida participação foi assinada por todos os Autarcas do PSD da Câmara Municipal e Assembleia Municipal, foi solicitada uma explicação, a que o Senhor Presidente da Assembleia respondeu que era "uma questão interna de um partido". Eu pergunto, mas se é uma questão politica qual foi a necessidade de enviar em envelope da Câmara? A Assembleia Municipal não é o órgão fiscalizador do órgão executivo, será que o Senhor Presidente da Assembleia não devia pedir explicações ou abrir um inquérito sobre esta situação?
É verdade que as questões que deram origem à participação referenciada, não dizem respeito à Assembleia Municipal, mas o envio da referida participação em envelope da Câmara Municipal, sendo os custos imputados a esta instituição gerida com recursos públicos, são passíveis de uma explicação muito séria.
Porque é que uma participação a um partido, tem que ser paga por todos nós?
Porque é que o Senhor Presidente da Assembleia não deu os esclarecimentos necessários sobre esta questão, tendo em conta que ele também foi umas das pessoas que assinou a participação?
Palavras para quê ?

Na nota de culpa enviada ao referido Membro, foi-lhe também enviada a cópia do envelope e do recibo de envio do Express Mail, no valor 9,66 Euros, conforme se comprova nas imagens.

Podem consultar a data em que foi enviado o objecto ED160069079PT (canto superior direito, por baixo do código de barras) e verificar a data de envio e recepção na página dos CTT - pesquisa de objectos.
Tendo em conta, que a referida participação foi assinada por todos os Autarcas do PSD da Câmara Municipal e Assembleia Municipal, foi solicitada uma explicação, a que o Senhor Presidente da Assembleia respondeu que era "uma questão interna de um partido". Eu pergunto, mas se é uma questão politica qual foi a necessidade de enviar em envelope da Câmara? A Assembleia Municipal não é o órgão fiscalizador do órgão executivo, será que o Senhor Presidente da Assembleia não devia pedir explicações ou abrir um inquérito sobre esta situação?É verdade que as questões que deram origem à participação referenciada, não dizem respeito à Assembleia Municipal, mas o envio da referida participação em envelope da Câmara Municipal, sendo os custos imputados a esta instituição gerida com recursos públicos, são passíveis de uma explicação muito séria.
Porque é que uma participação a um partido, tem que ser paga por todos nós?
Porque é que o Senhor Presidente da Assembleia não deu os esclarecimentos necessários sobre esta questão, tendo em conta que ele também foi umas das pessoas que assinou a participação?
Palavras para quê ?
sexta-feira, maio 05, 2006
Conheces o Concelho?
Ora boas!
Esta é uma rubrica que esteve ausente por algum tempo do nosso blog. Desta vez trazemos um edifício, que pelo estado em que se econtra facilmente se percebe que já deu o que tinha a dar... ou será que não?

Logo numa das fachadas começamos a perceber com o que nos vamos deparar. Os sinais de desgaste são evidentes.

O uso e as intempéries são implacáveis para com as pinturas e o betume das janelas.

Quantas horas de luz nos terá oferecido este objecto pronto a servir de vaso? Este e mais uma dezena de "manos"!!!

A cultura entranhou-se fortemente na estrutura do edifício.
Vamos lá ver quem aceita o desafio... apostem!
Esta é uma rubrica que esteve ausente por algum tempo do nosso blog. Desta vez trazemos um edifício, que pelo estado em que se econtra facilmente se percebe que já deu o que tinha a dar... ou será que não?

Logo numa das fachadas começamos a perceber com o que nos vamos deparar. Os sinais de desgaste são evidentes.

O uso e as intempéries são implacáveis para com as pinturas e o betume das janelas.

Quantas horas de luz nos terá oferecido este objecto pronto a servir de vaso? Este e mais uma dezena de "manos"!!!

A cultura entranhou-se fortemente na estrutura do edifício.
Vamos lá ver quem aceita o desafio... apostem!
sexta-feira, abril 28, 2006
25 de Abril Sempre!
A Associação Cultural e Desportiva Ala Dura, vem por este meio agradecer a
todos os participantes e patrocinadores, que tornaram possivel o 3º passeio
de cicloturismo " Cap. Salgueiro Maia".
Os cerca de oitenta participantes concentraram-se na Praça dos Heróis do
Ultramar por volta da 10 horas. Depois de destribuidas as bicicletas e uns
sacos vitaminicos, procedeu-se a um minuto de silêncio um memória das
vitimas da guerra do ultramar. Este minuto foi respeitado de forma
emocionada por alguns Mondinenses, visto terem perdido familiares nessa
guerra. A esta homenagem juntou-se o Sr. Presidente da junta que fez quetão
de respeitar assim a memória de todos aqueles que partiram.
Depois desta singela homenagem lá partiram os oitenta participantes ao som
da música " Grandola Vila Morena". Passaram por Mondim, Paradança, Pedra
Vedra e tiveram o merecido almoço no parque das merendas.
A Associação está muito satisfeita com o sucesso desta actividade, que tem
vindo a melhorar ao longo dos anos.
E foi desta forma que a Ala Dura Pedalou em Prol da Liberdade.
Um Abraço para todos e até breve.
todos os participantes e patrocinadores, que tornaram possivel o 3º passeio
de cicloturismo " Cap. Salgueiro Maia".
Os cerca de oitenta participantes concentraram-se na Praça dos Heróis do
Ultramar por volta da 10 horas. Depois de destribuidas as bicicletas e uns
sacos vitaminicos, procedeu-se a um minuto de silêncio um memória das
vitimas da guerra do ultramar. Este minuto foi respeitado de forma
emocionada por alguns Mondinenses, visto terem perdido familiares nessa
guerra. A esta homenagem juntou-se o Sr. Presidente da junta que fez quetão
de respeitar assim a memória de todos aqueles que partiram.
Depois desta singela homenagem lá partiram os oitenta participantes ao som
da música " Grandola Vila Morena". Passaram por Mondim, Paradança, Pedra
Vedra e tiveram o merecido almoço no parque das merendas.
A Associação está muito satisfeita com o sucesso desta actividade, que tem
vindo a melhorar ao longo dos anos.
E foi desta forma que a Ala Dura Pedalou em Prol da Liberdade.
Um Abraço para todos e até breve.
Tiago Pires
A equipa nacional de parapente (EP) foi apresentada ao público, pela primeira vez este ano, num estágio realizado em Mondim de Basto.
Em contagem decrescente para o campeonato da Europa, a equipa aceitou o convite do clube de parapente Asas Sra. Da Graça, para testar as condições do local.
A iniciativa, em parceria com a Junta de Freguesia de Mondim de Basto, pretende dar visibilidade ao local, potenciando-o como local privilegiado para a prática do parapente ao mesmo tempo que estimula o turismo na região.
O monte da Sra. Da Graça, mais conhecido pela peculiar etapa da Volta a Portugal em bicicleta, tem uma forma cónica que se eleva a 920 metros de altitude.
Apenas no sábado as condições permitiram voar. Foi realizada uma manga de cerca de 35 quilómetros, de Mondim de Basto a Vila Pouca de Aguiar.
Embora só 1 piloto tenha chegado ao golo , ficou a impressão que o sítio tem potencial, pois mesmo sem condições ideais, como as que se verificaram, é possível realizar mangas a partir do monte da Sra. Da Graça.
Uma experiência enriquecedora tanto para a equipa nacional, como para os pilotos do clube de parapente de Basto. As Asas Sra. Da Graça, que fazem 10 anos em Setembro, são um pólo de desenvolvimento da região.
A construção de sede própria pelos próprios pilotos e de infra estruturas que permitem receber e albergar visitantes, é umas das formas encontradas para expandir o interesse pela região e contribuir para o desenvolvimento do parapente.
A 2 e 3 de Setembro, a equipa nacional voltará a marcar presença em Mondim de Basto, no encontro pré open Terras de Basto.
A iniciativa, em parceria com a Junta de Freguesia de Mondim de Basto, pretende dar visibilidade ao local, potenciando-o como local privilegiado para a prática do parapente ao mesmo tempo que estimula o turismo na região.
O monte da Sra. Da Graça, mais conhecido pela peculiar etapa da Volta a Portugal em bicicleta, tem uma forma cónica que se eleva a 920 metros de altitude.
Apenas no sábado as condições permitiram voar. Foi realizada uma manga de cerca de 35 quilómetros, de Mondim de Basto a Vila Pouca de Aguiar.
Embora só 1 piloto tenha chegado ao golo , ficou a impressão que o sítio tem potencial, pois mesmo sem condições ideais, como as que se verificaram, é possível realizar mangas a partir do monte da Sra. Da Graça.
Uma experiência enriquecedora tanto para a equipa nacional, como para os pilotos do clube de parapente de Basto. As Asas Sra. Da Graça, que fazem 10 anos em Setembro, são um pólo de desenvolvimento da região.
A construção de sede própria pelos próprios pilotos e de infra estruturas que permitem receber e albergar visitantes, é umas das formas encontradas para expandir o interesse pela região e contribuir para o desenvolvimento do parapente.
A 2 e 3 de Setembro, a equipa nacional voltará a marcar presença em Mondim de Basto, no encontro pré open Terras de Basto.
Notícia completa em www.fpvl.pt
quinta-feira, abril 20, 2006
Andar 12 quilómetros em vez de 800 metros
"Há dois anos que os moradores da aldeia do Barreiro, em Ermelo, Mondim de Basto, são obrigados a percorrer 12 quilómetros porque falta concluir 800 metros na estrada que liga aquele concelho a Vila Real. Do lado de Mondim, as obras estão feitas e o presidente da Câmara, Pinto de Moura, diz que já fez o que lhe cumpria. Em Vila Real, porém, as palavras não são animadoras, dado que Manuel Martins, presidente da autarquia, alega falta de verba para acabar a parte da estrada que lhe cabe.
Barreiro é uma localidade com cerca de 40 pessoas, encravada na serra do Alvão. Os habitantes não se conformam com a "sina" de ter de andar 12 quilómetros "entre curvas e mais curvas", quando, poupando 20 minutos, chegariam facilmente a Vila Real se a via de ligação estivesse pronta. Por ora, têm de se conformar com uma estrada em terra batida e esburacada que, ao chegar à fronteira com Vila Real, exibe um aviso só é permitido trânsito de autocarros e de residentes
O presidente da Câmara, Pinto de Moura, afirma que Mondim de Basto "concluiu há cerca de dois anos parte da estrada, colocando betuminoso até ao limite do concelho", defendendo que a via em causa interessa aos dois concelhos. Manuel Martins, autarca de Vila Real, reconhece que há interesse em terminar o troço em falta, mas alega falta de dinheiro. "Além da estrada é preciso construir uma ponte. Não temos os 400 mil euros necessários. Temos outras prioridades no concelho", concluiu."
Barreiro é uma localidade com cerca de 40 pessoas, encravada na serra do Alvão. Os habitantes não se conformam com a "sina" de ter de andar 12 quilómetros "entre curvas e mais curvas", quando, poupando 20 minutos, chegariam facilmente a Vila Real se a via de ligação estivesse pronta. Por ora, têm de se conformar com uma estrada em terra batida e esburacada que, ao chegar à fronteira com Vila Real, exibe um aviso só é permitido trânsito de autocarros e de residentes
O presidente da Câmara, Pinto de Moura, afirma que Mondim de Basto "concluiu há cerca de dois anos parte da estrada, colocando betuminoso até ao limite do concelho", defendendo que a via em causa interessa aos dois concelhos. Manuel Martins, autarca de Vila Real, reconhece que há interesse em terminar o troço em falta, mas alega falta de dinheiro. "Além da estrada é preciso construir uma ponte. Não temos os 400 mil euros necessários. Temos outras prioridades no concelho", concluiu."
JN
Parece que definitivamente passamos a ser alvo de todo o tipo de notícias. Pessoalmente agrada-me esta "nova" forma de estar.
O assunto em questão foi abordado pelo Casadoeiro recentemente: Connecting People
A questão na altura ficou sem resposta. Agora ficamos a saber que a responsabilidade do nosso executivo terminou no ano de conclusão da empreitada e que Vila Real, tendo em conta o argumento utilizado, falta de verba e prioridades, não parece ter grande vontade em gastar 10 mil euros por cada habitante do Barreiro.
A utilidade da via para os habitantes do Barreiro nem merece discussão. Quem conhece sabe perfeitamente a diferença que faz. Mas era importante não misturar a utilidade da mesma com a forma como foi negociada entre os dois concelhos.
Não acredito que exista um caso destes numa fronteira entre Portugal e Espanha. Então gasta-se uma "pipa" de massa numa estrada não tendo uma garantia (em papel) que do outro lado a obra é para terminar? Não deveria ser esta questão abordada distritalmente? Nacionalmente? Quantos estradas nos levariam ao destino se fossem geridas desta forma? Era vê-los ás turras a fazer só aquelas que lhes interessavam!
Mesmo depois de abordada por um jornal nacional, continua a faltar aqui qualquer coisa.
O assunto em questão foi abordado pelo Casadoeiro recentemente: Connecting People
A questão na altura ficou sem resposta. Agora ficamos a saber que a responsabilidade do nosso executivo terminou no ano de conclusão da empreitada e que Vila Real, tendo em conta o argumento utilizado, falta de verba e prioridades, não parece ter grande vontade em gastar 10 mil euros por cada habitante do Barreiro.
A utilidade da via para os habitantes do Barreiro nem merece discussão. Quem conhece sabe perfeitamente a diferença que faz. Mas era importante não misturar a utilidade da mesma com a forma como foi negociada entre os dois concelhos.
Não acredito que exista um caso destes numa fronteira entre Portugal e Espanha. Então gasta-se uma "pipa" de massa numa estrada não tendo uma garantia (em papel) que do outro lado a obra é para terminar? Não deveria ser esta questão abordada distritalmente? Nacionalmente? Quantos estradas nos levariam ao destino se fossem geridas desta forma? Era vê-los ás turras a fazer só aquelas que lhes interessavam!
Mesmo depois de abordada por um jornal nacional, continua a faltar aqui qualquer coisa.
quarta-feira, abril 19, 2006
Licenciamento de Pedreiras: Processo concluído ainda este ano.
"Até final deste ano, uma centena de pedreiras do concelho de Mondim de Basto poderá ver a sua actividade legalizada. Trata-se de um importante passo, a caminho da normalização de uma actividade que sustenta, directa e indirectamente, cerca de nove mil pessoas. "O sector está a ser reorganizado. Os próprios empresários entenderam legalizar as pedreiras, sendo que, na sua grande maioria, já estão numa fase de estudo de impacte ambiental, cujos processos já foram entregues" - disse, a propósito, o Presidente da Câmara Municipal de Mondim de Basto, Pinto de Moura.
"Depois do estudo do impacte ambiental, haverá a discussão pública e, depois, o respectivo licenciamento de exploração" - acrescentou.
O autarca adiantou que "se os processos estiverem concluídos, o licenciamento das várias explorações será concedido, ainda durante este ano".
De acordo com Pinto de Moura, o sector tem um núcleo activo directo profissional de setecentas pessoas. Muitas pedreiras foram fechadas, em 2005, depois da decisão emitida pela Inspecção-Geral das Actividades Económicas, alegando que as mesmas trabalhavam à margem da lei. Em causa estava a ocupação parcial de zona de reserva ecológica do concelho.
Recorde-se que a exploração de pedreiras, em Portugal, é uma actividade que se rege pelo Decreto-Lei 270/2001, de 6 de Outubro, o qual obriga à existência de um Plano Ambiental e de Recuperação Paisagística (PARP), integrado no Plano de Pedreira. O PARP é constituído por medidas de minimização dos impactes ambientais negativos que ocorrem ao longo do desenvolvimento da actividade e por propostas de solução, para o encerramento e para a recuperação paisagística das áreas exploradas."
"Depois do estudo do impacte ambiental, haverá a discussão pública e, depois, o respectivo licenciamento de exploração" - acrescentou.
O autarca adiantou que "se os processos estiverem concluídos, o licenciamento das várias explorações será concedido, ainda durante este ano".
De acordo com Pinto de Moura, o sector tem um núcleo activo directo profissional de setecentas pessoas. Muitas pedreiras foram fechadas, em 2005, depois da decisão emitida pela Inspecção-Geral das Actividades Económicas, alegando que as mesmas trabalhavam à margem da lei. Em causa estava a ocupação parcial de zona de reserva ecológica do concelho.
Recorde-se que a exploração de pedreiras, em Portugal, é uma actividade que se rege pelo Decreto-Lei 270/2001, de 6 de Outubro, o qual obriga à existência de um Plano Ambiental e de Recuperação Paisagística (PARP), integrado no Plano de Pedreira. O PARP é constituído por medidas de minimização dos impactes ambientais negativos que ocorrem ao longo do desenvolvimento da actividade e por propostas de solução, para o encerramento e para a recuperação paisagística das áreas exploradas."
A Voz de Trás-os-Montes
Mais uma notícia, que a ser verdade, peca por tardia mas é muito bem-vinda.
Parece demagógico afirmar que "Os próprios empresários entenderam legalizar as pedreiras". Quem teve oportunidade de assistir à reunião da Freguesia de Mondim de Basto, constactou que a iniciativa de ordenar legalmente as pedreiras desta Freguesia partiu do actual executivo. Sem esse prévio ordenamento não haveria legalização. Não quero com isto dizer que não houvesse vontade dos empresários, mas que o "empurrão" foi dado pela Freguesia ... foi!!!
Merece reparo, mais uma vez, a forma como o executivo se apresenta aos mondinenses nestes últimos tempos. Até parece que foram eleitos pela primeira vez este mandato. Na notícia do saneamento não se envergonharam de admitir que estavamos na cauda do distrito. Agora têm o cuidado de nos lembrar que o decreto de lei data de 6 de Outubro de 2001! Que fizeram por esta agora anunciada legalização em 2001, 2002, 2003, 2004 e 2005?
Finalizo repetindo, que mais importante que os reparos, será a confirmação de agora anunciado. A ser verdade é um passo realmente importantissimo. Parabéns!
Mais uma notícia, que a ser verdade, peca por tardia mas é muito bem-vinda.
Parece demagógico afirmar que "Os próprios empresários entenderam legalizar as pedreiras". Quem teve oportunidade de assistir à reunião da Freguesia de Mondim de Basto, constactou que a iniciativa de ordenar legalmente as pedreiras desta Freguesia partiu do actual executivo. Sem esse prévio ordenamento não haveria legalização. Não quero com isto dizer que não houvesse vontade dos empresários, mas que o "empurrão" foi dado pela Freguesia ... foi!!!
Merece reparo, mais uma vez, a forma como o executivo se apresenta aos mondinenses nestes últimos tempos. Até parece que foram eleitos pela primeira vez este mandato. Na notícia do saneamento não se envergonharam de admitir que estavamos na cauda do distrito. Agora têm o cuidado de nos lembrar que o decreto de lei data de 6 de Outubro de 2001! Que fizeram por esta agora anunciada legalização em 2001, 2002, 2003, 2004 e 2005?
Finalizo repetindo, que mais importante que os reparos, será a confirmação de agora anunciado. A ser verdade é um passo realmente importantissimo. Parabéns!
segunda-feira, abril 17, 2006
Nova captação de água avança no rio Tâmega
O reforço do abastecimento de água para o concelho de Mondim de Basto vai custar 1,6 milhões de euros. Para o efeito, será implantada uma nova captação de água num dos pontos mais profundos do rio Tâmega, situado na periferia daquele município com o de Ribeira de Pena. O equipamento servirá 8500 habitantes.
Em simultâneo, será edificada uma Estação de Tratamento de Água (ETA), cuja obra orça cerca de dois milhões de euros. O presidente da Câmara Municipal de Mondim de Basto, Pinto de Moura, lembrou as dificuldades, vividas durante o Verão, para justificar a execução da obra. "Em termos de abastecimento de água, está todo o concelho coberto. Mas há deficiências de ordem quantitativa. As cerca de 40 nascentes de água, existentes nas aldeias e nas freguesias, não chegam no Verão para as necessidades", explica, ao JN, o autarca.
A nova captação e rede de distribuição "deverão ficar concluídas daqui a um ano e meio", assegurou ainda. Depois, será implementado o sistema de bombagem e distribuição por gravidade para todo o município. A obra será financiada por fundos comunitários, embora a Câmara de Mondim de Basto comparticipe nos custos do empreendimento. "O objectivo é ter mais água e assegurar à população, que ronda os 8500 habitantes, que os parâmetros de sanidade e de qualidade serão cumpridos com os tratamentos impostos pela legislação", garantiu o presidente Pinto de Moura.
Em simultâneo, será edificada uma Estação de Tratamento de Água (ETA), cuja obra orça cerca de dois milhões de euros. O presidente da Câmara Municipal de Mondim de Basto, Pinto de Moura, lembrou as dificuldades, vividas durante o Verão, para justificar a execução da obra. "Em termos de abastecimento de água, está todo o concelho coberto. Mas há deficiências de ordem quantitativa. As cerca de 40 nascentes de água, existentes nas aldeias e nas freguesias, não chegam no Verão para as necessidades", explica, ao JN, o autarca.
A nova captação e rede de distribuição "deverão ficar concluídas daqui a um ano e meio", assegurou ainda. Depois, será implementado o sistema de bombagem e distribuição por gravidade para todo o município. A obra será financiada por fundos comunitários, embora a Câmara de Mondim de Basto comparticipe nos custos do empreendimento. "O objectivo é ter mais água e assegurar à população, que ronda os 8500 habitantes, que os parâmetros de sanidade e de qualidade serão cumpridos com os tratamentos impostos pela legislação", garantiu o presidente Pinto de Moura.
segunda-feira, abril 10, 2006
Saneamento em Mondim é notícia no JN.
"Depois de anos a fio sem rede de saneamento básico em cerca de 95% do concelho, a Câmara Municipal de Mondim de Basto decidiu apostar na construção da infraestrutura. Trata-se de um investimento que ronda os 13 milhões de euros, verba que terá uma comparticipação de fundos comunitários.
A empresa a construir este equipamento e a respectiva rede será a Águas Vale do Ave e vai gerir a recolha de resíduos sólidos, bem como a exploração do sistema.
Segundo o presidente da Câmara Municipal de Mondim de Basto, Pinto de Moura, o custo deste empreendimento está orçado em cerca de 13 milhões de euros. "Verba suportada pela Águas do Vale do Ave, situada em Guimarães, mas com ajuda de fundos comunitários".
Trata-se de um dos maiores investimentos feitos em saneamento no distrito de Vila Real e que irá contemplar um concelho situado na cauda do distrito em termos de existência destas infraestruturas.
Para viabilizar a obra, e em relação ao saneamento, Pinto de Moura referiu "que o município vai aderir à empresa Águas do Vale do Ave. " É uma opção nossa e será esta empresa que vai fazer e gerir depois a exploração do sistema", acrescentou.
Se tudo correr bem, espera-se que, no próximo ano, estejam no terreno as obras para a implantação da rede de saneamento básico."
A empresa a construir este equipamento e a respectiva rede será a Águas Vale do Ave e vai gerir a recolha de resíduos sólidos, bem como a exploração do sistema.
Segundo o presidente da Câmara Municipal de Mondim de Basto, Pinto de Moura, o custo deste empreendimento está orçado em cerca de 13 milhões de euros. "Verba suportada pela Águas do Vale do Ave, situada em Guimarães, mas com ajuda de fundos comunitários".
Trata-se de um dos maiores investimentos feitos em saneamento no distrito de Vila Real e que irá contemplar um concelho situado na cauda do distrito em termos de existência destas infraestruturas.
Para viabilizar a obra, e em relação ao saneamento, Pinto de Moura referiu "que o município vai aderir à empresa Águas do Vale do Ave. " É uma opção nossa e será esta empresa que vai fazer e gerir depois a exploração do sistema", acrescentou.
Se tudo correr bem, espera-se que, no próximo ano, estejam no terreno as obras para a implantação da rede de saneamento básico."
JN
Tal como já havia sido noticiado no "A Voz de Traz-os-Montes" (mas não nos jornais regionais), fica agora toda a região norte a saber, que em pleno ano 2006, Mondim tem somente 5% do seu território com instalação de saneamento básico. Pasme-se.... a média nacional em 2002 era de 73%!
Mais boquiaberto fico, quando afinal se constacta que a obra custa 13 milhões de Euros. Este tipo de obras pode ser comparticipado até 70% pelos fundos comunitários. Sobrariam portanto aproximadamente 4 milhões de Euros. Será que este montante foi impeditivo durante todos estes anos?
Finalizo demonstrando, como é óbvio, toda a minha satisfação por ver este problema, ao que parece, solucionado.
Nota: Este tema foi inicialmente abordado no post:
Mondim de Basto vai ter rede de saneamento e água
Mais boquiaberto fico, quando afinal se constacta que a obra custa 13 milhões de Euros. Este tipo de obras pode ser comparticipado até 70% pelos fundos comunitários. Sobrariam portanto aproximadamente 4 milhões de Euros. Será que este montante foi impeditivo durante todos estes anos?
Finalizo demonstrando, como é óbvio, toda a minha satisfação por ver este problema, ao que parece, solucionado.
Nota: Este tema foi inicialmente abordado no post:
Mondim de Basto vai ter rede de saneamento e água
quarta-feira, abril 05, 2006
JSD apoia incondicionalmente a criação da Freguesia de Vilarinho
Depois de no número anterior o "Jornal de Mondim" ter publicado um artigo onde António Martins justificava a vitória do PS em Vilarinho com o facto de estes apoiarem a criação da Junta de Freguesia de Vilarinho, vem agora neste número a JSD informar que eles próprios apoiam a criação da mesma Junta. E tudo farão, para levar o caso à Assembleia... . Que dizer?
Terá levado muito tempo a estes senhores para levar a cabo esta estrondosa estratégia política? Sim! A escolha dos timings e das personagens completamente distantes para ridigir os dois artigos leva-me a crer que demorou meses a planear este episódio. Em Vilarinho já ninguém duvida quem irão apoiar daqui a 3 anos.
Não tento disfarçar a minha revolta quando vejo esta Jota com atitudes politiqueiras e demagogas:
- Em campanha apelavam ao voto com a "promessa" do Polo Universitário,
- Tomam posições em nome de outras associações,
- E agora esta pobre atitude!!!
Precisamos realmente de uma Jota, ou melhor de Jotas, mas Jotas que valham pela diferença, não de Jotas que são o espelho da linha política mais antiga e desgastada de Mondim de Basto.
Terá levado muito tempo a estes senhores para levar a cabo esta estrondosa estratégia política? Sim! A escolha dos timings e das personagens completamente distantes para ridigir os dois artigos leva-me a crer que demorou meses a planear este episódio. Em Vilarinho já ninguém duvida quem irão apoiar daqui a 3 anos.
Não tento disfarçar a minha revolta quando vejo esta Jota com atitudes politiqueiras e demagogas:
- Em campanha apelavam ao voto com a "promessa" do Polo Universitário,
- Tomam posições em nome de outras associações,
- E agora esta pobre atitude!!!
Precisamos realmente de uma Jota, ou melhor de Jotas, mas Jotas que valham pela diferença, não de Jotas que são o espelho da linha política mais antiga e desgastada de Mondim de Basto.
Ajude a sua Vila! Anuncie no Jornal de Mondim!
Hoje deparei-me com um anúncio no "Jornal de Mondim" que apelava da seguinte forma a possíveis anunciantes (patrocinadores): "Ajude a sua Vila!". É de ficar pasmado ou ficar com a barriga dorida de tanto rir. Vejamos: patrocino este jornal, logo ajudo a minha vila! Eureka!!!!
Mas afinal de contas que serviço presta este, e outros jornais regionais à nossa Vila? Que esforço faz a equipa para tentar informar realmente os municepes? De Mondim, vemos os artigos que até agora eram distribuídos via mondimmunicipal e artigos de opinião do Sr António Martins. A isto chamam informar?
Mas afinal de contas que serviço presta este, e outros jornais regionais à nossa Vila? Que esforço faz a equipa para tentar informar realmente os municepes? De Mondim, vemos os artigos que até agora eram distribuídos via mondimmunicipal e artigos de opinião do Sr António Martins. A isto chamam informar?
quinta-feira, março 30, 2006
Jovens Mondinenses preocupados fundam associação de defesa do património.
______________________________________
Os nossos jovens afinal não andam por aí perdidos e ainda são capazes de encontrar causas pelas quais vale a pena lutar.
Com aquela salutar dose de Utopia um importante grupo de jovens Mondinenses acaba de dar esse exemplo e fundar a THAMUSE, o nome do deus semita que deu origem ao nome do rio Tâmega, uma associação para a defesa do património ecológico, arquitectónico e cultural.
Para os auxiliar nesta difícil tarefa, estes jovens, procuram o auxílio dos mais velhos e com mais experiência nestas matérias constituindo um Conselho Consultivo que reúne um notável conjunto de personalidades regionais.
Ainda sem espaço onde possam trabalhar, haja uma alma que os ajude, a direcção, presidida por Luís Romano, e o presidente da Assembleia Geral, Rafael Leite, procuram agora elaborar um programa, em colaboração com o Conselho Consultivo, que seja capaz de mobilizar todos os jovens no sentido da defesa da nossa memória.
Quando os nossos jovens ousam acreditar que o sonho é que comanda a vida, o milagre surge.
E faz-se luz.
António Martins, em O Povo de Basto de 16/03/2006
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Em primeiro lugar, gostaria de dar as boas-vindas a esta nova associação. Considero que o associativismo é benéfico e necessário numa sociedade, e em Mondim as associações estão longe de ser suficientes.
Penso que o objectivo a que se propõe esta nova associação é, de certa forma, agradavelmente pouco usual em associações juvenis. Este facto, desperta-me a curiosidade em relação ao seu programa. Força!!!
Dadas as boas vindas, não posso deixar de apontar um pequeno senão. A forma como se apresentam. É com muita consternação que vejo esta associação ser apresentada por um texto assinado pelo Sr. António Martins. Este facto por si só era merecedor de reparo, mas o conteudo do texto só prejudica o cenário:
- A Associação é prova de que nem todos os jovens estão perdidos.
- "importante grupo de jovens" para quem tanto criticou distinções!!!
- "O milagre surge" e "faz-se luz". Que dizer destes exageros!
Porque "raio" não se apresentaram com um texto vosso? Pena!!!!
Penso que o objectivo a que se propõe esta nova associação é, de certa forma, agradavelmente pouco usual em associações juvenis. Este facto, desperta-me a curiosidade em relação ao seu programa. Força!!!
Dadas as boas vindas, não posso deixar de apontar um pequeno senão. A forma como se apresentam. É com muita consternação que vejo esta associação ser apresentada por um texto assinado pelo Sr. António Martins. Este facto por si só era merecedor de reparo, mas o conteudo do texto só prejudica o cenário:
- A Associação é prova de que nem todos os jovens estão perdidos.
- "importante grupo de jovens" para quem tanto criticou distinções!!!
- "O milagre surge" e "faz-se luz". Que dizer destes exageros!
Porque "raio" não se apresentaram com um texto vosso? Pena!!!!
quarta-feira, março 29, 2006
Agenda 21 chega ao Nordeste
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A Agenda 21 Regional na Região Norte vai ser apresentada, publicamente, amanhã, pelas 15 horas, na sala de conferências do Centro Cultural de Macedo de Cavaleiros.
Trata-se de um processo que terá a duração de 18 meses, em que a população será auscultada para identificação dos principais problemas de sustentabilidade da região do Nordeste Transmontano e no qual será desenvolvido um plano de acção com vista à resolução das principais prioridades.
Serão, então, intervenientes a população representante das entidades activas na região e executivos das autarquias, que se comprometem com a concretização de medidas estabelecidas ao longo do processo.
Este projecto engloba oito dos 13 concelhos que compõem a Empresa Intermunicipal "Resíduos do Nordeste" . No decorrer das acções serão criados grupos coordenadores e fóruns participativos em cada um dos municípios, bem como será lançado um grupo coordenador.
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JN de 28 de Março de 2006
Espero que desculpem o facto de voltar a insistir neste assunto... mas merece! Fica o link do artigo anterior: Agenda 21
Cada vez mais, os concelhos apercebem-se da importância desta iniciativa. Traçar um plano de acçao a longo prazo chamando todas as forças vivas do concelho para a discussão.
Se analisarmos o plurianual, onde se planifica somente os próximos 4 anos, facilmente se percebe que "longo prazo" é coisa de "outro mundo" no nosso concelho. É a política do "deixa andar" e "logo se vê".
Não existe futuro para Mondim se não houver uma planificação deste tipo. As iniciativas e as obras, surgem de forma individual, não havendo com isso uma afirmação Municipal, algo que nos identifique, algo que realmente seja capaz de atrair mais valias para Mondim. Por outro lado, se nos recusarmos a prever o futuro, por vezes óbvio, corremos o risco de ser apanhados desprevenidos.
A Agenda 21 aposta também na discussão ambiental. A forma como nos relacionamos com o nosso espaço. Poucos concelhos dependem tanto dos recursos naturais como nós. Mesmo assim...
Por fim, uma oportunidade de chamar e responsabilizar os cidadãos. Primeiro sensibilizando e informando, depois auscultando as suas opiniões. Os casos de sucesso, socorrem-se da "sabedoria das multidões" para prever e dar resposta a problemas específicos.
Não deveriamos apanhar este comboio nas primeiras carruagens? Ou mais uma vez, vamos ficar no último vagão?
Espero que desculpem o facto de voltar a insistir neste assunto... mas merece! Fica o link do artigo anterior: Agenda 21
Cada vez mais, os concelhos apercebem-se da importância desta iniciativa. Traçar um plano de acçao a longo prazo chamando todas as forças vivas do concelho para a discussão.
Se analisarmos o plurianual, onde se planifica somente os próximos 4 anos, facilmente se percebe que "longo prazo" é coisa de "outro mundo" no nosso concelho. É a política do "deixa andar" e "logo se vê".
Não existe futuro para Mondim se não houver uma planificação deste tipo. As iniciativas e as obras, surgem de forma individual, não havendo com isso uma afirmação Municipal, algo que nos identifique, algo que realmente seja capaz de atrair mais valias para Mondim. Por outro lado, se nos recusarmos a prever o futuro, por vezes óbvio, corremos o risco de ser apanhados desprevenidos.
A Agenda 21 aposta também na discussão ambiental. A forma como nos relacionamos com o nosso espaço. Poucos concelhos dependem tanto dos recursos naturais como nós. Mesmo assim...
Por fim, uma oportunidade de chamar e responsabilizar os cidadãos. Primeiro sensibilizando e informando, depois auscultando as suas opiniões. Os casos de sucesso, socorrem-se da "sabedoria das multidões" para prever e dar resposta a problemas específicos.
Não deveriamos apanhar este comboio nas primeiras carruagens? Ou mais uma vez, vamos ficar no último vagão?
terça-feira, março 28, 2006
"O Poder Local: Um Tabu"
Hoje quero partilhar convosco uma parte de um texto do Vasco Pulido Valente no Jornal "O Público" de 12 de Março de 2006, que me fez reflectir. Quero pensar que não é isto que se passa no nosso Concelho!
Quero só deixar um pequeno aparte - "não usei os recursos da "Casa do Eiró" para publicar este texto"!
"... Depois do "25 de Abril", o poder local, ressuscitado e livre, gozou durante anos de grande prestígio. Mais recentemente começaram a aparecer dúvidas. Por aqui e por ali, voltaram as velhas taras do passado: os caciques, claro, os negócios de favor, o tráfego de influência, o dinheiro mal gasto e, como de costume, as dívidas. Pior ainda, há Câmaras que são maior empregador do concelho e que exercem uma verdadeira tirania sobre uma população inerme e dependente. Até agora nunca nenhum governo mandou fazer um estudo sério sobre a situação e os partidos, por medo do "aparelho" também não querem agitar a coisa. Excluindo as façanhas de uma ou outra personagem particularmente conspícua, o poder local vive numa irresponsabilidade quase absoluta.
Que a esquerda ande consolada com isto não admira. Que a direita não diga uma palavra, não se compreende. Sobretudo, quando à esquerda a "regionalização" é outra vez proposta, como um infalível remédio para o atraso português, a direita devia normalmente responder que o Estado central está em melhor posição, técnica e política, para definir e sustentar uma reorganização do país. Mas não abre a boca. E, protegido pela unanimidade do regime, o poder local que existe e o que provavelmente virá a existir com a nova "regionalização", não tardará a ser o maior obstáculo a qualquer espécie de mudança racional e útil"
Quero só deixar um pequeno aparte - "não usei os recursos da "Casa do Eiró" para publicar este texto"!
domingo, março 19, 2006
"Mondim Municipal - termo de um percurso"
Como escrevi no último Editorial, o "Mondim Municipal" surgiu no contexto
de um estágio profissional e, em condições normais, teria o seu termo assim que
surgisse uma página oficial da Câmara Municipal.
Atendendo às últimas decisões, tenho motivos para acreditar que não faltará
muito para que o novo portal municipal venha a ser inaugurado. Entre essas
decisões está a afectação da Ágata Costa a uma nova área departamental dos
serviços municipais, integrando a equipa responsável pelo projecto do "site"
oficial que assim contará com a sua experiência nesta área.
Termina portanto aqui o percurso do "Mondim Municipal".
Tive ocasião de agradecer à Ágata a disponibilidade franca que sempre
ofereceu às minhas indicações e sugestões, e de lhe desejar sucesso, junto do
seu novo grupo de trabalho.
Aos leitores do "Mondim Municipal", cujo universo nunca inventariamos mas
julgamos conhecer, uma palavra de reconhecimento: não há oferta sem procura;
vocês foram a razão de ser deste espaço virtual.
Obrigado a todos.
José António Nobre
in Mondim Municipal
Quero acreditar, que teremos em breve um novo espaço onde todos os Mondinenses possam consultar e conhecer o que se faz no nosso Concelho. Nesse sentido, não me resta mais do que agradecer ao José António Nobre e à Ágata Costa a vossa iniciativa que mesmo sem o apoio político do executivo, fizeram um trabalho que marca a comunidade cibernética Mondinense.
Uma mensagem especial para a Ágata Costa, para que saiba manter a independência demonstrada pelo "Mondim Municipal"!
Município exige conclusão da Via Tâmega
«É fundamental e prioritária, para o concelho, a continuação da construção da Via Tâmega» - este é o desejo manifestado pelo Presidente da Câmara Municipal de Mondim de Basto, Pinto de Moura. Esta via de comunicação começou a ser construída em Amarante e ficou-se por Celorico de Basto, tendo sido inaugurada, em 28 de Maio de 2000, pelo então Ministro, Jorge Coelho. Agora, falta a segunda fase da obra, com ligação a Arco de Baúlhe, estando prevista a construção de uma ponte, sobre o Rio Tâmega, em Mondim de Basto.
"Por mais voltas que se queira dar, esta acessibilidade é a nossa prioridade, possibilitando-nos múltiplas ligações? - sublinhou Pinto de Moura que adiantou a vantagem: "ficaremos, apenas, a sete ou oito quilómetros e a cinco minutos do nó da A 7. Isto, em termos de acessibilidades e desenvolvimento, teria reflexos positivos no concelho".
Segundo Pinto de Moura, "o projecto está feito e, de acordo com a indicação que temos do Ministério das Obras Públicas, este ano será posto a concurso. Concelhos como o nosso, sem vias de comunicação, não serão capazes de se desenvolver, como gostaríamos".
O concelho de Mondim de Basto tem duas frentes de afinidade: é a zona mais montanhosa de Vila Real e é a mais populosa, representando mais de 2/3 da população. De facto, a "tendência" de mobilidade é feita mais com Guimarães, Porto, Braga e Amarante.
jmcardoso
Será este um "Novo Presidente"?
terça-feira, março 14, 2006
"Foi bonita a festa pá!"
Era o que diria Xico Buarque, se no passado dia 4, fosse à casa da cultura
assistir à peça de teatro , organizada pela Associação ALA-DURA.
Com uma sala práticamente cheia, os actores do Teatro Popular de Carapeços,
deram o seu melhor, e no final a satisfação era geral, publico/actores.
Agradecemos a todos os presentes, bem como aos nossos patrocinadores e
apoiantes.
A Associação concluiu que a actividade obteve grande aceitação por parte dos
Mondinenses, o que prova que no futuro estão muitas portas abertas para
eventos de natureza cultural.
Informamos que no dia 18, Sábado haverá teatro na casa da cultura, pelas
21.30. Espectáculo a cargo do grupo T`Amarante. Apresentando a peça " O
Morgado de Fafe".
Apareçe.
O presidente da direcção da Associação Cultural e Desportiva Ala-Dura:
Tiago Pires
assistir à peça de teatro , organizada pela Associação ALA-DURA.
Com uma sala práticamente cheia, os actores do Teatro Popular de Carapeços,
deram o seu melhor, e no final a satisfação era geral, publico/actores.
Agradecemos a todos os presentes, bem como aos nossos patrocinadores e
apoiantes.
A Associação concluiu que a actividade obteve grande aceitação por parte dos
Mondinenses, o que prova que no futuro estão muitas portas abertas para
eventos de natureza cultural.
Informamos que no dia 18, Sábado haverá teatro na casa da cultura, pelas
21.30. Espectáculo a cargo do grupo T`Amarante. Apresentando a peça " O
Morgado de Fafe".
Apareçe.
O presidente da direcção da Associação Cultural e Desportiva Ala-Dura:
Tiago Pires
segunda-feira, março 13, 2006
Mondim de Basto vai ter rede de saneamento e água
Quase dezoito milhões de euros de investimento
O concelho do distrito de Vila Real que apresenta mais constrangimentos, em termos de saneamento e rede de distribuição de água, aderiu ao Sistema Multimunicipal do «Vale do Ave», para a construção e gestão, por parte desta empresa, da rede de saneamento. Com cerca de noventa e cinco por cento a «descoberto», em termos de cobertura básica de saneamento, e cinquenta por cento, em termos de rede de distribuição de água, a Câmara Municipal de Mondim de Basto decidiu avançar, para a resolução destas carências. Será a empresa "Águas do Ave" a implantar a rede e, futuramente, a gerir a recolha e a exploração. O abastecimento de água tem um projecto que prevê, dentro de ano e meio a dois, dotar todo o concelho de uma rede de distribuição do precioso líquido, sendo, neste caso, a obra promovida pela edilidade.
Segundo o Presidente da Câmara Municipal de Mondim de Basto, Pinto de Moura, o custo deste empreendimento está orçado em cerca de treze milhões de euros, verba suportada pela "Aguas do Ave", situada em Guimarães, mas com ajuda de fundos comunitários.
Concelho está na cauda do distrito, em termos de saneamento
Trata-se de um dos maiores investimentos feitos em saneamento, no distrito de Vila Real. Irá contemplar um concelho situado na cauda do distrito, em termos de existência destas infra-estruturas. Neste momento, existe, apenas, saneamento básico na vila e em alguns dos seus arredores. Os esgotos são, na sua maioria, dezenas de fossas sépticas, espalhadas pelo concelho, o que obriga, permanentemente, ao seu esvaziamento.
Para a empresa do Vale do Ave, é o primeiro projecto "penetrante", no distrito de Vila Real.
O Presidente da Câmara Municipal de Mondim de Basto, Pinto de Moura, fez o ponto da situação, ao Nosso Jornal, relativamente a esta importante obra, cujo reflexo, na qualidade de vida das populações, terá grandes repercussões.
"Em relação ao saneamento, vamos aderir à empresa Aguas do Ave. É uma opção nossa e será esta empresa que vai fazer e gerir, depois, a exploração do sistema. Neste momento, temos saneamento na vila e pouco mais" - confessou o autarca, referindo que "o Município de Mondim de Basto já tinha elaborado um projecto e um estudo para a implantação da rede de saneamento básico. Porém, independentemente de outro estudo, feito pela empresa Águas do Ave, esta empresa aproveitou alguns aspectos do nosso documento, ambos semelhantes. As obras de implementação do saneamento poderão rondar os treze milhões de euros, investimento que será assumido pela empresa" - disse.
Água actualmente existente não chega para as necessidades, especialmente no Verão
Embora, em termos de impacto ambiental negativo, o actual cenário, quanto à ausência de uma rede adequada de saneamento, ainda não se faça sentir, admitiu Pinto de Moura que "o certo é que a instalação desta rede irá ter efeitos e, essencialmente, precaver a ocorrência de qualquer incidente ambiental. Em termos de abastecimento de água, todo o concelho será coberto. Actualmente, há deficiências, principalmente de ordem quantitativa. Os mais de quarenta pontos de nascente de água, existentes nas aldeias, não chegam, no Verão, para as necessidades, o que provoca transtornos no abastecimento".
A não adesão da Câmara Municipal de Mondim de Basto, até agora, a qualquer sistema multimunicipal de águas e saneamento, foi-nos explicado por Pinto de Moura: "Não aderimos, pois já temos abastecimento de água em alta e metade da obra já está realizada. O resto está a concurso, sendo que os estudos já estão feitos e, neste momento, está a ser elaborado um projecto de abastecimento de água ao concelho que irá resolver, de vez, este problema. Assim, no que ao abastecimento de água diz respeito, carência premente do concelho, será a edilidade a assumir a construção da rede de distribuição que ainda falta e que ronda os cinquenta por cento, uma situação que deverá ficar resolvida daqui a um ano e meio" - assegurou Pinto de Moura.
Defesa da sanidade e qualidade está garantida
A nova captação de água será localizada num dos pontos mais profundos do rio Tâmega, situado na periferia do concelho de Mondim de Basto com o de Ribeira de Pena. Esta decisão foi tomada após a efectivação de alguns estudos sobre o local mais propício à captação de água. Depois, será implementado o respectivo sistema de bombagem e distribuída, por gravidade, para o concelho. Não será criada qualquer barragem. Esta obra também será financiada por fundos comunitários.
"O objectivo é, pelo menos, possuir mais água" - afirmou o Presidente da Câmara Municipal de Mondim de Basto, para acrescentar que "os parâmetros de sanidade e qualidade serão cumpridos, com os tratamentos impostos por lei". Com esta decisão, a edilidade vai "pôr fim à carência do precioso líquido, principalmente no Verão, em quase todo o concelho, à excepção da vila que já vai buscar água ao rio. Se não, não tínhamos hipóteses".
O concelho de Mondim de Basto possui uma área de 172,1 km2 e tem cerca de 8.500 habitantes, espalhados por oito freguesias.
Tratamento de águas residuais provenientes de unidades industriais
De referir que a "Águas do Ave,S.A" foi constituída, a 14 de Maio de 2003, numa parceria entre a Adp - Água de Portugal, SGPS,S.A, e a AMAVE - Associação de Municípios do Vale do Ave, da qual fazem parte os oito Municípios abrangidos pelo Sistema Multimunicipal de Abastecimento de Água e de Saneamento do Vale do Ave: Vieira do Minho, Póvoa de Lanhoso, Fafe, Guimarães, Vizela, Santo Tirso, Vila Nova de Famalicão e Trofa; e, mais recentemente, na componente de saneamento, Celorico de Basto e Mondim de Basto. Segundo a empresa, a "Águas do Ave" apresenta uma solução integrada para o Ambiente da região: gestão profissionalizada, soluções técnicas adequadas, tarifas socialmente aceitáveis, capacidade, "know-how" e domínio tecnológico reconhecidos, assim como racionalização dos investimentos.
O sistema das "Aguas do Ave" está dimensionado para recolher, tratar e rejeitar, anualmente, cerca de 59,2 milhões de metros cúbicos de águas residuais, urbanas, estimando-se que cerca de 24,8 milhões de metros cúbicos correspondam a águas residuais provenientes de unidades industriais, após serem sujeitas ao pré-tratamento necessário.
A Voz de Traz-os-Montes
O concelho do distrito de Vila Real que apresenta mais constrangimentos, em termos de saneamento e rede de distribuição de água, aderiu ao Sistema Multimunicipal do «Vale do Ave», para a construção e gestão, por parte desta empresa, da rede de saneamento. Com cerca de noventa e cinco por cento a «descoberto», em termos de cobertura básica de saneamento, e cinquenta por cento, em termos de rede de distribuição de água, a Câmara Municipal de Mondim de Basto decidiu avançar, para a resolução destas carências. Será a empresa "Águas do Ave" a implantar a rede e, futuramente, a gerir a recolha e a exploração. O abastecimento de água tem um projecto que prevê, dentro de ano e meio a dois, dotar todo o concelho de uma rede de distribuição do precioso líquido, sendo, neste caso, a obra promovida pela edilidade.
Segundo o Presidente da Câmara Municipal de Mondim de Basto, Pinto de Moura, o custo deste empreendimento está orçado em cerca de treze milhões de euros, verba suportada pela "Aguas do Ave", situada em Guimarães, mas com ajuda de fundos comunitários.
Concelho está na cauda do distrito, em termos de saneamento
Trata-se de um dos maiores investimentos feitos em saneamento, no distrito de Vila Real. Irá contemplar um concelho situado na cauda do distrito, em termos de existência destas infra-estruturas. Neste momento, existe, apenas, saneamento básico na vila e em alguns dos seus arredores. Os esgotos são, na sua maioria, dezenas de fossas sépticas, espalhadas pelo concelho, o que obriga, permanentemente, ao seu esvaziamento.
Para a empresa do Vale do Ave, é o primeiro projecto "penetrante", no distrito de Vila Real.
O Presidente da Câmara Municipal de Mondim de Basto, Pinto de Moura, fez o ponto da situação, ao Nosso Jornal, relativamente a esta importante obra, cujo reflexo, na qualidade de vida das populações, terá grandes repercussões.
"Em relação ao saneamento, vamos aderir à empresa Aguas do Ave. É uma opção nossa e será esta empresa que vai fazer e gerir, depois, a exploração do sistema. Neste momento, temos saneamento na vila e pouco mais" - confessou o autarca, referindo que "o Município de Mondim de Basto já tinha elaborado um projecto e um estudo para a implantação da rede de saneamento básico. Porém, independentemente de outro estudo, feito pela empresa Águas do Ave, esta empresa aproveitou alguns aspectos do nosso documento, ambos semelhantes. As obras de implementação do saneamento poderão rondar os treze milhões de euros, investimento que será assumido pela empresa" - disse.
Água actualmente existente não chega para as necessidades, especialmente no Verão
Embora, em termos de impacto ambiental negativo, o actual cenário, quanto à ausência de uma rede adequada de saneamento, ainda não se faça sentir, admitiu Pinto de Moura que "o certo é que a instalação desta rede irá ter efeitos e, essencialmente, precaver a ocorrência de qualquer incidente ambiental. Em termos de abastecimento de água, todo o concelho será coberto. Actualmente, há deficiências, principalmente de ordem quantitativa. Os mais de quarenta pontos de nascente de água, existentes nas aldeias, não chegam, no Verão, para as necessidades, o que provoca transtornos no abastecimento".
A não adesão da Câmara Municipal de Mondim de Basto, até agora, a qualquer sistema multimunicipal de águas e saneamento, foi-nos explicado por Pinto de Moura: "Não aderimos, pois já temos abastecimento de água em alta e metade da obra já está realizada. O resto está a concurso, sendo que os estudos já estão feitos e, neste momento, está a ser elaborado um projecto de abastecimento de água ao concelho que irá resolver, de vez, este problema. Assim, no que ao abastecimento de água diz respeito, carência premente do concelho, será a edilidade a assumir a construção da rede de distribuição que ainda falta e que ronda os cinquenta por cento, uma situação que deverá ficar resolvida daqui a um ano e meio" - assegurou Pinto de Moura.
Defesa da sanidade e qualidade está garantida
A nova captação de água será localizada num dos pontos mais profundos do rio Tâmega, situado na periferia do concelho de Mondim de Basto com o de Ribeira de Pena. Esta decisão foi tomada após a efectivação de alguns estudos sobre o local mais propício à captação de água. Depois, será implementado o respectivo sistema de bombagem e distribuída, por gravidade, para o concelho. Não será criada qualquer barragem. Esta obra também será financiada por fundos comunitários.
"O objectivo é, pelo menos, possuir mais água" - afirmou o Presidente da Câmara Municipal de Mondim de Basto, para acrescentar que "os parâmetros de sanidade e qualidade serão cumpridos, com os tratamentos impostos por lei". Com esta decisão, a edilidade vai "pôr fim à carência do precioso líquido, principalmente no Verão, em quase todo o concelho, à excepção da vila que já vai buscar água ao rio. Se não, não tínhamos hipóteses".
O concelho de Mondim de Basto possui uma área de 172,1 km2 e tem cerca de 8.500 habitantes, espalhados por oito freguesias.
Tratamento de águas residuais provenientes de unidades industriais
De referir que a "Águas do Ave,S.A" foi constituída, a 14 de Maio de 2003, numa parceria entre a Adp - Água de Portugal, SGPS,S.A, e a AMAVE - Associação de Municípios do Vale do Ave, da qual fazem parte os oito Municípios abrangidos pelo Sistema Multimunicipal de Abastecimento de Água e de Saneamento do Vale do Ave: Vieira do Minho, Póvoa de Lanhoso, Fafe, Guimarães, Vizela, Santo Tirso, Vila Nova de Famalicão e Trofa; e, mais recentemente, na componente de saneamento, Celorico de Basto e Mondim de Basto. Segundo a empresa, a "Águas do Ave" apresenta uma solução integrada para o Ambiente da região: gestão profissionalizada, soluções técnicas adequadas, tarifas socialmente aceitáveis, capacidade, "know-how" e domínio tecnológico reconhecidos, assim como racionalização dos investimentos.
O sistema das "Aguas do Ave" está dimensionado para recolher, tratar e rejeitar, anualmente, cerca de 59,2 milhões de metros cúbicos de águas residuais, urbanas, estimando-se que cerca de 24,8 milhões de metros cúbicos correspondam a águas residuais provenientes de unidades industriais, após serem sujeitas ao pré-tratamento necessário.
A Voz de Traz-os-Montes
sábado, março 11, 2006
Festas do Concelho! Estratégia para manter? - 3
No final das festas do ano passado, destacaram-se os seguintes aspectos da análise feita no blog:
1 - A ausência das "forças vivas" do concelho: comerciantes e associações. É dificil perceber a quem se deve atribuir a responsablidade neste caso. Mas mais do que descobrir essa reponsabilidade, é necessário fazer algo para mudar esta situação. No caso das associações (e também dos comerciantes), penso que a comissão deveria partir com bastante antecedência para o dialogo. Convidar as entidades para a planificação, mesmo sendo uma negociação inicialmente dificil, permitiria à comissão responsabilizar mais tarde todas as entidades envolvidas.
2 - As associações culturais e desportivas, deveriam ter um papel determinante no programa. "Exigir" actividades desportivas para as tardes de festa. Por exemplo, pedir á Ala Dura para ocupar a casa da cultura nessa altura. E chamar ao palco os grupos da terra deveria ser "obrigatório".
3 - A organização do espaço também não é a melhor. Torna-se incompreensivelmente dispersa. A feira está cada vez mais pobre. Será porque a do concelho vizinho é cada vez mais atractiva? Deveria haver outro tipo de cuidado na distribuição dessa feira em especial para as tendas da alimentação, cada vez mais descaracterizadas, contribuindo para uma fraca imagem da festa. Penso que em vez de os restaurantes exigirem que a comissão leve a festa até eles, eles deveriam deslocar-se para o espaço da festa. Ou então, assumir a responsabilidade de aproveitar as pessoas atraídas pelo evento, arranjando forma de os chamar ao seu espaço. Poderia no entanto a comissão contribuir, porque não, com umas barracas à imagem das que se viam há anos, cobertas por cedros... bem mais agradáveis por sinal.
4 - O programa pobre, iniciando sempre ás 20.00 Horas, poderia ser preenchido com algumas das propostas anteriores.
5 - Os romeiros deveriam ser de uma vez por todos o centro do cartaz. Para isso seria necessário encontrar uma forma de lhes atribuir outro destaque. A estratégia não está completamente errada, mas confunde-se com os cantares das Janeiras. Aqui penso que seria necessário um boa reflexão sobre o assunto. Uma proposta: todos sabemos como somos dados a uma boa merenda. Porque não arranjar uma forma de promover o "merendeiro" do romeiro? Deve haver certamente algo típico nisto. Espontaneamente encontramos no final da festa alguns grupos de romeiros espalhados numa manta a comer (beber) e cantar. Tentar arranjar uma forma, sem perder essa espontaneadade, de aproveitar estes folias. Pessoalmente acho que abrem o apetite a quem assiste, o problema é que não há um espaço que convide quem quer saciar esse apetite.
Estas e outras propostas para as festas, colaborem!
1 - A ausência das "forças vivas" do concelho: comerciantes e associações. É dificil perceber a quem se deve atribuir a responsablidade neste caso. Mas mais do que descobrir essa reponsabilidade, é necessário fazer algo para mudar esta situação. No caso das associações (e também dos comerciantes), penso que a comissão deveria partir com bastante antecedência para o dialogo. Convidar as entidades para a planificação, mesmo sendo uma negociação inicialmente dificil, permitiria à comissão responsabilizar mais tarde todas as entidades envolvidas.
2 - As associações culturais e desportivas, deveriam ter um papel determinante no programa. "Exigir" actividades desportivas para as tardes de festa. Por exemplo, pedir á Ala Dura para ocupar a casa da cultura nessa altura. E chamar ao palco os grupos da terra deveria ser "obrigatório".
3 - A organização do espaço também não é a melhor. Torna-se incompreensivelmente dispersa. A feira está cada vez mais pobre. Será porque a do concelho vizinho é cada vez mais atractiva? Deveria haver outro tipo de cuidado na distribuição dessa feira em especial para as tendas da alimentação, cada vez mais descaracterizadas, contribuindo para uma fraca imagem da festa. Penso que em vez de os restaurantes exigirem que a comissão leve a festa até eles, eles deveriam deslocar-se para o espaço da festa. Ou então, assumir a responsabilidade de aproveitar as pessoas atraídas pelo evento, arranjando forma de os chamar ao seu espaço. Poderia no entanto a comissão contribuir, porque não, com umas barracas à imagem das que se viam há anos, cobertas por cedros... bem mais agradáveis por sinal.
4 - O programa pobre, iniciando sempre ás 20.00 Horas, poderia ser preenchido com algumas das propostas anteriores.
5 - Os romeiros deveriam ser de uma vez por todos o centro do cartaz. Para isso seria necessário encontrar uma forma de lhes atribuir outro destaque. A estratégia não está completamente errada, mas confunde-se com os cantares das Janeiras. Aqui penso que seria necessário um boa reflexão sobre o assunto. Uma proposta: todos sabemos como somos dados a uma boa merenda. Porque não arranjar uma forma de promover o "merendeiro" do romeiro? Deve haver certamente algo típico nisto. Espontaneamente encontramos no final da festa alguns grupos de romeiros espalhados numa manta a comer (beber) e cantar. Tentar arranjar uma forma, sem perder essa espontaneadade, de aproveitar estes folias. Pessoalmente acho que abrem o apetite a quem assiste, o problema é que não há um espaço que convide quem quer saciar esse apetite.
Estas e outras propostas para as festas, colaborem!
Festas do Concelho! Estratégia para manter? - 2
O segundo artigo prende-se com os objectivos. E para isso vou pegar num comentário de um colaborador. Diz assim o flávio:
"mas quem será este Senhoriu, que condena a comparação com o nossos visinhos, mormente c o visinho Celorico?!... Então a competição, se quiser, a concorrência não interessa somente com os visinhos?, Com quem quereria qoe competíssemos, com um qualquer concelho de nós distante 100 km?!Tenha juizo Amigo e seja ambicioso noi que respeita a Mondim."
Impõe-se a questão, é competição que pretendemos com as festas do concelho? O nosso colega (espelho de uma boa parte dos nossos conterrâneos) aborda o assunto como se fosse um dado adquirido esta competição, esquecendo-se que o objectivo das festas do concelho é a celebração, tal como qualquer outra festa. Esta confusão tem levado a uma estratégia falida e simplista. Contrata-se as duas bandas mais despendiosas que o orçamento permite, uma iluminação e fogo de artifício.... o resto é para encher chouriça (cartaz), que mesmo assim é o que se tem visto. O resultado, tal como a estratégia, é muito simples... ganha (tem mais gente) quem tem mais dinheiro. Simples. Mas... e se não houvesse necessidade de disputar? Mesmo o que tem mais gente não teria mais ainda? Porque não um diálogo sobre as datas? AAhhhh!!! Já sei! É o utópico o dialogo!!! Orgulhosamente sós!! Sempre!!!
(Um consenso entre datas não justifica a estratégia. A estratégia, para mim, estaria sempre errada!)
"mas quem será este Senhoriu, que condena a comparação com o nossos visinhos, mormente c o visinho Celorico?!... Então a competição, se quiser, a concorrência não interessa somente com os visinhos?, Com quem quereria qoe competíssemos, com um qualquer concelho de nós distante 100 km?!Tenha juizo Amigo e seja ambicioso noi que respeita a Mondim."
Impõe-se a questão, é competição que pretendemos com as festas do concelho? O nosso colega (espelho de uma boa parte dos nossos conterrâneos) aborda o assunto como se fosse um dado adquirido esta competição, esquecendo-se que o objectivo das festas do concelho é a celebração, tal como qualquer outra festa. Esta confusão tem levado a uma estratégia falida e simplista. Contrata-se as duas bandas mais despendiosas que o orçamento permite, uma iluminação e fogo de artifício.... o resto é para encher chouriça (cartaz), que mesmo assim é o que se tem visto. O resultado, tal como a estratégia, é muito simples... ganha (tem mais gente) quem tem mais dinheiro. Simples. Mas... e se não houvesse necessidade de disputar? Mesmo o que tem mais gente não teria mais ainda? Porque não um diálogo sobre as datas? AAhhhh!!! Já sei! É o utópico o dialogo!!! Orgulhosamente sós!! Sempre!!!
(Um consenso entre datas não justifica a estratégia. A estratégia, para mim, estaria sempre errada!)
Festas do Concelho! Estratégia para manter? - 1
Há dias que ando para levantar novamente a questão das Festas do Concelho.
Um primeiro post só para discutir a forma como é formada a comissão de festas. Existe ou não um regulamento da comissão de festas? Ela é eleita ou nomeada?
Um primeiro post só para discutir a forma como é formada a comissão de festas. Existe ou não um regulamento da comissão de festas? Ela é eleita ou nomeada?
terça-feira, março 07, 2006
Tamecanos 06 foi um sucesso
"Pró ano estou lá novamente?". A frase que abre uma série de óptimos comentários em relação ao encontro realizado no fim-de-semana de Carnaval, é utilizada por quase todos os atletas que deixaram o seu comentário no fórum do site www.canoagem.online.pt. E depois disto só melhora: "Jantaradas com muita boa comida tradicional e bem regadas." ou "?este encontro foi um dos melhor organizados em que participei." O sucesso da iniciativa parece ser um dado adquirido. Sucesso esse, alcançado com o apoio das entidades executivas e privadas da região.
Paralelo ao evento, decorreu o fórum "Canoagem de Águas Bravas, que futuro?", que contou com a presença do Presidente da Federação Portuguesa de Canoagem. No final de uma longa conversa, apontadas algumas direcções e apresentados alguns programas já lançados pela Federação para a modalidade, fica a certeza de um futuro próspero, do qual a nossa região não pode ficar à margem. São novas oportunidades, numa modalidade que junta como poucas a vertente desportiva e turística e para a qual esta região se apresenta com condições singulares. O próprio encontro serviu para comprovar isso mesmo.
Para a região, e depois da motivação extra fornecida pelo sucesso do encontro, o GTM prepara agora uma série de iniciativas que visam melhorar as condições para a prática da modalidade, reiniciar a vertente competitiva, e claro está, realizar eventos de iniciação para angariação de novos atletas. Fica desde já a nota, para todos os interessados em aderir à modalidade, devem contactar gtm.aventura@gmail.com.
Em relação ao evento, mais do que nunca, o GTM pretende torná-lo regular, mantendo a qualidade tanto apreciada pelos participantes, ou se possível melhorar.
As imagens do evento podem ser vistas em www.ccimagem.com.
Nota de imprensa enviada pelo GTM
Paralelo ao evento, decorreu o fórum "Canoagem de Águas Bravas, que futuro?", que contou com a presença do Presidente da Federação Portuguesa de Canoagem. No final de uma longa conversa, apontadas algumas direcções e apresentados alguns programas já lançados pela Federação para a modalidade, fica a certeza de um futuro próspero, do qual a nossa região não pode ficar à margem. São novas oportunidades, numa modalidade que junta como poucas a vertente desportiva e turística e para a qual esta região se apresenta com condições singulares. O próprio encontro serviu para comprovar isso mesmo.
Para a região, e depois da motivação extra fornecida pelo sucesso do encontro, o GTM prepara agora uma série de iniciativas que visam melhorar as condições para a prática da modalidade, reiniciar a vertente competitiva, e claro está, realizar eventos de iniciação para angariação de novos atletas. Fica desde já a nota, para todos os interessados em aderir à modalidade, devem contactar gtm.aventura@gmail.com.
Em relação ao evento, mais do que nunca, o GTM pretende torná-lo regular, mantendo a qualidade tanto apreciada pelos participantes, ou se possível melhorar.
As imagens do evento podem ser vistas em www.ccimagem.com.
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Nota de imprensa enviada pelo GTM
segunda-feira, março 06, 2006
Questões de um leitor.
Muitas vezes no blog leio sobre tópicos um pouco estranhos e sem fontes que
possam comprovar a sua autenticidade, eu sei como é e nestas situações cada
um puxa para o seu lado.
Porém, existem situações em Mondim à vista de todos.
1 - Um dos sitios mais concorridos que reunia a malta jovem fechou por
problemas com os computadores. Porem quando ia reabrir foi proibido tal,
para que? para levar os jovens para o espaço net?
2 - O espaço net nao tem comparacao ao local agora fechado, aos sabados de
manha esta quase sempre fechado (apesar de no horario dizer que esta
aberto), fecha aos domingos, ao final da tarde é so para formacao e nao há à
noite. Ou seja ou os alunos da minha querida escola faltam, ou nao almocam
ou simplesmente nao podem usufruir do serviço.
Além de tudo existem sites restringidos o que se em algum casos é
compreensivel, existem outros que dá para pensar se ja estamos no seculo21.
Sites em mal nenhum, que nao dao para ver.
A culpa nao e dos funcionarios mas sim de quem restringe os sites, o
sr.tecnico.
3 - A atitude de tirar balizas da zona verde foi lastimavel. No ultimo verao
nao se via ninguem na zona verde. Mondim está a andar para trás. Ainda por
cima o unico sitio para jogar agora tem que ser pago, quando existem campos
por exemplo em paradança que sao melhores e nao precisam de ser pagos.
4 - Será que este verao a camera vai tomar atitudes para recuperar o que ja
foi a vila? Agora so mesmo a piscina é que safa Mondim, sem a piscina isto
seria apenas um deserto. E que tal arranjarem jovens para contratarem bandas
das quais os jovens gostem, tal como faz celorico? As festas teriam uma
qualidade maior.
Existem muitas mais coisas para pensar por agora estas ja dao que pensar
O texto foi enviado para o nosso mail por José Ferreira.
possam comprovar a sua autenticidade, eu sei como é e nestas situações cada
um puxa para o seu lado.
Porém, existem situações em Mondim à vista de todos.
1 - Um dos sitios mais concorridos que reunia a malta jovem fechou por
problemas com os computadores. Porem quando ia reabrir foi proibido tal,
para que? para levar os jovens para o espaço net?
2 - O espaço net nao tem comparacao ao local agora fechado, aos sabados de
manha esta quase sempre fechado (apesar de no horario dizer que esta
aberto), fecha aos domingos, ao final da tarde é so para formacao e nao há à
noite. Ou seja ou os alunos da minha querida escola faltam, ou nao almocam
ou simplesmente nao podem usufruir do serviço.
Além de tudo existem sites restringidos o que se em algum casos é
compreensivel, existem outros que dá para pensar se ja estamos no seculo21.
Sites em mal nenhum, que nao dao para ver.
A culpa nao e dos funcionarios mas sim de quem restringe os sites, o
sr.tecnico.
3 - A atitude de tirar balizas da zona verde foi lastimavel. No ultimo verao
nao se via ninguem na zona verde. Mondim está a andar para trás. Ainda por
cima o unico sitio para jogar agora tem que ser pago, quando existem campos
por exemplo em paradança que sao melhores e nao precisam de ser pagos.
4 - Será que este verao a camera vai tomar atitudes para recuperar o que ja
foi a vila? Agora so mesmo a piscina é que safa Mondim, sem a piscina isto
seria apenas um deserto. E que tal arranjarem jovens para contratarem bandas
das quais os jovens gostem, tal como faz celorico? As festas teriam uma
qualidade maior.
Existem muitas mais coisas para pensar por agora estas ja dao que pensar
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O texto foi enviado para o nosso mail por José Ferreira.
quinta-feira, março 02, 2006
Comunicado da Ala Dura
A Associação Cultural e Desportiva Ala Dura, vem por este meio informar que
o concerto dos "Orangotang", previsto para dia 18 de Março, não se irá
realizar, pois a Câmara Municipal entende que a casa da cultura não é o
espaço indicado para a realização do concerto. Convèm lembrar que no
referido espaço já se realizaram vários concertos sem causar quaisquer
problemas.
Se a casa da cultura não é indicada para concertos, qual será o espaço
indicado???? Em qualquer parte do país realizam-se concertos em recintos
fechados, a casa da música é um bom exemplo.
Desta forma manisfestamos o nosso desagrado pela posição assumida pela
câmara.
Sem mais de momento, o presidente direcção: Tiago Pires
o concerto dos "Orangotang", previsto para dia 18 de Março, não se irá
realizar, pois a Câmara Municipal entende que a casa da cultura não é o
espaço indicado para a realização do concerto. Convèm lembrar que no
referido espaço já se realizaram vários concertos sem causar quaisquer
problemas.
Se a casa da cultura não é indicada para concertos, qual será o espaço
indicado???? Em qualquer parte do país realizam-se concertos em recintos
fechados, a casa da música é um bom exemplo.
Desta forma manisfestamos o nosso desagrado pela posição assumida pela
câmara.
Sem mais de momento, o presidente direcção: Tiago Pires
quinta-feira, fevereiro 23, 2006
Computadores nas Escolas de Ensino Básico
Alguém imagina qual o investimento, previsto no plurianual, para os próximos 4 anos, para colocar computadores nas Escolas de Ensino Básico?
a) 500.00
b) 5000.00
c) 50000.00
a) 500.00
b) 5000.00
c) 50000.00
quinta-feira, fevereiro 16, 2006
Obras que apraz registar.
Ainda no plurianual, podemos encontrar uma verba destinada ao Plano de Valorização de Aldeia de Bobal. Programa financiado 50% por fundos comunitários, são 297.000 até 2007.
O abastecimento de Água do Concelho e contemplado com 800.000 já este ano (significatico?). O Projecto de Abasteciemento de Água do Concelho leva 143.000. E a estação de tratamento de Águas recebe 1.620.000 até 2007. Quer-me parecer que é um investimento significativo nesta área tão importante.
Se a isto juntarmos a biblioteca....
O abastecimento de Água do Concelho e contemplado com 800.000 já este ano (significatico?). O Projecto de Abasteciemento de Água do Concelho leva 143.000. E a estação de tratamento de Águas recebe 1.620.000 até 2007. Quer-me parecer que é um investimento significativo nesta área tão importante.
Se a isto juntarmos a biblioteca....
Em que fase se encontram algumas das obras emblemáticas de Mondim de Basto.
Olhando mais uma vez para o plurianual encontramos alguns factos deveras curiosos. A cada obra do plano, é atribuído um número de 1 a 5, em que "1" corresponde a uma obra em fase inicial e "5" a uma obra finalizada. Ficamos então a saber:
- O Jardim de Infância, recentemente inaugurado, encontra-se na fase 3 (???), merece por isso 300.000 Euros em 2006 e 100.000 em 2007 (obra comparticipada em 50% pela Administração Central (AC) ) . O próprio projecto da obra ainda se encontra em fase 4, assim sendo para 2006 ainda leva 2.500 Euros.
- O Núcleo Museológico, de que tanto se fala, encontra-se em fase 4, merece 25.000 Euros directinhos da Autarquia
- Conseguimos encontrar um item que diz "Parque de Estacionamento e Parques de Lazer" (quais?) que levam até 2008, 481.500 Euros, 100% pagos pela Autarquia.
- O Espaço Internet encontra-se em fase 3.
- O Caminho Municipal que pretende ligar o Barreiro a Lamas D´Olo ainda se encontra em fase 3. Recebe por isso 202.000 Euros até 2008.
- Muros da Zona Industrial, levam ainda até 2008, 457.000 Euros 100% da Autarquia.
- O Acesso Poente à Feira encontra-se em fase 1 e o Acesso à EM 312 encontra-se em fase 0. Uma Feira sem acessos não funciona, tá explicado o dilema. Para concluir/iniciar estes acessos são necessários 321.246 Euros.
- A Estrada Municipal que liga Cainha à EM da Sr.ª da Graça encontra-se em fase 0. 469.000 Euros até 2008 portanto. A Estrada que liga o Bilhó a Travassos também está em fase 0. 260.000 Euros até 2008 também. Verbas 100% pagas pela autarquia.
-
- O Jardim de Infância, recentemente inaugurado, encontra-se na fase 3 (???), merece por isso 300.000 Euros em 2006 e 100.000 em 2007 (obra comparticipada em 50% pela Administração Central (AC) ) . O próprio projecto da obra ainda se encontra em fase 4, assim sendo para 2006 ainda leva 2.500 Euros.
- O Núcleo Museológico, de que tanto se fala, encontra-se em fase 4, merece 25.000 Euros directinhos da Autarquia
- Conseguimos encontrar um item que diz "Parque de Estacionamento e Parques de Lazer" (quais?) que levam até 2008, 481.500 Euros, 100% pagos pela Autarquia.
- O Espaço Internet encontra-se em fase 3.
- O Caminho Municipal que pretende ligar o Barreiro a Lamas D´Olo ainda se encontra em fase 3. Recebe por isso 202.000 Euros até 2008.
- Muros da Zona Industrial, levam ainda até 2008, 457.000 Euros 100% da Autarquia.
- O Acesso Poente à Feira encontra-se em fase 1 e o Acesso à EM 312 encontra-se em fase 0. Uma Feira sem acessos não funciona, tá explicado o dilema. Para concluir/iniciar estes acessos são necessários 321.246 Euros.
- A Estrada Municipal que liga Cainha à EM da Sr.ª da Graça encontra-se em fase 0. 469.000 Euros até 2008 portanto. A Estrada que liga o Bilhó a Travassos também está em fase 0. 260.000 Euros até 2008 também. Verbas 100% pagas pela autarquia.
-
sexta-feira, fevereiro 10, 2006
Biblioteca Municipal
Contemplada no orçamento já para este ano está também a Biblioteca Municipal.
Para este ano é atribuida uma verba no valor de 540.073.00, para 2007 mais 500.000.00. Esta obra é também ela financiada 50% pela Administração Central e 50% pela Autarquia.
Na Reunião Ordinária de 25 de Janeiro de 2006, e segundo o mondimmunicipal (sempre perdura):
"O executivo camarário deliberou, em sessão ordinária, aprovar o Projecto Geral de Execução, o Programa de Concurso e o Caderno de Encargos da "Biblioteca Municipal de Mondim de Basto", ficando assim reunidas as condições necessárias, da parte do Município, para a assinatura do contrato-programa de financiamento com o IPLB, Instituto Português do Livro e das Bibliotecas. Recorde-se que esta fase do projecto mereceu parecer favorável desta entidade em Abril de 2004.
O edifício da Biblioteca Municipal irá localizar-se no monte da Sr.ª da Piedade, numa zona de equipamentos, onde também está prevista a instalação do Núcleo Museológico e a construção da Piscina Municipal Coberta. A obra tem um custo estimado de ? 1.033.350,60 para uma área de construção de 1.200m2"
Ora cá está, o que me parece ser, uma óptima notícia para Mondim!
Para este ano é atribuida uma verba no valor de 540.073.00, para 2007 mais 500.000.00. Esta obra é também ela financiada 50% pela Administração Central e 50% pela Autarquia.
Na Reunião Ordinária de 25 de Janeiro de 2006, e segundo o mondimmunicipal (sempre perdura):
"O executivo camarário deliberou, em sessão ordinária, aprovar o Projecto Geral de Execução, o Programa de Concurso e o Caderno de Encargos da "Biblioteca Municipal de Mondim de Basto", ficando assim reunidas as condições necessárias, da parte do Município, para a assinatura do contrato-programa de financiamento com o IPLB, Instituto Português do Livro e das Bibliotecas. Recorde-se que esta fase do projecto mereceu parecer favorável desta entidade em Abril de 2004.
O edifício da Biblioteca Municipal irá localizar-se no monte da Sr.ª da Piedade, numa zona de equipamentos, onde também está prevista a instalação do Núcleo Museológico e a construção da Piscina Municipal Coberta. A obra tem um custo estimado de ? 1.033.350,60 para uma área de construção de 1.200m2"
Ora cá está, o que me parece ser, uma óptima notícia para Mondim!
Também temos a nossa OTA?
Numa altura de aperto de cinto, também podemos encontrar a nossa OTA no orçamento municipal para 2006.
Uma das bandeiras de campanha de há uns anos, a Piscina Municipal Coberta, aparece com verbas atribuídas no plurianual, no valor de 7.500.00 em 2006, 1.130.000.00 em 2007 e 1.000.000.00 em 2008. Esta obra é financiada em 50% pela Administração Central e 50% pela Administração Autárquica.
Fica assim para a Autarquia pagar, nada mais nada menos que, 1.068.750.00 no próximos 3 Anos.
(boatos)
Fala-se num edifício com 2 tanques, 1 de aprendizagem e 1 semi-olímpico???? Será verdade??? A ser... para que precisamos nós de uma obra de tal envergadura?
Uma das bandeiras de campanha de há uns anos, a Piscina Municipal Coberta, aparece com verbas atribuídas no plurianual, no valor de 7.500.00 em 2006, 1.130.000.00 em 2007 e 1.000.000.00 em 2008. Esta obra é financiada em 50% pela Administração Central e 50% pela Administração Autárquica.
Fica assim para a Autarquia pagar, nada mais nada menos que, 1.068.750.00 no próximos 3 Anos.
(boatos)
Fala-se num edifício com 2 tanques, 1 de aprendizagem e 1 semi-olímpico???? Será verdade??? A ser... para que precisamos nós de uma obra de tal envergadura?
domingo, fevereiro 05, 2006
Despesa Corrente.
Começo esta minha análise ao Orçamento pela Despesa Corrente. Esta análise, bem como as outras que tentarei fazer, são análises de um munícepe, não de um perito, o que vem de encontro ao que se pretende com estes atigos. Ou seja, tornar o orçamento um documento acessivel.

O destaque na despesa corrente vai para o total de despesas com o pessoal que este ano atinge os 58% sendo que 60% é o limite legal.
Este ano, a Autarquia conta despender 111.000,00 Euros em juros aos quais se junta 325.000,00 de amortização de capital.
Interessa também analisar a forma como são distribuidas as verbas das Transferências Correntes, que num ano de "aperto de cinto", parece-me denotar algum sacrifício que merece ser analtecido:

Os clubes de futebol são os maiores beneficiários desta verba, logo a seguir à Volta a Portugal em Bicicleta e às Festas do Concelho.
Os Ranchos Folclóricos, tendo em conta o serviço prestado (promoção das nossas tradições), parecem-me subvalorizados.
A aposta na Filandorra, se analisada isoladamente, é aceitável. Se comparada a verba/benefício, parece-me algo injusta para com as outras associações que prestam serviços ao Concelho durante todo o ano.
Associações do mesmo "ramo" recebem quantias exactamente iguais, subentende-se que não existe uma avaliação do serviço prestado pelas associações.
Parece-me também que a Educação, se comparada com outras áreas, está claramente subvalorizada. Salvaguardo esta minha opinião, pelo facto de não saber que tipo de impacto tem esta verba nas associações em questão.

O destaque na despesa corrente vai para o total de despesas com o pessoal que este ano atinge os 58% sendo que 60% é o limite legal.
Este ano, a Autarquia conta despender 111.000,00 Euros em juros aos quais se junta 325.000,00 de amortização de capital.
Interessa também analisar a forma como são distribuidas as verbas das Transferências Correntes, que num ano de "aperto de cinto", parece-me denotar algum sacrifício que merece ser analtecido:

Os clubes de futebol são os maiores beneficiários desta verba, logo a seguir à Volta a Portugal em Bicicleta e às Festas do Concelho.
Os Ranchos Folclóricos, tendo em conta o serviço prestado (promoção das nossas tradições), parecem-me subvalorizados.
A aposta na Filandorra, se analisada isoladamente, é aceitável. Se comparada a verba/benefício, parece-me algo injusta para com as outras associações que prestam serviços ao Concelho durante todo o ano.
Associações do mesmo "ramo" recebem quantias exactamente iguais, subentende-se que não existe uma avaliação do serviço prestado pelas associações.
Parece-me também que a Educação, se comparada com outras áreas, está claramente subvalorizada. Salvaguardo esta minha opinião, pelo facto de não saber que tipo de impacto tem esta verba nas associações em questão.
sexta-feira, fevereiro 03, 2006
Fevereiro... um mês de Orçamento!
Se política é a gestão dos "dinheiros" públicos, então o orçamento é um documento que merece a maior das atenções. Nele podemos ver o que pretende fazer com o nosso dinheiro.
Nesta altura do campeonato já podemos encontrar alguns Orçamentos Municipais disponíveis para consulta online. Alguns Municípios inclusivé, utilizam este meio de divulgação para o colocar em discussão pública antes de o levar ás suas Assembleias para aprovação. Afinal, é do nosso dinheiro que se trata.
Consideramos que a opção de o colocar online deve partir de quem tem "obrigação", e de quem deveria ter orgulho em o mostrar.
Neste mês, o Casadoeiró, irá tentar fazer uma análise ao nosso orçamento, através de diversos posts que serão colocados pelos nossos colaboradores.
O Casadoeiro, disponibiliza-se também, a responder ás questões de todos aqueles que tenham alguma dúvida em relação ao orçamento. As questões deverão ser colocadas como comentário a este post, sendo que posteriormente, poderão originar novos posts.
Nesta altura do campeonato já podemos encontrar alguns Orçamentos Municipais disponíveis para consulta online. Alguns Municípios inclusivé, utilizam este meio de divulgação para o colocar em discussão pública antes de o levar ás suas Assembleias para aprovação. Afinal, é do nosso dinheiro que se trata.
Consideramos que a opção de o colocar online deve partir de quem tem "obrigação", e de quem deveria ter orgulho em o mostrar.
Neste mês, o Casadoeiró, irá tentar fazer uma análise ao nosso orçamento, através de diversos posts que serão colocados pelos nossos colaboradores.
O Casadoeiro, disponibiliza-se também, a responder ás questões de todos aqueles que tenham alguma dúvida em relação ao orçamento. As questões deverão ser colocadas como comentário a este post, sendo que posteriormente, poderão originar novos posts.
terça-feira, janeiro 31, 2006
Presidente da "Casa" tem reunião com Bill Gates
Tendo em conta a estratégia delineada para o presente mandato, uma equipa da Câmara Municipal liderada pelo Senhor Presidente, dirigiu-se a Lisboa para ouvir o que o homem mais rico do Mundo tinha para dizer - numa conferência de Modernização Administrativa.
O principal objectivo era ouvir e tentar estabelecer contactos com o Senhor Bill Gates no sentido deste apoiar um projecto de Modernização Administrativa a decorrer no nosso Concelho. É um projecto pioneiro a nível europeu, para isso a Câmara Municipal contou com a participação da Universidade de Trás-os-Montes e Universidade do Minho na sua elaboração.
A delegação do nosso Concelho conseguiu apresentar o projecto ao manager da Microsoft, que se mostrou bastante interessado no projecto e mostrou vontade de se deslocar ao nosso Concelho para estabelecer parcerias ...
Nesta altura acordei do sonho ... e ... não ouvi falar do projecto!
O principal objectivo era ouvir e tentar estabelecer contactos com o Senhor Bill Gates no sentido deste apoiar um projecto de Modernização Administrativa a decorrer no nosso Concelho. É um projecto pioneiro a nível europeu, para isso a Câmara Municipal contou com a participação da Universidade de Trás-os-Montes e Universidade do Minho na sua elaboração.
A delegação do nosso Concelho conseguiu apresentar o projecto ao manager da Microsoft, que se mostrou bastante interessado no projecto e mostrou vontade de se deslocar ao nosso Concelho para estabelecer parcerias ...
Nesta altura acordei do sonho ... e ... não ouvi falar do projecto!
quinta-feira, janeiro 26, 2006
O fim da Comunidade Urbana do Tâmega
Nos últimos tempos tenho acompanhado com alguma apreensão, as lutas políticas pela disputa da liderança da Comunidade Urbana, da qual o nosso Concelho faz parte.
No JN de ontem, uma notícia com o título - Marco de Canaveses protagonista da ComUrb em que o Prof. Albertino Mota e Silva, Presidente da Câmara de Celorico, se mostra descontente com a possibilidade de os Concelhos de Resende e Cinfães poderem vir a fazer parte deste comunidade (descontentamento antigo!), a sua posição é muito clara "sai para integrar a Área Metropolitana do Minho", a razão invocada é muito clara "o centro nevrálgico da ComUrb desloca-se para o Douro, em claro prejuízo para o Tâmega".
Mas... e Mondim não tem uma palavra a dizer! Se calhar, o Senhor Presidente da Câmara de Mondim não acredita nesta Comunidade, até porque não é uma aposta do governo, pelo menos para já. Mas se os autarcas não lhe dão relevância também não vai ser o governo que vai dar!
Apesar de tudo isto, Mondim prevê entregar uma verba de 20.000 Euros a esta Associação, isto segundo o Orçamento para este ano.
Senhor Presidente Pinto de Moura se realmente acredita nesta Comunidade mostre e demonstre a sua opinião! É também para isso que foi eleito. Não podemos continuar a pensar que vamos resolver os nossos problemas sem ajudas externas, é preciso lutar!
Ainda para mais, porque esta comunidade tem como grandes projectos a concretizar, para o presente ano:
Será isto uma "luta de galos" pelo poder da Comunidade Urbana do Tâmega?
Será que o nosso Presidente deve defender esta Comunidade?
Seremos sempre mais fortes e com maior capacidade reinvindicativa se estivermos unidos a outros Concelhos, é pena valermos apenas 8.147 votos.
No JN de ontem, uma notícia com o título - Marco de Canaveses protagonista da ComUrb em que o Prof. Albertino Mota e Silva, Presidente da Câmara de Celorico, se mostra descontente com a possibilidade de os Concelhos de Resende e Cinfães poderem vir a fazer parte deste comunidade (descontentamento antigo!), a sua posição é muito clara "sai para integrar a Área Metropolitana do Minho", a razão invocada é muito clara "o centro nevrálgico da ComUrb desloca-se para o Douro, em claro prejuízo para o Tâmega".
Mas... e Mondim não tem uma palavra a dizer! Se calhar, o Senhor Presidente da Câmara de Mondim não acredita nesta Comunidade, até porque não é uma aposta do governo, pelo menos para já. Mas se os autarcas não lhe dão relevância também não vai ser o governo que vai dar!
Apesar de tudo isto, Mondim prevê entregar uma verba de 20.000 Euros a esta Associação, isto segundo o Orçamento para este ano.
Senhor Presidente Pinto de Moura se realmente acredita nesta Comunidade mostre e demonstre a sua opinião! É também para isso que foi eleito. Não podemos continuar a pensar que vamos resolver os nossos problemas sem ajudas externas, é preciso lutar!
Ainda para mais, porque esta comunidade tem como grandes projectos a concretizar, para o presente ano:
- Elaboração de um Plano Estratégico para o Baixo Tâmega
- Elaboração de um Plano Intermunicipal de Saneamento Básico
Será isto uma "luta de galos" pelo poder da Comunidade Urbana do Tâmega?
Será que o nosso Presidente deve defender esta Comunidade?
Seremos sempre mais fortes e com maior capacidade reinvindicativa se estivermos unidos a outros Concelhos, é pena valermos apenas 8.147 votos.
segunda-feira, janeiro 23, 2006
Pedido de desculpas.
Durante a semana anterior, existiu um problema técnico que impediu os utilizadores do Internet Explorer de visualizar e comentar alguns dos artigos do Casadoeiró. O problema está neste momento resolvido.
Fica o nosso pedido de desculpas a quem foi impossibilitado de participar.
Fica o nosso pedido de desculpas a quem foi impossibilitado de participar.
domingo, janeiro 22, 2006
Cavaco Silva arrasador em Mondim!
Após as Eleições Presidenciais aqui ficam os resultados no nosso Concelho:


Sem dúvida uma grande vitória de Cavaco Silva e uma notória divisão dos Socialistas Mondinenses entre Mário Soares e Cavaco Silva.
Fonte: Eleições Presidenciais 2006 - Stape


Sem dúvida uma grande vitória de Cavaco Silva e uma notória divisão dos Socialistas Mondinenses entre Mário Soares e Cavaco Silva.
Fonte: Eleições Presidenciais 2006 - Stape
sexta-feira, janeiro 20, 2006
Novamente a Biomassa.
O Governo veio mais uma vez reforçar a sua aposta nas energias renováveis, destacando desta vez as centrais eléctricas a biomassa. Vejamos:
"As medidas anunciadas incluem o lançamento de um concurso para a construção de 10 a 12 centrais eléctricas a biomassa florestal."
"Na biomassa, o investimento previsto pelo Governo é de 255 milhões de euros, estimando-se a criação de 500 a 800 empregos. As centrais poderão retirar das florestas até um milhão de toneladas de biomassa/ano, reduzindo o risco de incêndio."
Em altura de campanha eleitoral Cabeceiras de Basto anunciou a construção de uma destas centrais no seu concelho. Ao que tudo indica... confirma-se.
Importa reflectir sobre as causas que nos levam a olhar paras estes investimentos, como se nada fosse connosco. O mesmo de sempre, a falta de dinamismo? Ou a falta de parceiros?
"As medidas anunciadas incluem o lançamento de um concurso para a construção de 10 a 12 centrais eléctricas a biomassa florestal."
"Na biomassa, o investimento previsto pelo Governo é de 255 milhões de euros, estimando-se a criação de 500 a 800 empregos. As centrais poderão retirar das florestas até um milhão de toneladas de biomassa/ano, reduzindo o risco de incêndio."
JN
Em altura de campanha eleitoral Cabeceiras de Basto anunciou a construção de uma destas centrais no seu concelho. Ao que tudo indica... confirma-se.
Importa reflectir sobre as causas que nos levam a olhar paras estes investimentos, como se nada fosse connosco. O mesmo de sempre, a falta de dinamismo? Ou a falta de parceiros?
terça-feira, janeiro 17, 2006
MONDIM É CASE STUDY DE HARVARD
Estudo de Harvard conclui, que a construção de estaleiros de obras, junto de parques de campismo, tem efeitos positivos, no desenvolvimento e crescimento económico do país.
A equipa de Harvard, constituída por dois economistas e um sociólogo, escolheu como objecto de estudo, o parque de campismo de Mondim, porque não existe no mundo outro parque, com um estaleiro quase dentro do mesmo.
Durante dois anos, esta equipa estudou o comportamento dos trabalhadores do estaleiro e em especial os utentes do parque de campismo. Estes confrontam-se diariamente, com a dura realidade dos trabalhadores do estaleiro, que segundo o sociólogo Mark Mark, exercem inconscientemente, uma persuasão psicológica nos utentes do parque inibindo-os de frequentar o parque perante tal imoralidade.
Grande parte dos frequentadores do parque, vê como imoral, o facto desfrutarem de um largo período, em que praticamente passam o tempo de papo para o ar, sem fazer nada de proveitoso, enquanto que outros (trabalhadores do estaleiro) têm que trabalhar arduamente, contribuindo assim para a prosperidade económica, que o país tanto necessita.
O sentimento de culpa é tão grande, que muitos deles chegam mesmo a interromper as férias, para regressarem mais cedo aos seus afazeres profissionais.
A equipa de Harvard não tem duvidas, quanto aos efeitos positivos desta medida. Depoimentos recolhidos durante o período de estudo sustentam esta conclusão. Uma utente do parque a Sr.ª Irundina Baptista de Vila Nova de Gaia quando confrontada com esta tremenda injustiça disse: ?olhe eu e o meu marido, já resolvemos ir embora e nunca mais, mas nunca mais mesmo, iremos gozar férias. Só ainda não fomos embora porque o meu mais velho, anda perdido de amores por uma tipa, acho que até é estrangeira, e não sai da roulote dela. A minha irmã Alzira, já foi e disse ao patrão, que não queria mais férias. E começou logo a trabalhar? outro utente, o Sr. Rolando Rufino de Guimarães disse-nos. ?Sinto cá um peso na cabeça, quando vou a geleira buscar uma cervejita, para a beber refastelado nesta cadeira, enquanto que os trabalhadores do estaleiro, só depois de descarregarem dois camiões de cimento, é que podem beber 3 ou 4 cervejas. Não é justo?. Remata.
Quem não estranha muito, são os turistas alemães, franceses e holandeses, pois estão já habituados, a ver os portugueses a trabalharem como formigas, nos seus países.
A equipe liderada pelo Dr. Mark Mark, recolheu alguns artigos de opinião, publicados nos jornais da região e mesmo neste blog, que alertavam para a necessidade da definição e implementação de estratégias, no âmbito do turismo, como factor de desenvolvimento regional. Puro engano, como comprova a tese de Harvard. Que alias aconselhou já o executivo a permitir a construção de outro estaleiro na zona verde.
A equipa de Harvard, constituída por dois economistas e um sociólogo, escolheu como objecto de estudo, o parque de campismo de Mondim, porque não existe no mundo outro parque, com um estaleiro quase dentro do mesmo.
Durante dois anos, esta equipa estudou o comportamento dos trabalhadores do estaleiro e em especial os utentes do parque de campismo. Estes confrontam-se diariamente, com a dura realidade dos trabalhadores do estaleiro, que segundo o sociólogo Mark Mark, exercem inconscientemente, uma persuasão psicológica nos utentes do parque inibindo-os de frequentar o parque perante tal imoralidade.
Grande parte dos frequentadores do parque, vê como imoral, o facto desfrutarem de um largo período, em que praticamente passam o tempo de papo para o ar, sem fazer nada de proveitoso, enquanto que outros (trabalhadores do estaleiro) têm que trabalhar arduamente, contribuindo assim para a prosperidade económica, que o país tanto necessita.
O sentimento de culpa é tão grande, que muitos deles chegam mesmo a interromper as férias, para regressarem mais cedo aos seus afazeres profissionais.
A equipa de Harvard não tem duvidas, quanto aos efeitos positivos desta medida. Depoimentos recolhidos durante o período de estudo sustentam esta conclusão. Uma utente do parque a Sr.ª Irundina Baptista de Vila Nova de Gaia quando confrontada com esta tremenda injustiça disse: ?olhe eu e o meu marido, já resolvemos ir embora e nunca mais, mas nunca mais mesmo, iremos gozar férias. Só ainda não fomos embora porque o meu mais velho, anda perdido de amores por uma tipa, acho que até é estrangeira, e não sai da roulote dela. A minha irmã Alzira, já foi e disse ao patrão, que não queria mais férias. E começou logo a trabalhar? outro utente, o Sr. Rolando Rufino de Guimarães disse-nos. ?Sinto cá um peso na cabeça, quando vou a geleira buscar uma cervejita, para a beber refastelado nesta cadeira, enquanto que os trabalhadores do estaleiro, só depois de descarregarem dois camiões de cimento, é que podem beber 3 ou 4 cervejas. Não é justo?. Remata.
Quem não estranha muito, são os turistas alemães, franceses e holandeses, pois estão já habituados, a ver os portugueses a trabalharem como formigas, nos seus países.
A equipe liderada pelo Dr. Mark Mark, recolheu alguns artigos de opinião, publicados nos jornais da região e mesmo neste blog, que alertavam para a necessidade da definição e implementação de estratégias, no âmbito do turismo, como factor de desenvolvimento regional. Puro engano, como comprova a tese de Harvard. Que alias aconselhou já o executivo a permitir a construção de outro estaleiro na zona verde.
Mondim apresenta a pior média no Exame Nacional de Matemática do 9º Ano
Este é o artigo que podemos encontrar no jornal Público de 17 JAN 2006.
Já se sabia que 71 por cento dos 85 mil alunos do 9.º ano que estrearam, em Junho passado, o exame nacional de Matemática tinham tido negativa na prova. Mas a análise aos resultados por região vai mais longe e mostra agora que nenhum concelho do país conseguiu registar média superior a 2,66 (numa escala de 1 a 5).
Os dados constam do relatório do Júri Nacional de Exames (JNE), que analisa a forma como decorreu todo o processo relativo às provas nacionais do 9.º e do 12.º (e que implicou a realização, em Junho, de mais de 600 mil exames) e os resultados obtidos.
E o que o documento revela é que a média nacional no exame de Matemática do 9.º ano ficou-se pelos 2,2 valores. Os resultados mais baixos localizam-se na Madeira (1,97), em todos os distritos a Sul do Tejo e ainda Guarda e Braga.
Na faixa litoral entre Lisboa e Aveiro concentram-se os distritos onde o desempenho dos alunos foi melhor. O problema é que mesmo nas regiões que poderiam beneficiar do facto de terem indicadores sócio-económicos superiores os resultados continuam a ser globalmente fracos.
Basta ver que o distrito onde as notas foram melhores - Coimbra - fica-se por uma média de 2,41 valores. Restringindo a análise ao nível dos concelhos, constata-se de igual forma que a prestação mais positiva cifrou-se em 2,66 valores de média, obtidos em Arruda dos Vinhos, distrito de Lisboa.
92 concelhos com média inferior a 2 valores
O pior resultado foi registado no concelho de Mondim de Basto (Vila Real). Os alunos que aí prestaram provas não foram além de 1,49 de média. Ao todo, entre os 285 concelhos contabilizados (excluem-se os Açores, já que não se realizaram aí exames do 9.º ano), 92 apresentaram médias inferiores a 2 valores.
Outra das conclusões realçadas pelo JNE prende-se com a "grande discrepância" entre a média obtida nos exames nacionais e a média de frequência. Por outras palavras, e tal como acontece no 12.º ano, os alunos têm classificações substancialmente melhores na avaliação que é feita ao longo do ano pelos professores da escola do que na avaliação externa. Assim, se a média no exame se fica pelos 2,2 , já a média das notas atribuídas no 3.º período sobe para os 3,1. O número de concelhos com uma classificação de frequência positiva sobe para os 175. Recorde-se que, por se tratar do primeiro ano de aplicação dos exames, a nota contou apenas 25 por cento (e não 30 por cento, como inicialmente previsto) no cálculo da classificação final da disciplina. Para este ano, a questão está ainda em aberto, mas é provável que a tutela mantenha o peso de 25 por cento. "Enquanto não forem conhecidas as conclusões do trabalho de reflexão interna nas escolas, alterar a ponderação serviria apenas para punir indevidamente os alunos", explica fonte do Ministério da Educação. Em relação à prova de Língua Portuguesa, os resultados são substancialmente melhores. A média no exame nacional cifrou-se nos 3 valores, tanto quando a média na classificação final. Ainda assim, em mais de metade dos concelhos (155), os resultados ficaram abaixo dos 3 valores. Porto Moniz (Madeira), Crato (Portalegre), Vila Viçosa (Évora), Vimioso (Bragança) ou Coimbra tiveram as melhores prestações nos exames nacionais. "
Assim, se a média no exame se fica pelos 2,2 , já a média das notas atribuídas no 3.º período sobe para os 3,1. O número de concelhos com uma classificação de frequência positiva sobe para os 175.
Recorde-se que, por se tratar do primeiro ano de aplicação dos exames, a nota contou apenas 25 por cento (e não 30 por cento, como inicialmente previsto) no cálculo da classificação final da disciplina. Para este ano, a questão está ainda em aberto, mas é provável que a tutela mantenha o peso de 25 por cento. "Enquanto não forem conhecidas as conclusões do trabalho de reflexão interna nas escolas, alterar a ponderação serviria apenas para punir indevidamente os alunos", explica fonte do Ministério da Educação.
Em relação à prova de Língua Portuguesa, os resultados são substancialmente melhores. A média no exame nacional cifrou-se nos 3 valores, tanto quando a média na classificação final.
Ainda assim, em mais de metade dos concelhos (155), os resultados ficaram abaixo dos 3 valores. Porto Moniz (Madeira), Crato (Portalegre), Vila Viçosa (Évora), Vimioso (Bragança) ou Coimbra tiveram as melhores prestações nos exames nacionais.
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Já se sabia que 71 por cento dos 85 mil alunos do 9.º ano que estrearam, em Junho passado, o exame nacional de Matemática tinham tido negativa na prova. Mas a análise aos resultados por região vai mais longe e mostra agora que nenhum concelho do país conseguiu registar média superior a 2,66 (numa escala de 1 a 5).
Os dados constam do relatório do Júri Nacional de Exames (JNE), que analisa a forma como decorreu todo o processo relativo às provas nacionais do 9.º e do 12.º (e que implicou a realização, em Junho, de mais de 600 mil exames) e os resultados obtidos.
E o que o documento revela é que a média nacional no exame de Matemática do 9.º ano ficou-se pelos 2,2 valores. Os resultados mais baixos localizam-se na Madeira (1,97), em todos os distritos a Sul do Tejo e ainda Guarda e Braga.
Na faixa litoral entre Lisboa e Aveiro concentram-se os distritos onde o desempenho dos alunos foi melhor. O problema é que mesmo nas regiões que poderiam beneficiar do facto de terem indicadores sócio-económicos superiores os resultados continuam a ser globalmente fracos.
Basta ver que o distrito onde as notas foram melhores - Coimbra - fica-se por uma média de 2,41 valores. Restringindo a análise ao nível dos concelhos, constata-se de igual forma que a prestação mais positiva cifrou-se em 2,66 valores de média, obtidos em Arruda dos Vinhos, distrito de Lisboa.
92 concelhos com média inferior a 2 valores
O pior resultado foi registado no concelho de Mondim de Basto (Vila Real). Os alunos que aí prestaram provas não foram além de 1,49 de média. Ao todo, entre os 285 concelhos contabilizados (excluem-se os Açores, já que não se realizaram aí exames do 9.º ano), 92 apresentaram médias inferiores a 2 valores.
Outra das conclusões realçadas pelo JNE prende-se com a "grande discrepância" entre a média obtida nos exames nacionais e a média de frequência. Por outras palavras, e tal como acontece no 12.º ano, os alunos têm classificações substancialmente melhores na avaliação que é feita ao longo do ano pelos professores da escola do que na avaliação externa. Assim, se a média no exame se fica pelos 2,2 , já a média das notas atribuídas no 3.º período sobe para os 3,1. O número de concelhos com uma classificação de frequência positiva sobe para os 175. Recorde-se que, por se tratar do primeiro ano de aplicação dos exames, a nota contou apenas 25 por cento (e não 30 por cento, como inicialmente previsto) no cálculo da classificação final da disciplina. Para este ano, a questão está ainda em aberto, mas é provável que a tutela mantenha o peso de 25 por cento. "Enquanto não forem conhecidas as conclusões do trabalho de reflexão interna nas escolas, alterar a ponderação serviria apenas para punir indevidamente os alunos", explica fonte do Ministério da Educação. Em relação à prova de Língua Portuguesa, os resultados são substancialmente melhores. A média no exame nacional cifrou-se nos 3 valores, tanto quando a média na classificação final. Ainda assim, em mais de metade dos concelhos (155), os resultados ficaram abaixo dos 3 valores. Porto Moniz (Madeira), Crato (Portalegre), Vila Viçosa (Évora), Vimioso (Bragança) ou Coimbra tiveram as melhores prestações nos exames nacionais. "
Assim, se a média no exame se fica pelos 2,2 , já a média das notas atribuídas no 3.º período sobe para os 3,1. O número de concelhos com uma classificação de frequência positiva sobe para os 175.
Recorde-se que, por se tratar do primeiro ano de aplicação dos exames, a nota contou apenas 25 por cento (e não 30 por cento, como inicialmente previsto) no cálculo da classificação final da disciplina. Para este ano, a questão está ainda em aberto, mas é provável que a tutela mantenha o peso de 25 por cento. "Enquanto não forem conhecidas as conclusões do trabalho de reflexão interna nas escolas, alterar a ponderação serviria apenas para punir indevidamente os alunos", explica fonte do Ministério da Educação.
Em relação à prova de Língua Portuguesa, os resultados são substancialmente melhores. A média no exame nacional cifrou-se nos 3 valores, tanto quando a média na classificação final.
Ainda assim, em mais de metade dos concelhos (155), os resultados ficaram abaixo dos 3 valores. Porto Moniz (Madeira), Crato (Portalegre), Vila Viçosa (Évora), Vimioso (Bragança) ou Coimbra tiveram as melhores prestações nos exames nacionais.
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segunda-feira, janeiro 16, 2006
Grupo coral de Mondim salva Mondinense FC da banca rota
Mais um artigo do xkrjag:
O grupo coral de Mondim, sabendo das dificuldades financeiras que afligem o clube da terra, pôs mãos à obra - ou melhor dizendo às gargantas - e foi de tasco em tasco cantar Os Reis, revertendo o produto angariado, para o Mondinense Futebol Clube.Agradecemos desde já a participação contínua do xkrjag!
Esta atitude samaritana, do grupo coral, salvou da falência eminente o M.F.C.
Não deixa de ser curioso no entanto, que as pedras vivas do templo do senhor, (o grupo coral, que como se pode constatar é composto por coristas e "cordeiristas2) se tenham mobilizado por tão nobre causa, a da ilusão.
Este grupo coral, podia cantar os reis e com o produto da cantoria poderia realizar obras de beneficência no espólio diocesano, esse mesmo produto poderia reverter em favor dos mais desfavorecidos, das vítimas da fome ou da guerra, que merecem tanta atenção na oralidade dominical, mas que não tem correspondência na prática, Mas não! Todas estas causas, não são tão nobres como a causa do futebol, o importante é manter a ilusão, de que o Mondinense se pode manter na 3ª Divisão, com um orçamento muito acima das suas possibilidades. Orçamento maioritariamente suportado pela autarquia, que, é quem de forma negligente e irresponsável, mais contribui para esta situação.
Na sua tomada de posse, o Sr. Presidente da Câmara Municipal, alertou para as dificuldades em realizar obras no concelho, nos próximos tempos, porque segundo ele não há dinheiro. Só não há dinheiro porque é esbanjado em ilusões. Mas compreende-se era ano de eleições e não se podia desfazer o sonho, que a acontecer, se reflectia nos votos.
Do refrão, que os elementos do grupo coral emocionalmente cantavam, retive uma frase, que dizia para os três Reis Magos, não tirarem os olhos da estrela que os guiava até Belém. A certos indivíduos apetece-me dizer olhai bem para a terra e ponde bem os pés nela.
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Mondinense FC
quinta-feira, janeiro 12, 2006
Orangotang lançam novo single

"Depois do cd ep "Factory Songs" de 2003 que contou com referências na Antena3, Rádio Nova, Rádio Universitária do Minho e outras, e da "Factory Songs Tour" que passou pelas queimas das fitas de Bragança, Vila Real, Guarda, B-Flat e RTPN assim como por outros palcos, sobretudo a Norte do país.
Os Orangotang, banda Trasmontana, apresentam em 2006, o single "SÓ!?" marcado pelas novas tendências do indie rock alternativo, que mistura ás guitarras alguma electrónica vintage.
"SÓ!?" é também o single e primeiro avanço do novo registo da banda a editar em 2006"
Podem ouvir o novo single em Orangotang
quarta-feira, janeiro 11, 2006
Urnas de Voto
Como já devem ter reparado (quem já foi votar!) as urnas de voto no Concelho de Mondim ainda são as do 25 de Abril, sem qualquer tipo de arranjo ou pintura, ou seja, estão ferrugentas e com algumas mossas.
Senhor Presidente da "Casa do Eiro" ainda faltam quinze dias para as eleições, era bom que lhes desse um arranjo! Não são precisas novas, basta apenas uma renovação.
Assim, poderá renovar algo do 25 de Abril!
Senhor Presidente da "Casa do Eiro" ainda faltam quinze dias para as eleições, era bom que lhes desse um arranjo! Não são precisas novas, basta apenas uma renovação.
Assim, poderá renovar algo do 25 de Abril!
segunda-feira, janeiro 09, 2006
Abastecimento de Água e Saneamento vai ser resolvido
Finalmente a Câmara de Mondim (?) em conjunto com o grupo Águas de Portugal através das suas participadas Águas do Cávado e Águas do Ave irão debelar os problemas de abastecimento de água e saneamento com que o Concelho se debate.
O projecto engloba os Concelhos de Vila Verde, Amares, Terras de Bouro, Cabeceiras, Celorico e Mondim num investimento de 321 Euros por habitante que passarão a pagar 42 cêntimos por m3 de água consumida. Prevê-se que até 2013 haja uma cobertura de 95% dos concelhos abrangidos.
Segundo noticias, o investimento a efectuar será realizado quer na rede em alta (ramais de acesso à "entrada" dos concelhos), quer na rede em baixa (ligações às habitações e distribuição pelas freguesias) até 2013.
Sem dúvida um grande projecto! Espero que equipa do Senhor Fernando Pinto de Moura não baixe os braços e não deixe cair mais este projecto, conforme deixou cair o projecto das Águas do Douro e Paiva. Neste último caso, chegou a ser apresentado um projecto em Assembleia Municipal!
Fontes:
Jornal de Noticias
Jornal Público
Águas de Portugal
Águas do Ave
Águas do Cávado
O projecto engloba os Concelhos de Vila Verde, Amares, Terras de Bouro, Cabeceiras, Celorico e Mondim num investimento de 321 Euros por habitante que passarão a pagar 42 cêntimos por m3 de água consumida. Prevê-se que até 2013 haja uma cobertura de 95% dos concelhos abrangidos.
Segundo noticias, o investimento a efectuar será realizado quer na rede em alta (ramais de acesso à "entrada" dos concelhos), quer na rede em baixa (ligações às habitações e distribuição pelas freguesias) até 2013.
Sem dúvida um grande projecto! Espero que equipa do Senhor Fernando Pinto de Moura não baixe os braços e não deixe cair mais este projecto, conforme deixou cair o projecto das Águas do Douro e Paiva. Neste último caso, chegou a ser apresentado um projecto em Assembleia Municipal!
Fontes:
Jornal de Noticias
Jornal Público
Águas de Portugal
Águas do Ave
Águas do Cávado
sábado, janeiro 07, 2006
Mondim tem Provedor da Juventude.
O tema tem dominado o blog. A um comentário do Eng. Humberto, o provedor da Juventude, puxou de imediato dos seus galões, e colocou um artigo de opinião ao qual todos os jovens Mondinenses muito ficam a dever. Ser colaborador de um jornal não é para todos, mas para sorte dos jovens mondinenses, o nosso provedor sabe bem como funcionam os "media" regionais, e a defesa foi publicada:
"Para que não se fechem as portas que abril abriu"
À semelhança dos guerrelheiros africanos, o vereador Humberto Cerqueira escolheu as estações das chuvas para lançar um violento ataque contra a Juventude Mondinense.
Utilizando uma linguagem nada próprias para alguém com as suas responsabilidades politicas e profissionais, Humberto Cerqueira, em artigo publicado, classificou os jovens de ovens dependentes e jovens autónomos, maus alunos e bons alunos e maus profissionais e bons profissionais, apenas na base da preferência política destes, faltando apenas a uns lavar-lhe os pés pô-los no altar e aos outros metê-los no inferno.
O vereador Humberto Cerqueira acabou deste modo, por dar um mau exemplo como professor e prestou um mau serviço à democracia como politico.
Durante décadas assisti à reversibilidade do irreversível mas também sobrevivi ao inevitável.
A minha geração aprendeu a ver o cinismo de certos políticos e a desiludir-se com as revoluções.
Resta-nos agora, apenas, resistir a políticas deste género para evitar que a história se repita e se fechem novamente as portas que Abril abriu. As portas da fé na democracia e de esperança no socialismo.
Obrigado provedor.
Uns dias mais tarde, inserido num mundo onde não é necessário contactos priveligiados para que todos se façam ouvir, o nosso provedor vê-se confrontado com acusações demagógicas, e é num dos seus comentários que ele reassume a sua missão.... mas agora, com um pequeno senão:
"Naturalmente que dou a cara pelos jovens desde que estes nao sejam nacional socialistas."
Bem, nacional socialistas não há (suponho eu), logo o nosso provedor continua com todos os jovens!!! UFA!!!
Minutos mais tarde, defendendo-se de um violento ataque, o nosso heroi descambou:
(Falava sobre Hitler)
"Ou seja tudo que nao era por ele era contra ele.Para o ajudar nesta saga contou com as juventudes hitlarianas mais tarde as tenobrosas SS que eram constituidas pelos seres perfeitos, os tais da raça Ariana.Humberto Cerqueira e Joao Almeida sao os chefes. Os outros sao as tropas de choque."
Agora percebo, para além dos identificadamente visados, o nosso heroi, defende-nos dos jovens apoiantes de Humberto e João Almeida, os quais compara com as juventudes hitlarianas e as tenebrosas SS.
"Para que não se fechem as portas que abril abriu" faz mais sentido do que nunca para mim. Obrigado, agora conhecido por: Sr. Provedor dos Jovens Mondinenses (excluindo os nacional socialistas, identificados por apoiar Humberto Cerqueira e João Almeida).
Há realmente pessoas que não deveriam merecer o nosso tempo, mas fazer de conta que não se passa nada? Não me parece opção.
Este artigo só existe porque Mondim precisa de uma JSD digna. Capaz de ser, realmente, uma voz activa. Capaz de oferecer ao actual executivo, ou ao PSD, a tal irreverência e juventude de que todos os partidos urgentemente necessitam. À JSD peço desculpa pela ingerência e fica a promessa de não mais voltar a tocar no assunto.
"Para que não se fechem as portas que abril abriu"
À semelhança dos guerrelheiros africanos, o vereador Humberto Cerqueira escolheu as estações das chuvas para lançar um violento ataque contra a Juventude Mondinense.
Utilizando uma linguagem nada próprias para alguém com as suas responsabilidades politicas e profissionais, Humberto Cerqueira, em artigo publicado, classificou os jovens de ovens dependentes e jovens autónomos, maus alunos e bons alunos e maus profissionais e bons profissionais, apenas na base da preferência política destes, faltando apenas a uns lavar-lhe os pés pô-los no altar e aos outros metê-los no inferno.
O vereador Humberto Cerqueira acabou deste modo, por dar um mau exemplo como professor e prestou um mau serviço à democracia como politico.
Durante décadas assisti à reversibilidade do irreversível mas também sobrevivi ao inevitável.
A minha geração aprendeu a ver o cinismo de certos políticos e a desiludir-se com as revoluções.
Resta-nos agora, apenas, resistir a políticas deste género para evitar que a história se repita e se fechem novamente as portas que Abril abriu. As portas da fé na democracia e de esperança no socialismo.
Obrigado provedor.
Uns dias mais tarde, inserido num mundo onde não é necessário contactos priveligiados para que todos se façam ouvir, o nosso provedor vê-se confrontado com acusações demagógicas, e é num dos seus comentários que ele reassume a sua missão.... mas agora, com um pequeno senão:
"Naturalmente que dou a cara pelos jovens desde que estes nao sejam nacional socialistas."
Bem, nacional socialistas não há (suponho eu), logo o nosso provedor continua com todos os jovens!!! UFA!!!
Minutos mais tarde, defendendo-se de um violento ataque, o nosso heroi descambou:
(Falava sobre Hitler)
"Ou seja tudo que nao era por ele era contra ele.Para o ajudar nesta saga contou com as juventudes hitlarianas mais tarde as tenobrosas SS que eram constituidas pelos seres perfeitos, os tais da raça Ariana.Humberto Cerqueira e Joao Almeida sao os chefes. Os outros sao as tropas de choque."
Agora percebo, para além dos identificadamente visados, o nosso heroi, defende-nos dos jovens apoiantes de Humberto e João Almeida, os quais compara com as juventudes hitlarianas e as tenebrosas SS.
"Para que não se fechem as portas que abril abriu" faz mais sentido do que nunca para mim. Obrigado, agora conhecido por: Sr. Provedor dos Jovens Mondinenses (excluindo os nacional socialistas, identificados por apoiar Humberto Cerqueira e João Almeida).
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Há realmente pessoas que não deveriam merecer o nosso tempo, mas fazer de conta que não se passa nada? Não me parece opção.
Este artigo só existe porque Mondim precisa de uma JSD digna. Capaz de ser, realmente, uma voz activa. Capaz de oferecer ao actual executivo, ou ao PSD, a tal irreverência e juventude de que todos os partidos urgentemente necessitam. À JSD peço desculpa pela ingerência e fica a promessa de não mais voltar a tocar no assunto.
quinta-feira, janeiro 05, 2006
MondimMunicipal.
Já lá vão mais de dois anos que me habituei a consultar o MondimMunicipal, único espaço onde podemos manter-nos a par dos temas que foram sendo debatidos nas diversas reuniões da Câmara Municipal, entre outras notícias. Não é necessário aguardar muito tempo. No próprio dia, ou no dia seguinte, é certo que encontramos no MondimMunicipal os tópicos da reunião, bem como uma pequena descrição da discussão. É?.... Ou era?
Data de 8 de Novembro o último artigo sobre uma reunião. Para a reunião de 30 de Novembro, já só podemos ler os tópicos dos temas propostos a discussão. E foi a última até ver! Até ver? Espero sinceramente que sim.
Eis que no dia 30 de Dezembro somos confrontados com um "Editorial para um Ano Novo". Uma espécie de auto-avaliação, missão cumprida, descontextualizada com o título. "Editorial de Fim de Ano" seria mais ajustado... digo eu.
Será mesmo o fim deste projecto pessoal de Ágata Costa e Arq. José António Nobre? Gostava de poder exigir a sua continuidade, mas a natureza do projecto só me permite agradecer o óptimo serviço prestado à nossa comunidade.
Resta-me a esperança que o "Editorial para um Ano Novo" tenha sido mal interpretado por mim.
Data de 8 de Novembro o último artigo sobre uma reunião. Para a reunião de 30 de Novembro, já só podemos ler os tópicos dos temas propostos a discussão. E foi a última até ver! Até ver? Espero sinceramente que sim.
Eis que no dia 30 de Dezembro somos confrontados com um "Editorial para um Ano Novo". Uma espécie de auto-avaliação, missão cumprida, descontextualizada com o título. "Editorial de Fim de Ano" seria mais ajustado... digo eu.
Será mesmo o fim deste projecto pessoal de Ágata Costa e Arq. José António Nobre? Gostava de poder exigir a sua continuidade, mas a natureza do projecto só me permite agradecer o óptimo serviço prestado à nossa comunidade.
Resta-me a esperança que o "Editorial para um Ano Novo" tenha sido mal interpretado por mim.
quarta-feira, janeiro 04, 2006
Natal mais pobre ...
Ao longo dos últimos anoso o Natal em Mondim, era sinal de festa e de exposições, mas este ano isso não aconteceu!
A exposição "Expressões de Natal" da responsabilidade da Câmara, que o Mondim Municipal descrevia da seguinte forma: "Trata-se de uma exposição de pintura (em tela, em peças decorativas, em vitrais...) cujo tema incide especificamente sobre a época natalícia que agora se aproxima", o presépio ao vivo do Grupo de Jovens Pedras Vivas, o presépio dos Bombeiros Voluntários ... Todas as iniciativas mencionadas desapareceram (pelo menos que eu tenha conhecimento!), quais os motivos para esta intermitência?
Nunca conseguimos manter as iniciativas ... espero que a Feira da Terra não desapareça!
A exposição "Expressões de Natal" da responsabilidade da Câmara, que o Mondim Municipal descrevia da seguinte forma: "Trata-se de uma exposição de pintura (em tela, em peças decorativas, em vitrais...) cujo tema incide especificamente sobre a época natalícia que agora se aproxima", o presépio ao vivo do Grupo de Jovens Pedras Vivas, o presépio dos Bombeiros Voluntários ... Todas as iniciativas mencionadas desapareceram (pelo menos que eu tenha conhecimento!), quais os motivos para esta intermitência?
Nunca conseguimos manter as iniciativas ... espero que a Feira da Terra não desapareça!
sexta-feira, dezembro 23, 2005
sexta-feira, dezembro 16, 2005
JSD de Mondim de Basto refuta acusações do Vereador Humberto Cerqueira
Em resposta a uma intervenção do vereador Humberto Cerqueira neste blog, no artigo "Ser ou não ser... Eis a questão", a JSD de Mondim emitiu um comunicado que a seguir se transcreve.
Num texto que fez publicar o vereador eleito nas listas do Partido Socialista, Humberto Cerqueira, escreveu:
"O PS é em Mondim de Basto o partido com mais jovens eleitos (a Isabela Miranda, o Fernando Ilídio e o Manuel Ferreira) e teve o maior número de jovens em lugar elegível nas últimas autárquicas na lista da Câmara (em 7 elementos, 3 tinham menos de 30 anos, o Duarte Martins, o Tiago Castro e a Isabela Miranda)."
E continua: "Onde estão os eleitos da JSD? Alguns estão na Câmara como funcionários. Entraram por mérito? As Juventudes partidárias só servem para organizar festas? Serão uma espécie de comissão de festas? Ou funcionam como uma agência de empregos".
E termina dizendo: "os jovens do PS que referi (a Isabela, o Ilídio, o Manuel, o Duarte e o Tiago) e outros que se juntarão a estes, têm emprego, são bem sucedidos na sua actividade profissional, não são dependentes. Foram ou são excelentes alunos e óptimos profissionais. O PS marca a diferença". E assina Humberto Cerqueira, vereador eleito pelo PS.
Sem entrar em grandes considerandos sobre estas afirmações, pensamos no entanto que ficou perfeitamente claro que para o vereador Humberto Cerqueira existem dois tipos de jovens em Mondim: os jovens de primeira e os jovens de segunda.
Os jovens de primeira serão, na sua opinião, os jovens do PS a que se referiu e outros que se lhe juntarão a quem se lhe atribui todas as qualidades cívicas e profissionais.
Os de segunda serão todos os outros jovens a quem não reconhece qualquer qualidade, só têm defeitos.
E não contente com esta classificação entre jovens Mondinenses de primeira e segunda categoria ainda por cima distingue as suas organizações políticas (no plural) que diz só servirem para organizarem festas, se são uma espécie de comissão de festas ou uma agência de empregos.
Perante os factos acima expostos a comissão política da JSD de Mondim de Basto reunida extraordinariamente para debater este assunto, deliberou:
1º - A JSD não se revê minimamente neste discurso, estranho à democracia de Humberto Cerqueira quando este classifica os jovens Mondinenses em óptimos jovens e maus jovens apenas com base nas suas preferências políticas.
Para a JSD todos os jovens Mondinenses são iguais usufruindo dos mesmos direitos e deveres e tendo todos eles direito às mesmas oportunidades que sejam socialistas, populares, comunistas, bloquistas, ou sociais democratas.
2º - A JSD não pode admitir que alguém com responsabilidades públicas, educativas e políticas de Humberto Cerqueira tente interferir nas suas actividades partidárias recorrendo para o efeito ao insulto e à provocação. O que a JSD, a organização política do juventude do PSD, faz ou não, se faz ou não festas só a ela e somente a ela diz respeito. Se o vereador Humberto gosta ou não, o problema é dele.
3º - E por último tornar público que a JSD de Mondim de Basto não manterá com o vereador Humberto Cerqueira relações enquanto este não lhe apresentar desculpas públicas.
Mondim de Basto, 26 de Novembro de 2005
A Comissão Política Concelhia da JSD
O Presidente
Rafael Leite
quinta-feira, dezembro 15, 2005
Centros de saúde com menos procura fecham.
No dia 8 de Dezembro ficamos a saber, entre outras mudanças previstas, que as Urgências dos Centros de Saúde (CS) que atendam, em média, menos de 10 pessoas por noite, vão encerrar no horário nocturno. Tendo em conta este critério, a Urgência do CS de Mondim passaria a encerrar ás 21h. Havia uma salvaguarda. Nenhum utente pode ficar a mais de 60 minutos de uma Urgência. Como o CS de Celorico pertence a outra Direcção Regional de Saúde, o CS de Mondim teria de continuar aberto.
Hoje, no JN, podemos ler que o Ministério da Saúde "está a reflectir sobre os exclusivos territoriais da saúde". Ao acabar com esta barreira, a possibilidade de o CS de Mondim fechar passa a ser novamente uma realidade.
Por outro lado, com esta última iniciativa, o Ministério da Sáude vem permitir aos utentes que escolham livremento o CS, ou Hospital, onde querem ser tratados. Um utente de Mondim, não tem mais que esperar até à meia-noite, para poder ser atendido directamente em Vila Real, ou Celorico, como até aqui.
De qualquer das formas, parece irremediável o encurtar do horário de funcionamento do nosso CS. Ficaremos melhor, ou pior, servidos?
Hoje, no JN, podemos ler que o Ministério da Saúde "está a reflectir sobre os exclusivos territoriais da saúde". Ao acabar com esta barreira, a possibilidade de o CS de Mondim fechar passa a ser novamente uma realidade.
Por outro lado, com esta última iniciativa, o Ministério da Sáude vem permitir aos utentes que escolham livremento o CS, ou Hospital, onde querem ser tratados. Um utente de Mondim, não tem mais que esperar até à meia-noite, para poder ser atendido directamente em Vila Real, ou Celorico, como até aqui.
De qualquer das formas, parece irremediável o encurtar do horário de funcionamento do nosso CS. Ficaremos melhor, ou pior, servidos?
E os resultados?
Aqui fica um artigo enviado por alguém que pretende dar os "primeiros passos" neste nosso blog. Seja bem-vindo(a). Espero que aqui consiga obter resposta à sua questão.
Como esta é a minha primeira intervenção no blog, quero felicitar quem o
criou e todos aqueles que contribuem para credibilizá-lo, dando a sua opinião
de uma forma clara e esclarecedora (embora nem sempre seja assim).
A minha participação vai ser bastante breve. Como é do conhecimento de
praticamente todos os bloguistas, antes das eleições autárquicas houve vários
concursos para ocupação de lugares na Câmara de Mondim de Basto em diversas
áreas. A minha única pergunta é se alguém me sabe informar porque é que ainda
não sairam os resultados? Quem é que ficou a ocupar os lugares? Será que é
legítimo os resultados ainda não terem sido do conhecimento nem dos
participantes nem do resto da população? E a oposição porque é que não se
manifesta?
Um Bem Haja a todos
eamoeb
Como esta é a minha primeira intervenção no blog, quero felicitar quem o
criou e todos aqueles que contribuem para credibilizá-lo, dando a sua opinião
de uma forma clara e esclarecedora (embora nem sempre seja assim).
A minha participação vai ser bastante breve. Como é do conhecimento de
praticamente todos os bloguistas, antes das eleições autárquicas houve vários
concursos para ocupação de lugares na Câmara de Mondim de Basto em diversas
áreas. A minha única pergunta é se alguém me sabe informar porque é que ainda
não sairam os resultados? Quem é que ficou a ocupar os lugares? Será que é
legítimo os resultados ainda não terem sido do conhecimento nem dos
participantes nem do resto da população? E a oposição porque é que não se
manifesta?
Um Bem Haja a todos
eamoeb
terça-feira, dezembro 13, 2005
"Connecting People"
Depois de um anúncio da Nokia em que dois tabuleiros da ponte não "batiam certo" (fartei-me de procurar..... e nada), aqui temos o caso do Barreiro!!

Já se passaram alguns anos desde que a Autarquia Mondinense levou a cabo uma obra que visava ligar o Barreiro (Ermelo) a Lamas d´Olo (Vila Real).
Foram investidos uns bons milhares de contos em 1,5 Km de boa estrada, (neste momento já apresenta algum desgaste), mas ao que parece, vai acabar por "morrer" ali mesmo na fronteira com Vila Real, devido à falta de interesse do concelho vizinho em acabar a obra.
Não restam dúvidas que se trata de uma ligação rodoviária de todo o interesse para Mondim, essencial mesmo para as gentes do Barreiro e talvez Varzigueto.
A atitude da sede de distrito é, em qualquer dos casos, reprovavel. Trata-se claramente de uma atitude egoísta, que não tem em conta a necessidade do concelho vizinho. Um habitante do Barreiro é obrigado, concluído o troço construído por Mondim, a aventurar-se por caminhos por onde só mesmo um TT pode ultrapassar (aqui admito algum desconhecimento, mas acredito que é realmente esta a situação). Caso contrário é obrigado a uma volta enorme para chegar a um local que se encontra a menos de 1 Km.
Do nosso concelho, salvaguardando a hipótese de se tratar de uma situação em que Vila Real não cumpriu os seus compromissos, esta obra arrisca-se a ser um enormíssimo investimento, feito no escuro, com intúito de mostrar à população que não será por eles que ela não avança ou pretendendo pressionar Vila Real a fazer o que demonstrou não estar interessado na mesa das negociações.
Que se passou realmente?

Já se passaram alguns anos desde que a Autarquia Mondinense levou a cabo uma obra que visava ligar o Barreiro (Ermelo) a Lamas d´Olo (Vila Real).
Foram investidos uns bons milhares de contos em 1,5 Km de boa estrada, (neste momento já apresenta algum desgaste), mas ao que parece, vai acabar por "morrer" ali mesmo na fronteira com Vila Real, devido à falta de interesse do concelho vizinho em acabar a obra.
Não restam dúvidas que se trata de uma ligação rodoviária de todo o interesse para Mondim, essencial mesmo para as gentes do Barreiro e talvez Varzigueto.
A atitude da sede de distrito é, em qualquer dos casos, reprovavel. Trata-se claramente de uma atitude egoísta, que não tem em conta a necessidade do concelho vizinho. Um habitante do Barreiro é obrigado, concluído o troço construído por Mondim, a aventurar-se por caminhos por onde só mesmo um TT pode ultrapassar (aqui admito algum desconhecimento, mas acredito que é realmente esta a situação). Caso contrário é obrigado a uma volta enorme para chegar a um local que se encontra a menos de 1 Km.
Do nosso concelho, salvaguardando a hipótese de se tratar de uma situação em que Vila Real não cumpriu os seus compromissos, esta obra arrisca-se a ser um enormíssimo investimento, feito no escuro, com intúito de mostrar à população que não será por eles que ela não avança ou pretendendo pressionar Vila Real a fazer o que demonstrou não estar interessado na mesa das negociações.
Que se passou realmente?
sexta-feira, dezembro 09, 2005
Democracia Directa
Há precisamente dois meses, culminou uma fase de discussão politica pré-eleitoral. Não havia local onde não se discutisse política ou tudo aquilo que ela arrasta, principalmente tudo aquilo que ela arrasta, mas discutia-se! A motivação para este súbito interesse era o dia nove de Outubro. Todos tinham a oportunidade de tomar parte numa decisão. E é sempre assim, de quatro em quatro anos para as Autárquicas. E nos restantes 46 meses?
Arriscaria-me a dizer que nos restantes 46 meses os municípios são geridos Oligárquicamente. A nossa participação termina naquele dia. Há os municípios mais, ou menos, abertos ao diálogo, mas isso é uma opção do Executivo Autárquico. E aqui entramos na velha questão da representatividade ou na questão da passividade dos munícepes face à forma como é gerido o seu concelho.
A Democracia Directa surge exactamente para contrariar esta situação. A cidade de Porto Alegre, no Brasil, serve de referência para esta "forma de governo", influenciando neste momento algumas cidades e estados Europeus (Palmela em Portugal). Os cidadãos são chamados a participar activamente nas decisões mais importantes para a sua cidade. Como exemplo temos o Orçamento Participativo (OP) em vigor desde 1988:
- De 2% do orçamento para investimentos passaram a ter 20%.
- Este aumento deveu-se, também, ao aumento de impostos. Aumentos estes que eram decididos por todos. Esta transparência/consciência permitiu que a cidade de Porto Alegre se colocasse nas cidades com melhor qualidade de vida, e mesmo com os altos impostos, posiciona-se como a segunda mais atractiva para os investidores.
- Os técnicos do executivo são colocados perante um grande desafio. Têm que estar preparados para ilucidar os cidadãos sobre o funcionamento da "máquina administrativa". Posteriormente, concluiram, que um cidadão comum, que participa alguns anos do OP, atinge o nível médio de conhecimento político de um vereador.
- Os níveis de implementação do Orçamento são elevados, (não fosse este, o orçamento de todos).
E a lista continuava, vou deixar alguns "links" que encontrei numa pesquisa rápida sobre o assunto para quem estiver interessado em aprofundar o tema.
- O Orçamento Participativo de Porto Alegre: um exemplo para a Alemanha?
- Orçamento Participativo em Palmela
- Participação e Governo Local
E claro, impõe-se o desafio final, seria possível adoptar este modelo em Mondim de Basto?
Arriscaria-me a dizer que nos restantes 46 meses os municípios são geridos Oligárquicamente. A nossa participação termina naquele dia. Há os municípios mais, ou menos, abertos ao diálogo, mas isso é uma opção do Executivo Autárquico. E aqui entramos na velha questão da representatividade ou na questão da passividade dos munícepes face à forma como é gerido o seu concelho.
A Democracia Directa surge exactamente para contrariar esta situação. A cidade de Porto Alegre, no Brasil, serve de referência para esta "forma de governo", influenciando neste momento algumas cidades e estados Europeus (Palmela em Portugal). Os cidadãos são chamados a participar activamente nas decisões mais importantes para a sua cidade. Como exemplo temos o Orçamento Participativo (OP) em vigor desde 1988:
- De 2% do orçamento para investimentos passaram a ter 20%.
- Este aumento deveu-se, também, ao aumento de impostos. Aumentos estes que eram decididos por todos. Esta transparência/consciência permitiu que a cidade de Porto Alegre se colocasse nas cidades com melhor qualidade de vida, e mesmo com os altos impostos, posiciona-se como a segunda mais atractiva para os investidores.
- Os técnicos do executivo são colocados perante um grande desafio. Têm que estar preparados para ilucidar os cidadãos sobre o funcionamento da "máquina administrativa". Posteriormente, concluiram, que um cidadão comum, que participa alguns anos do OP, atinge o nível médio de conhecimento político de um vereador.
- Os níveis de implementação do Orçamento são elevados, (não fosse este, o orçamento de todos).
E a lista continuava, vou deixar alguns "links" que encontrei numa pesquisa rápida sobre o assunto para quem estiver interessado em aprofundar o tema.
- O Orçamento Participativo de Porto Alegre: um exemplo para a Alemanha?
- Orçamento Participativo em Palmela
- Participação e Governo Local
E claro, impõe-se o desafio final, seria possível adoptar este modelo em Mondim de Basto?
segunda-feira, dezembro 05, 2005
EXECUTIVO CAMARÁRIO, EQUACIONOU COMPRAR OTA
Mais um contributo do nosso colaborador xkrjag!
Podem consultar o artigo na totalidade no Fórum Casa do Eiró.
Os ponteiros do relógio, continuam a sua geométrica e ininterrupta marcha. Preparam-se para formar um ângulo de 90º. Está uma bela manhã de sol e começam a chegar os primeiros funcionários à Casa do Eiró. São um pequeno grupo de funcionários, que se prepara para cumprir o ritual de picar o cartão. Apresentam feições invulgarmente tristes, têm na memória o golo falhado no fim-de-semana pelo Nuno Gomes, que custou mais uma derrota. Outro grupo se aproxima, este de feições mais alegres, pois já tinham esquecido o Nuno Gomes ou não são do Benfica.
...
Podem consultar o artigo na totalidade no Fórum Casa do Eiró.
sexta-feira, dezembro 02, 2005
A dinamização dos espaços desportivos.
Para não fugir muito ao tema do momento aqui na "casa", decidi pegar nas palavras de um nosso conterrâneo para lançar uma outra discussão.
O artigo intitula-se "Que modalidade desportiva, desejamos para os nossos filhos?", é da autoria do Sr. Teixeira da Silva, e vem publicado no "Jornal de Mondim" de Outubro de 2005.
Depois de uma introdução sobre o "desporto rei", e os comportamentos pouco éticos com que nos deparamos todos os dias que nos deslocamos aos estádios, o autor entra na questão principal:
"No desporto, para além do futebol, existem modalidades extraordinárias, que podem e devem ser acarinhadas e que constituem um manancial enorme do que pode ser o desporto para os jovens e para os adultos.
Com a inauguração alguns anos atrás do "Pavilhão Gimnodesportivo", mandado construir pelo Município, cresceu a esperança de que outras modalidades para alem do futebol, iriam finalmente nascer no espírito dos Mondinenses. Puro engano. Quando não existiam as instalações para a prática e o exercício das modalidades chamadas amadoras, exortava-se a Câmara Municipal para que fossem criadas melhores condições para o desenvolvimento do desporto regional e um melhor aproveitamento das camadas mais jovens da sociedade Mondinense. A Câmara Municipal, ouviu a solicitação, compreendeu-a e concretizou o sonho; o povo não compreendeu o sacrifício e o "Pavilhão Gimnodesportivo", tem sido muito pouco utilizado, o que quer dizer, que o esforço municipal foi infrutífero.
Este amplo espaço desportivo, moderno e acolhedor; contempla a possibilidade de ali se praticarem as mais diversas modalidades. Após a sua inauguração, realizaram-se torneios de Andebol Distrital, provas de Judo, - com a prestimosa colaboração da Secção de Judocas do F. C. do Porto, - Futebol de Salão, Ténis de Mesa, Futebol Feminino, etc.; mas, tudo acabou. Já não existe o entusiasmo, nem o espírito de participação. Hoje, é a Escola "EB/2 e 3/Secundaria" de Mondim, que faz ali as suas aulas de educação física e pouco mais, sobrando o restante tempo de ocupação para o entretenimento de alguns grupos, na sua grande maioria de fora do concelho, que alugam o espaço à Câmara Municipal, para ali irem dar alguns chutos na bola.
Que modalidade desportiva, desejamos para os nossos filhos? É a pergunta em que temos alguma dificuldade em responder. Mondim, tem todas as condições para o exercício desportivo, seja em que modalidade for.
Tem um bom Estádio, que embora propriedade do Município, está cedido ao Mondinense, por um período de cinquenta anos, cujo protocolo, - se não for renovado - termina no ano de 2034; um Pavilhão Gimnodesportivo; vários recintos polivalentes ao ar livre, onde se podem também praticar todo o tipo de desportos; uma Piscina Pública, na Zona Verde, integrada numa zona de lazer, que é a verdadeira jóia do Município.
Então o que e que falta?
Ainda faz falta alguma coisa. Senão vejamos:
Criatividade, colaboração, disponibilidade, incentivos populares, apoios familiares e fundamentalmente gosto pelo desporto, onde se encontram?
Há que destacar aqui, o único instrumento activo que tem sobressaído em prol da juventude, com a criação de "Escolinhas de Futebol", pela mão do Prof. Domingos Duarte, cujo êxito é uma realidade.
Mondinenses não gastem o tempo com lamúrias, que não levam a nada.
Sigam em frente."
É difícil não concordar com o artigo quanto á falta de iniciativas desportivas no nosso concelho, logo, o mesmo se aplica á dinamização dos espaços desportivos.
A dada altura do artigo, fico com a sensação, que autor aborda a atitude da Câmara em relação ao Pavilhão, como se, a parte da Autarquia estivesse cumprida.
Não é tanto a opinião do autor que interessa aqui discutir, mas sim a responsabilidade da Autarquia na dinamização dos diversos espaços por ela construídos.
Deve a Câmara Municipal ser o grande responsável pela sua dinamização?
Ou a sua missão termina na altura em que se concluí a obra?
O artigo intitula-se "Que modalidade desportiva, desejamos para os nossos filhos?", é da autoria do Sr. Teixeira da Silva, e vem publicado no "Jornal de Mondim" de Outubro de 2005.
Depois de uma introdução sobre o "desporto rei", e os comportamentos pouco éticos com que nos deparamos todos os dias que nos deslocamos aos estádios, o autor entra na questão principal:
"No desporto, para além do futebol, existem modalidades extraordinárias, que podem e devem ser acarinhadas e que constituem um manancial enorme do que pode ser o desporto para os jovens e para os adultos.
Com a inauguração alguns anos atrás do "Pavilhão Gimnodesportivo", mandado construir pelo Município, cresceu a esperança de que outras modalidades para alem do futebol, iriam finalmente nascer no espírito dos Mondinenses. Puro engano. Quando não existiam as instalações para a prática e o exercício das modalidades chamadas amadoras, exortava-se a Câmara Municipal para que fossem criadas melhores condições para o desenvolvimento do desporto regional e um melhor aproveitamento das camadas mais jovens da sociedade Mondinense. A Câmara Municipal, ouviu a solicitação, compreendeu-a e concretizou o sonho; o povo não compreendeu o sacrifício e o "Pavilhão Gimnodesportivo", tem sido muito pouco utilizado, o que quer dizer, que o esforço municipal foi infrutífero.
Este amplo espaço desportivo, moderno e acolhedor; contempla a possibilidade de ali se praticarem as mais diversas modalidades. Após a sua inauguração, realizaram-se torneios de Andebol Distrital, provas de Judo, - com a prestimosa colaboração da Secção de Judocas do F. C. do Porto, - Futebol de Salão, Ténis de Mesa, Futebol Feminino, etc.; mas, tudo acabou. Já não existe o entusiasmo, nem o espírito de participação. Hoje, é a Escola "EB/2 e 3/Secundaria" de Mondim, que faz ali as suas aulas de educação física e pouco mais, sobrando o restante tempo de ocupação para o entretenimento de alguns grupos, na sua grande maioria de fora do concelho, que alugam o espaço à Câmara Municipal, para ali irem dar alguns chutos na bola.
Que modalidade desportiva, desejamos para os nossos filhos? É a pergunta em que temos alguma dificuldade em responder. Mondim, tem todas as condições para o exercício desportivo, seja em que modalidade for.
Tem um bom Estádio, que embora propriedade do Município, está cedido ao Mondinense, por um período de cinquenta anos, cujo protocolo, - se não for renovado - termina no ano de 2034; um Pavilhão Gimnodesportivo; vários recintos polivalentes ao ar livre, onde se podem também praticar todo o tipo de desportos; uma Piscina Pública, na Zona Verde, integrada numa zona de lazer, que é a verdadeira jóia do Município.
Então o que e que falta?
Ainda faz falta alguma coisa. Senão vejamos:
Criatividade, colaboração, disponibilidade, incentivos populares, apoios familiares e fundamentalmente gosto pelo desporto, onde se encontram?
Há que destacar aqui, o único instrumento activo que tem sobressaído em prol da juventude, com a criação de "Escolinhas de Futebol", pela mão do Prof. Domingos Duarte, cujo êxito é uma realidade.
Mondinenses não gastem o tempo com lamúrias, que não levam a nada.
Sigam em frente."
É difícil não concordar com o artigo quanto á falta de iniciativas desportivas no nosso concelho, logo, o mesmo se aplica á dinamização dos espaços desportivos.
A dada altura do artigo, fico com a sensação, que autor aborda a atitude da Câmara em relação ao Pavilhão, como se, a parte da Autarquia estivesse cumprida.
Não é tanto a opinião do autor que interessa aqui discutir, mas sim a responsabilidade da Autarquia na dinamização dos diversos espaços por ela construídos.
Deve a Câmara Municipal ser o grande responsável pela sua dinamização?
Ou a sua missão termina na altura em que se concluí a obra?
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